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Urnas trazem alívio na Europa

VEJA estuda os motivos da derrota de líder populista na Holanda e o impacto para o cenário na Europa

A eleição holandesa foi a primeira de uma sequência de três grandes eleições europeias disputadas por líderes populistas – as próximas serão na França e na Alemanha. A ameaça da vez era Geert Wilders, que prometia fechar todas as mesquitas do país, realizar o Brexit holandês e banir a imigração de nações muçulmanas.

A reportagem de VEJA dessa semana estuda o que levou o partido do conservador Mark Rutte, atual primeiro-ministro, a ganhar o maior número de assentos no Parlamento holandês. Uma das razões foi a troca de farpas com o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.

VEJA também explica o que isso significará para os próximos pleitos na Europa – e são boas notícias. “O fato de o partido de Wilders não ter conquistado a maior parcela dos votos mostra que a ascensão do populismo não é tão inevitável quanto se pensava”, diz o cientista político holandês Kees Aarts, da Universidade de Groningen.

Para ler a reportagem na íntegra, compre a edição desta semana de VEJA no iOS, Android ou nas bancas. E aproveite: todas as edições de VEJA Digital por 1 mês grátis no Go Read.

Comentários

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  1. o mesmo “ALÍVIO” que a FRança, que só em 2016 perdeu MILHÕES DE TURISTAS, por causa da entrada desenfreada de TERRORISTAS ISLÂMICOS? e ainda dizem que o trump tá errado em querer defender a pátria dele.

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