O senador sem voto Gim Argello chegou ao Senado como suplente e assumiu a vaga de Joaquim Roriz, que renunciou para fugir à cassação. Como relator da mais poderosa comissão do Congresso, usou o Orçamento da União para mandar dinheiro público para a família. Depois de denunciado por VEJA, em novembro do ano passado, acabou renunciando ao cargo de relator Renan Calheiros é velho conhecido do Conselho de Ética. Enfrentou ali, em 2007, cinco representações que queriam sua cassação depois que VEJA denunciou que uma empreiteira pagava mesadas a uma jornalista que era sua amante. Acabou obrigado a renunciar à presidência do Senado para fugir dos processos Edison Lobão Filho, do PMDB do Maranhão, também chegou ao Senado sem um único voto, na vaga de suplente do pai, o ministro Edison Lobão, das Minas e Energia. Como empresário, é acusado de ser sócio oculto de uma distribuidora de bebidas que sonegou milhões de reais em impostos e de manter uma emissora clandestina de TV no interior do Maranhão Em 2005, o senador Romero Jucá durou apenas quatro meses no Ministério da Previdência. Foi obrigado a renunciar depois que surgiram denúncias de que cobrava propina no cargo e ainda ocultava patrimônio. Nunca foi condeando. Em 2006, quando governava o Piauí, o TCU recomendou a cassação da candidatura de Wellington Dias à reeleição. Na época, ele recebeu dinheiro federal para a compra de ambulâncias no período eleitoral, o que é proibido por lei. O Ministério Público piauiense o processou por uso políticos dos veículos. Foi citado também em depoimentos da CPI dos sanguessugas O senador Mário Couto, eleito em 2006 para o Senado, é suspeito de ligações com o Jogo do Bicho em seu estado, o Pará