Mais Lidas

  1. Ouça a conversa entre Ana Hickmann e fã que a atacou

    Entretenimento

    Ouça a conversa entre Ana Hickmann e fã que a atacou

  2. Argentina: jogador morre depois de receber golpes na cabeça

    Esporte

    Argentina: jogador morre depois de receber golpes na cabeça

  3. Moro se cala sobre Jucá, mas afirma: 'Instituições não dependem da vontade do governo'

    Brasil

    Moro se cala sobre Jucá, mas afirma: 'Instituições não dependem da...

  4. Fã obcecado teria devotado Instagram a Ana Hickmann. Veja fotos

    Entretenimento

    Fã obcecado teria devotado Instagram a Ana Hickmann. Veja fotos

  5. Em gravações, Jucá sugere pacto para deter Lava Jato, diz jornal

    Brasil

    Em gravações, Jucá sugere pacto para deter Lava Jato, diz jornal

  6. Moro cobra postura mais ativa do governo contra corrupção: 'Não interferir é obrigação'

    Brasil

    Moro cobra postura mais ativa do governo contra corrupção: 'Não...

  7. Moro, aplausos e um pedido: 'Prenda o Lula'

    Brasil

    Moro, aplausos e um pedido: 'Prenda o Lula'

  8. Senador defende afastamento de Romero Jucá após conversa sobre Lava Jato

    Brasil

    Senador defende afastamento de Romero Jucá após conversa sobre Lava...

Eleições 2016: as chances de quem busca a reeleição

Máquina administrativa é vantagem na disputa que está mais curta e com menos verba. Mas insatisfação do eleitorado é grande ameaça para a situação

Por: Felipe Frazão, de Brasília - Atualizado em

Urna eletrônica
Urna eletrônica(Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr/VEJA)

Em 2016, nas eleições com a campanha mais curta desde a redemocratização, os atuais prefeitos vão disputar a reeleição em 22 das 26 capitais brasileiras - só quatro não podem se reeleger, mas devem tentar emplacar o sucessor. Com a redução do tempo de propaganda eleitoral de noventa para 45 dias - o que dificulta para candidatos desconhecidos ou estreantes - e a probição das doações por empresas, os políticos com a máquina administrativa nas mãos ou mais lembrados pelo eleitorado podem levar alguma vantagem.

Esses prefeitos também devem enfrentar um número maior de adversários, por causa do aumento no número de partidos com registro na Justiça Eleitoral (35) e representação na Câmara dos Deputados - eram 22 e passaram a ser 28 em 2015, consequentemente, eles possuem tempo de TV no horário eleitoral gratuito e participação do Fundo Partidário, trunfos ainda mais importantes a partir de 2016. E um fator cujo impacto é difícil de estimar: um eleitorado descrente e insatisfeito, em meio ao escândalos do petrolão e à crise econômica e política do país. Pesquisa do Ibope mostrou que apenas 22% dos eleitores pretendem votar no atual prefeito.

Oposição e base do governo federal governam números equivalentes de capitais - respectivamente, doze e treze cidades. O eleitorado governado pela base governista é maior, puxado pela população de São Paulo e do Rio de Janeiro, cujos prefeitos, Fernando Haddad (PT) e Eduardo Paes (PMDB), apoiam a presidente Dilma Rousseff. Dilma, porém, não será cabo eleitoral neste ano. Ela não pode mais se reeleger em 2018, mas as eleições de 2016 têm repercussão também na disputa presidencial. Serão o primeiro - e único - teste para os partidos se organizarem com as novas regras. Entenda a seguir como começam as disputas em cada uma das capitais do país. A divisão partidária das 26 cidades mais importantes do Brasil é a seguinte: o PSB governa cinco, o PSDB governa quatro, PT e PDT governam três cada, PMDB, PSD e DEM duas cada, PP, PTC e PPS uma cada. O prefeito de uma capital, Clécio Luís, em Macapá (AP), está sem partido.

Região Nordeste

Região Sudeste

Região Centro-Oeste

Região Sul

Região Norte

TAGs:
Prefeito
Prefeituras
Partidos Políticos