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Hillary amplia vantagem sobre Trump para 13 pontos, diz pesquisa

A pré-candidata do Partido Democrata tem 46% das intenções de voto contra 33% do republicano

A provável candidata democrata à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton, ampliou a vantagem sobre o adversário republicano, Donald Trump, para 13 pontos porcentuais, de acordo com uma pesquisa da Reuters/Ipsos, divulgada na terça-feira. Em um levantamento anterior, de 1º de julho, a ex-primeira dama estava nove pontos à frente.

A pesquisa revelou que 46% dos prováveis eleitores americanos apoiam a candidata democrata, enquanto 33% aprovam Trump. Disseram que não irão votar em nenhum dos dois na eleição de 8 de novembro 22% dos eleitores.

A nova sondagem de intenção de voto, feita entre 1º e 5 de julho, inclui respostas obtidas antes de o FBI ter recomendado, no início da semana, que Clinton não seja acusada criminalmente pelo uso de um servidor de e-mail pessoal quando era secretária de Estado. Apesar de a investigação apontar que ela foi “extremamente descuidada”, a ausência de um enfrentamento com a Justiça tira um peso da campanha de Hillary e deve ajudá-la a ganhar vantagem na corrida.

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No início de maio, 63% dos norte-americanos, entre eles 36% de democratas, disseram não acreditar que Clinton é “honesta e sincera”. Ainda assim, Hillary tem mantido vantagem sobre Trump durante a maior parte do ano entre aqueles que provavelmente irão às urnas, já que o voto é facultativo nos Estados Unidos. Enquanto a popularidade do magnata republicano diminui em meio a declarações polêmicas e aos vários problemas que sua campanha enfrenta, a democrata segue com um número consistente de eleitores.

De acordo com o levantamento Reuters/Ipsos, o nível de apoio a Trump está 10 pontos abaixo do que o indicado republicano de 2012, Mitt Romney, desfrutava em julho daquele ano. Entre os eleitores de Hillary, quase metade afirmou que a endossa porque “não quer que Donald Trump vença”. Outros 39% disseram “concordar com suas posições” e cerca de 13% afirmaram “gostar dela como pessoa”.

(Com Reuters)