Group 21 Copy 4 Created with Sketch.

Unesco aprova outra resolução contra Israel e aumenta crise

O documento, de caráter e repercussões fortemente políticas, se refere aos locais sagrados em Jerusalém apenas pela denominação usada pelos muçulmanos

O comitê da Unesco que regulamenta os patrimônios mundiais aprovou nesta quarta-feira outra resolução sobre Jerusalém que nega mais uma vez a ligação entre judeus e locais sagrados. Com votação secreta, o texto recebeu dez votos a favor, dois votos contrários e oito abstenções. O documento, de caráter e repercussões fortemente políticas, se refere aos locais sagrados em Jerusalém apenas pela denominação usada pelos muçulmanos, e não pelos judeus, sendo que as construções são sagradas tanto para o Islã quanto para o Judaísmo.

Além disso, a resolução denuncia os “danos materiais” causados por Israel aos locais sagrados de Jerusalém. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Emmanuel Nahshon, criticou a votação. “A votação da Unesco sobre Jerusalém é um pedaço de lixo, justamente despejado na lata de lixo pelo nosso embaixador. Vida longa a Israel”, escreveu no Twitter.

Leia também
Unesco aprova resolução que nega elo judeu com Monte do Templo
Funeral de Shimon Peres reúne premiê de Israel e líder palestino

Na semana passada, a Organização das Nações Unidas para a Educação e Cultura (Unesco) tinha aprovado uma resolução sobre Jerusalém Oriental promovida por países árabes em nome da proteção do patrimônio cultural palestino.

O documento dizia que a anexação da zona por Israel era ilegal, incluindo o Monte do Templo, local sagrado pelos judeus e chamado de Esplanada das Mesquitas pelos muçulmanos. A moção da semana passada recebeu duras críticas de Israel, que decidiu cortar as relações e a colaboração de seu país com a Unesco.

A votação de hoje foi realizada pelo comitê da Unesco, formado por vinte membros: Angola, Azerbaijão, Burkina Faso, Croácia, Cuba, Finlândia, Indonésia, Jamaica, Cazaqustão, Kuwait, Líbano, Peru, Filipinas, Polônia, Portugal, República da Coreia, Tanzânia, Tunísia, Turquia, Vietnã e Zimbábue. O objetivo do comitê é conceder uma assistência financeira, a pedido dos países-membros e após análise, aos lugares inscritos como patrimônio mundial.

(Com ANSA)

Comentários

Não é mais possível comentar nessa página.

  1. Carlos Marques

    Realmente, a lata de lixo e um excelente lugar para as resoluções antissemitas da UNESCO. A mesma reiteradamente pisoteia em todos os princípios democráticos e da decência que deveriam nortea-la. Sabuja dos odientos radicais islâmicos.

    Curtir

  2. Rosemay Fenselau

    Fazendo eco ao porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel: Vida longa a Israel!

    Curtir

  3. Carlos Marques

    A “Assistência Financeira” que ONU, UNESCO e seus organismos satélites oferecem ha décadas a “Entidades Palestinas”, como o notório grupo Hamas, permitem que estes parasitas se dediquem, diuturnamente, a incitação antissemita e ao terrorismo, abrindo mão de atividades produtivas, que efetivamente lhes proporcionariam um futuro….

    Curtir

  4. Daniel Miranda

    O Marcos Paulo é mais um daqueles que estudou livrinhos de Geografia e Historia na escolinha de professores de esquerda do bairro dele. Cruzadas não tinham o proposito religioso e sim econômico. E falando na Segunda Guerra, queria que você tivesse vivido no Sudeste Asiatico pra ver as atrocidades que os japoneses cometeram contra chineses, coreanos, vietnamitas, malaios, filipinos, russos, taiwaneses e outros povos sujeitos durante o conflito. Causa espanto até ao Estado Islâmico. Não seja papagaio de esquerdista meu caro.

    Curtir

  5. Sergio Greif

    Paises árabes e africanos islãmicos organizam uma votação, países de doutrina socialista aderem e mal informados endossam. Se é realmente intenção da UNESCO preservar algum patrimônio porque não condenam a Arábia Saudita que tentou apagar (e conseguiu) qualquer traço de paganismo pré-islãmico, que realizou reformas nos lugares sagrados do próprio islamismo e deu um jeito de sumir até com os indícios dos tumulos de todos os companheiros de maomé e suas esposas (para evitar a adoração em tumulos). Cadê os defensores dos lugares sagrados do islamismo que não fizeram nada contra a Arábia Saudita, pelo que eles fizeram em Meca e Medina? Cadê essas pessoas que não condenaram o governo sunita no Iraque pela destruição dos lugares sagrados xiitas naquele país. Onde eles estavam quando o EI destruiu todo o acervo sumério, caldeu e babilônico dos museus iraquianos? As mesquitas de Jerusalém só se tornaram sagradas para o mundo Islâmico depois da guerra dos 6 dias, Jerusalém nem é citada no Alcorão. A lenda de que Maomé acendeu ao céu por ali não faz sentido, os primeiros muçulmanos chegaram a Jerusalém em 637, 5 anos após a morte do profeta. Foi justamente porque o lugar já era sagrado para os judeus e que ali ficavam as ruínas de seu Templo Sagrado que o Califa Omar ibn Al-Khatab construiu ali as mesquitas, que não se tornaram importantes para os muçulmanos até os judeus se interessassem pela área. aliás, se há algo que o alcorão diz é que o lugar é sagrado para os judeus. basta que os muçulmanos comecem a ler seus próprios livros sagrados para verem isso.

    Curtir

  6. Sergio Greif

    Teste

    Curtir

  7. John Carter Bells

    A ONU e a Unesco são paus mandados dos Globalistas como Soros, Rockefellers e outros mais. Resolução de m……….. Jerusalém sempre será do povo judeu. Só esperem pra ver o que vai acontecer com a mesquita Al-Aqsa e Domo da Rocha.

    Curtir