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Superchunk

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» Entrevista: Mac McCaughan e Jim Wilbur falam sobre o Superchunk e seu gosto por música brasileira » My Gap Feels Weird (Superchunk) » Digging For Something (Superchunk) » A Thousand Pounds (Superchunk) » Skip Steps 1 & 3 (Superchunk)

Biografia

O quarteto americano Superchunk é a atração dessa edição do VEJA Música. Formado no estado da Carolina do Norte em 1989, o grupo é um dos ícones do rock alternativo americano, embora nunca tenha se tornado um sucesso de vendas. Um dos prováveis motivos é que eles tinham melodias mais doces e atraentes que seus contemporâneos - Nirvana, Pearl Jam e Soundgarden, entre outras bandas da geração grunge de Seattle. O Superchunk ficou famoso também por se recusar a assinar com uma grande gravadora. Eles preferiam lançar discos pelo seu próprio selo, o Merge Records (que era distribuído pela gravadora independente Matador). Tempos depois, eles contrataram outros artistas para o selo e estes se tornaram sucessos de vendagens. Entre os protegidos do Superchunk estão o Arcade Fire e o Spoon.

Embora nunca tenha se tornado um fenômeno de popularidade, o Superchunk tem um considerável séquito de fãs. Isso porque em sua discografia, composta de nove discos, eles não possuem um trabalho que possa ser classificado como "regular" ou "abaixo da crítica". O quarteto soltou álbuns com influências que vão do punk rock (no caso, o punk melodioso de bandas como Hüsker Dü) e música pop dos anos 60. Majesty Shredding, seu último lançamento, que saiu no Brasil no início de 2011, marcou a volta do Superchunk aos estúdios após dez anos de ausência.

Sérgio Martins conversou com os guitarristas e vocalistas Mac McCaughan e Jim Wilbur sobre o porquê do grupo passar tanto tempo longe dos estúdios e sobre seu projeto acústico, The Clambakes. Os números musicais foram compostos de My Gap Feels Weird e Digging For Something, ambas de Majesty Shredding, A 1000 Pounds (de Come Pick Me Up, de 1999) e Skip Steps 1 & 3 (de No Pocky for Kitty, de 1991).

Expediente

Apresentação: Sérgio Martins Cinegrafistas: Ari Reis, Carlos Eduardo Jorge, Marcelo Félix, Paulo Diesner  Cammate: Chiquinho Trombino Assistentes e iluminação: Max Quaresma e Felipe Pedro Produção: Patrícia Spier Produção-executiva e edição de texto: Raquel Hoshino Edição de imagens: Thiago Patah Mixagem de áudio: Miguel Lopez Direção de vídeo: Maísa Zakzuk Direção geral: Raquel Hoshino Gravado em HDV no estúdio YB

 

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