Brigitte Bardot tinha apenas 18 anos quando estrelou seu primeiro filme, Le Trou Normand, em 1952, do diretor Jean Boyer. Acima, BB encena com o ator Roger Pierre. Em Tradita, de Mario Bonnard, em 1954. Contracenando com Georges Descrières no filme Carolina e os Rebeldes, em 1955, de Jean-Devaivre. A comédia A Noiva do Comandante, de Ralph Thimas, foi feita em 1955, um pouco antes do estouro mundial de Brigitte Bardot. Acima, encenando com Dirk Bogarde. Com Roger Vadim em E Deus Criou a Mulher, de Roger Vadim, em 1956. Apesar de ter sido feito no auge da carreira de BB, em 1960, Quer Dançar Comigo?, de Michel Boisrond, não foi muito expressivo na carreira da atriz. No drama franco-italiano A Verdade, de Henri-Georges Clouzot, em 1960. Brigitte Bardot na comédia Babette Vai à Guerra, de Christian-Jaque, em 1960. Vida Privada, de 1962, dirigido por Louis Malle, é uma semi-biografia de Brigitte Bardot. A obra retrata a fama e o assédio da imprensa. Acima, BB contracenando com Marcello Mastroianni. Brigitte Bardot e Robert Hossein em O Repouso do Guerreiro, em 1962, de Roger Vadim. O longa foi baseado no best-seller homônimo, de Christiane Rochefort. BB e Jack Palance nas filmagens de O Desprezo, em 1963, dirigido por Jean-Luc Godard, considerado um dos melhores filmes da nouvelle vague. Com o músico Walter Alvera no filme Viva Maria!, de Louis Malle, em 1965. Shalako, de Edward Dmytryk, em 1968, é um dos poucos filmes em que BB aparece falando em inglês. Acima, com Sean Connery. Em As Petroleiras, de Christian-Jaque, em 1971. Em Don Juan 73, de 1976, dirigido por Roger Vadim, Brigitte Bardot interpreta a sedutora Jeanne.