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Edson Aparecido deixa a chefia da Casa Civil de São Paulo

Ele será candidato a vereador nas próximas eleições, informou, em nota, o Palácio dos Bandeirantes. Secretário-adjunto, Fabrício Cobra, assume a pasta

- Atualizado em

Edson Aparecido, secretário do Desenvolvimento Metropolitano, São Paulo, em 2012
Edson Aparecido foi responsável pela articulação política do Palácio dos Bandeirantes (Divulgação/Governo do Estado de SP/VEJA)

O secretário chefe da Casa Civil de São Paulo, Edson Aparecido, deixou nesta sexta-feira o cargo que ocupava no governo de Geraldo Alckmin, informou o Palácio dos Bandeirantes. Em nota, o governo de São Paulo diz que Edson Aparecido será candidato a vereador nas próximas eleições. O secretário-adjunto, Fabrício Cobra, passa a responder pela pasta. Na terça-feira, Edson Aparecido já havia anunciado que deixaria o governo.

Ele foi responsável pela articulação política do Palácio dos Bandeirantes e foi coordenador da campanha de reeleição do governador Geraldo Alckmin em 2014. Em 2016, porém, perdeu espaço no governo por não ter feito campanha para o empresário João Doria nas prévias do partido. Doria, que será candidato à Prefeitura pelo PSDB, foi apoiado pelo governador na disputa interna contra o vereador Andrea Matarazzo.

Aparecido é investigado pelo Ministério Público de São Paulo por suposto enriquecimento ilícito e improbidade administrativa. O promotor Marcelo Milani decidiu começar a investigação após reportagem do portal UOL informar que o secretário comprara um imóvel por um terço do valor de mercado.

Segundo o texto, o apartamento, localizado na zonal sul paulistana, vale cerca de 2 milhões de reais, mas foi adquirido por 602 000 reais. O chefe da Casa Civil do Palácio dos Bandeirantes mora no 16º andar do prédio, localizado na zona sul da capital.

(Da redação)

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