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Eleições 2016: as chances de quem busca a reeleição

Máquina administrativa é vantagem na disputa que está mais curta e com menos verba. Mas insatisfação do eleitorado é grande ameaça para a situação

Por: Felipe Frazão, de Brasília - Atualizado em

Urna eletrônica
Urna eletrônica(Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr/VEJA)

Em 2016, nas eleições com a campanha mais curta desde a redemocratização, os atuais prefeitos vão disputar a reeleição em 22 das 26 capitais brasileiras - só quatro não podem se reeleger, mas devem tentar emplacar o sucessor. Com a redução do tempo de propaganda eleitoral de noventa para 45 dias - o que dificulta para candidatos desconhecidos ou estreantes - e a probição das doações por empresas, os políticos com a máquina administrativa nas mãos ou mais lembrados pelo eleitorado podem levar alguma vantagem.

Esses prefeitos também devem enfrentar um número maior de adversários, por causa do aumento no número de partidos com registro na Justiça Eleitoral (35) e representação na Câmara dos Deputados - eram 22 e passaram a ser 28 em 2015, consequentemente, eles possuem tempo de TV no horário eleitoral gratuito e participação do Fundo Partidário, trunfos ainda mais importantes a partir de 2016. E um fator cujo impacto é difícil de estimar: um eleitorado descrente e insatisfeito, em meio ao escândalos do petrolão e à crise econômica e política do país. Pesquisa do Ibope mostrou que apenas 22% dos eleitores pretendem votar no atual prefeito.

Oposição e base do governo federal governam números equivalentes de capitais - respectivamente, doze e treze cidades. O eleitorado governado pela base governista é maior, puxado pela população de São Paulo e do Rio de Janeiro, cujos prefeitos, Fernando Haddad (PT) e Eduardo Paes (PMDB), apoiam a presidente Dilma Rousseff. Dilma, porém, não será cabo eleitoral neste ano. Ela não pode mais se reeleger em 2018, mas as eleições de 2016 têm repercussão também na disputa presidencial. Serão o primeiro - e único - teste para os partidos se organizarem com as novas regras. Entenda a seguir como começam as disputas em cada uma das capitais do país. A divisão partidária das 26 cidades mais importantes do Brasil é a seguinte: o PSB governa cinco, o PSDB governa quatro, PT e PDT governam três cada, PMDB, PSD e DEM duas cada, PP, PTC e PPS uma cada. O prefeito de uma capital, Clécio Luís, em Macapá (AP), está sem partido.

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