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Dilma diz que sugestão de trocar carne por ovo foi 'extremamente infeliz'

Presidente afirmou nesta segunda-feira que Márcio Holland errou ao fazer a afirmação e negou que a fala seja sintoma de que a inflação esteja descontrolada

Por: Gabriel Castro, de Brasília - Atualizado em

Dilma Rousseff durante a entrevista coletiva no Palácio da Alvorada em Brasília/DF - 13/10/2014
Dilma Rousseff durante a entrevista coletiva no Palácio da Alvorada em Brasília/DF - 13/10/2014(Alan Marques/Folhapress)

A presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) tentou reagir nesta segunda-feira ao estrago causado pela declaração do secretário de Política Econômica de seu governo, Márcio Holland, segundo quem a população pode substituir a carne por ovo para se proteger da inflação. Em entrevista coletiva no Palácio da Alvorada, a petista reconheceu que Holland foi "extremamente infeliz". "Acho errada a afirmação do secretário de Política Econômica. (...) Mais do que errada, infeliz. Uma frase extremamente infeliz", disse.

Dilma negou que a afirmação de Holland seja um sintoma de que a inflação esteja descontrolada. "Eu acho que a estabilização da moeda é um ganho. Um grande ganho. Porém, estabilização da moeda não significou estabilização da economia", disse. A presidente também repetiu a cantilena de que FHC "quebrou o país três vezes".

Maquiavel: Frase sobre 'trocar carne por ovo' vira trunfo de Aécio contra o PT

A petista afirmou ainda que a aliança do PSB com Aécio Neves não é coerente com a história do partido e do ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes, avô de Eduardo Campos. "Eu tenho certeza de que a base fundamental do PSB, o pessoal mais ligado à tradição do PSB, basicamente ao ex-governador Arraes, nunca estaria com Aécio Neves."

Dilma ainda elogiou o presidente boliviano Evo Morales, que conquistou seu terceiro mandato neste domingo. "É uma grande vitória. Mostra que o preconceito contra ele não tem base na realidade. O presidente Morales é um grande presidente e, mais do que isso, pacificou a Bolívia", disse.

A presidente-candidata Dilma ainda declarou que apoiará o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2018, caso ele se candidate à Presidência: "(A candidatura) Terá de ser avaliada. Agora, se for depender de mim, pode ter certeza: eu ajudo".

Reforma política - Dilma participou também de um evento com entidades que defendem um plebiscito para a reforma política - entre elas, a CUT, o MST e a UNE, todas historicamente ligadas ao petismo. As entidades recolheram 7,7 milhões de assinaturas, e a consulta terminou com um nada surpreendente apoio de 97% à convocação de uma constituinte exclusiva para a reforma. No evento, a presidente repetiu as críticas que têm feito ao PSDB e disse que os tucanos "odeiam" programas que ofereçam serviços gratuitos à população. "Eles não gostam de uma palavra: gratuito. Odeiam."

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