Mar do Sul da China: presença militar dos EUA incomoda Pequim

USS Stethem, um destróier de mísseis guiados da Marinha americana, navegou a 12 milhas náuticas pela região

Um navio de guerra americano se aproximou no domingo de uma ilha no Mar do Sul da China alvo de disputa entre China, Taiwan e Vietnã, em uma operação que tem como objetivo desafiar as reivindicações concorrentes de todas as três nações.

O USS Stethem, um destróier de mísseis guiados, navegou a 12 milhas náuticas pela região. Essa foi a segunda “operação de liberdade de navegação” conduzida durante o governo do presidente Donald Trump, após um teste feito no final de maio no qual um navio de guerra norte-americano navegou uma distância parecida em torno de uma ilha artificial chinesa.

 

O Ministério de Relações Exteriores da China disse em comunicado que o navio dos Estados Unidos fez uma entrada não autorizada nas águas territoriais chinesas. A iniciativa dos EUA, na visão dos chineses, viola a soberania do país.

Pequim reagiu ao que classificou de “provocação militar e política” com envio de navios de batalha e aviões de caça.

Vários países consideram a região parte de seu território. Nos últimos anos, o Mar dos Sul da China vem sendo palco de uma silenciosa corrida armamentista.

(Com Reuters)

Comentários

Não é mais possível comentar nessa página.

  1. Tio Do lanche

    Pense como deve ser os navios chineses, de plástico barato e eletrônica defeituosa kkk se duvidar toca aquelas musiquinha quando navega kkk

    Curtir

  2. Olinto Pia Pinto

    Eles tem navios de plástico barato para vender para o Brasil e eletrônicos defeituosos para oferecer ao povo do Brasil de acordo com o poder aquisitivo da classe em que a demanda eh maior. Mas tem produtos de primeira linha para vender para os USA, Europa e para quem mais tiver credito para comprar. Tem que vender muita marmita e conhecer como funciona o establishment. A China eh a dona do mundo atual.

    Curtir