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Biografia
A paulistana Juliana Kehl, de 32 anos, é um dos mais recentes talentos surgidos na cena pop e MPB nacionais. Seu CD de estréia, lançado no final de 2009, tem muitas qualidades. Primeiro, a boa combinação de eletrônica e MPB tradicional. Sim, há cantoras que também lançam mão desse recurso, mas Juliana o faz com conhecimento de causa, especialmente da música brasileira – poucas artistas teriam a sensibilidade de escolher Outras Mulheres, composição de Joyce e Paulo César Pinheiro. Segundo, Juliana é uma boa letrista. Escreve baseada em experiências pessoais – presentes em Rede de Varanda e A Música mais Bonita, que estão nesse VEJA Música – e de suas observações do dia-a-dia. O disco também traz a participação de artistas que estão fazendo a diferença no atual cenário da MPB, como o guitarrista e produtor Gustavo Ruiz (atualmente na banda de Vanessa da Mata), o cantor e compositor Junio Barreto e a cantora e instrumentista Karina Buhr. Em VEJA Música, Juliana conta por que a canção Cry me a River, sucesso na voz de Julie London, a influenciou a seguir a carreira artÃstica, fala do processo de criação do seu CD de estréia e produz releituras de Cry me a River e Pseudo-Blues, canção do repertório de Marina Lima.
Expediente
Apresentação: Sérgio Martins Cinegrafistas: Flávio Fernando, Marcelo Felix Assistente: Durval Alves, Leonardo Magri Operador de áudio: Gilberto Felix Iluminação: Marcos Felix Edição de imagens:Pedro Mendes Mixagem de áudio: Miguel Lopez Produção executiva: Raquel Hoshino Direção: Miryam Rahme Direção geral: Raquel Hoshino Gravado no estúdio YB