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A filantropia de Lady Di e os vinte anos de sua morte

Lady Di não foi a primeira pessoa da realeza a se dedicar à filantropia. Seu filho Harry agora se destaca na área

Pela primeira vez desde a morte da mãe, os príncipes William e Harry, da Inglaterra, falaram abertamente sobre a famosa Princesa Diana.

Em um novo documentário do canal ITV, intitulado Diana, nossa mãe: sua vida e seu legado, os príncipes contam que Diana costumava entrar com eles de fininho no cinema e passear de carro ouvindo os hits da cantora irlandesa Enya.

Os irmãos comentam ainda a memória triste do último telefonema em que falaram com a mãe, horas antes da princesa sofrer um acidente de carro fatal.

Diana é lembrada pelos ingleses como “a princesa do povo” por sua dedicação a causas sociais, sobretudo à AIDS e à campanha contra minas terrestres (a princesa foi uma das primeiras figuras públicas a apertar a mão de um portador de HIV, e chegou a visitar a Bósnia pós-guerra civil para chamar a atenção global ao problema das minas). Seu trabalho é encabeçado agora por seu filho mais jovem, o príncipe Harry.

Lady Di não foi a primeira pessoa da realeza a se dedicar à filantropia. “Nos últimos duzentos anos, a Coroa trocou poder por influência. Foi por isso que membros da família real passaram a se dedicar às questões sociais”, diz Franklyn Prochaska, historiador da Universidade de Oxford. Mesmo assim, uma pesquisa de opinião indica que Diana é a mulher mais inspiradora para os britânicos até hoje. A Inglaterra não  irá esquecê-la tão cedo.

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