Comidinhas
* Preços coletados até outubro de 2007
 
A melhor cafeteria O melhor salgado
O melhor doce O melhor sanduíche
O melhor pão O melhor sorvete
A melhor pamonha O melhor suco
O melhor pastel  

 

Veja também
Conheça os jurados
Quadro: Como eles votaram

 

A melhor cafeteria

Blend Café & Bistrô

 
Saboroso cardápio: cafés especiais e receitas de bistrô

Uma caixa do famoso Monte Cristo nº 4, presente de um primo que viajou para Cuba, fez com que Ronan Tadeu Mendonça se apaixonasse por charutos. O passo seguinte foi dividir a paixão com amigos e clientes. Assim surgiu a Blend, a princípio como tabacaria, cafeteria e chocolateria. Em 2004, Ronan percebeu que o espaço físico – a casa tinha apenas seis mesas – não suportava mais tantos clientes. Naquele mesmo ano, ele ampliou a loja e reforçou a cozinha, implantando um cardápio de bistrô. A decoração é intimista e reflete os gostos, viagens e a história do casal de proprietários. O piano instalado no pavimento inferior já pertenceu à mulher de Ronan, Tânia, que é decoradora. O balcão é decorado com azulejos antigos e as cortinas remetem à Índia. Velas ajudam a iluminar o ambiente e estão sobre as mesas e na escada feita de madeira de demolição. Os cafés, estrelas do menu, são elaborados a partir de um blend feito com grãos 100% arábica, produzidos no cerrado mineiro. O cappuccino leva chocolate, leite e uma base de café (R$ 4,50). O café tropical é preparado com sorvete de creme, chantilly, creme de café e morango (R$ 10,00). O cardápio lista quinze tipos de antepasto, incluindo caldos – o de alho-poró e camarão custa R$ 20,00 a porção –, sucos, drinques, coquetéis, cervejas especiais, quitandas, seis tipos de prato quente, seis opções de massa e seis de sobremesa. Um dos destaques do menu é o salmão ao limone, com molho cremoso de limão siciliano (R$ 55,00).

Rua 18, 282, salas 1 e 2, Galeria Marfim Shop, Setor Oeste, 3215-2909. 16h/16h (seg. a ter.); 12h/23h (qua.); 16h/último cliente (qui. e sex.); e 12h/último cliente (sáb.). Cc.: V. Cd.: V. Couvert art.: R$ 10,00 em média. Ar. Aberto em 1995.

 

O melhor doce

Richesse

Delícias visuais: quitutes para degustar também com os olhos

Formada em música, mas apaixonada pela boa cozinha, Rita Faria Cascão optou pelo requinte e pela escolha de ingredientes nobres quando decidiu abrir a Richesse, no início da década de 90. No começo, Rita se inspirou nas boas confeitarias e fez cursos em São Paulo. Com o sucesso da casa, ela passou a buscar idéias, novos ingredientes e também a aprofundar seus conhecimentos em pâtisserie fora do Brasil, especialmente na Itália e na Bélgica. O salão de chá original cedeu lugar às mesas em que hoje os clientes se acomodam na unidade do Setor Oeste – ampliada recentemente para abrigar festas, com salgadinhos, doces e bolos artísticos. Um dos destaques do cardápio para festa são os cones recheados com trufas de amarena, cereja ou framboesa (R$ 180,00 o cento). Também fazem sucesso os copinhos de chocolate belga com pistache italiano (R$ 180,00 o centro). No balcão, os salgados vendidos por unidade têm preços entre R$ 2,40 e R$ 3,80. Uma das novidades é a tortinha light de cream cheese, peito de peru e espinafre (R$ 3,80). Entre as mais de oitenta variedades de torta doce, uma das preferidas dos fregueses é a negresca, que leva creme de chocolate branco, biscoito Negresco e frutas vermelhas (R$ 32,00 o quilo). Desde 1998, a confeitaria passou a produzir também sorvetes artesanais. Os gelados são elaborados com técnica e ingredientes italianos e feitos com creme de leite fresco – o que evita a utilização da temida gordura trans. Rita coordena pessoalmente a cozinha e responde pelo desenvolvimento de novos produtos, sob a consultoria de uma nutricionista. Faz parte de sua pesquisa em pâtisserie adaptar ao paladar brasileiro as receitas e matérias-primas importadas antes de colocar no cardápio suas delícias. Tamanho esmero foi reconhecido pelo júri de VEJA Goiânia, que novamente elegeu os doces da Richesse como os melhores da cidade.

Alameda Dom Emanuel, 111, Setor Marista, 3281-5444. 8h30/20h (seg. a dom). Cc.: M e V. Cd.: M, R e V. Manobr. Ar. Entrega em domicílio. Avenida República do Líbano, 1678, Setor Oeste, 3223-7473. 8h/20h (seg. a sáb.). Cc.: M e V. Cd.: M, R e V. Manobr. Ar. Entrega em domicílio. Avenida T-4, Shopping Buena Vista, Setor Bueno, 3515-0808. 10h/22h (seg. a sáb.); e 12h/22h (dom.). Cc.: M e V. Cd.: M, R e V. Ar. Entrega em domicílio. Avenida Deputado Jamel Cecílio, 3300, Shopping Flamboyant, 2º piso, Jardim Goiás, 3546-2211. 10h/22h (seg. a sáb.); e 14h/22h (dom.). Cc.: M e V. Cd.: M, R e V. Ar. Entrega em domicílio.

 

O melhor pão

Empório Piquiras

 
Variedade: quarenta receitas feitas com matéria-prima de primeira linha

O pão servido na casa recebe pelo terceiro ano consecutivo o título de o melhor da cidade pelo júri de VEJA Goiânia. Tamanho reconhecimento é resultado de uma aposta em qualidade de matéria-prima e busca de profissionais especializados desde que a loja abriu, em 2003. Para orientar a produção dos pães, os proprietários da casa trouxeram do Empório Santa Maria, reduto do consumo de luxo em São Paulo, o padeiro Antônio Carlos Araújo da Silva. Atualmente, o Empório Piquiras produz mais de quarenta tipos de pão, dezenove deles salgados. Uma novidade é o pão light feito sem gordura nem açúcar, que custa entre R$ 0,50 e R$ 1,70 a unidade. O pão australiano, que leva leite, farinha de soja e cacau, sai por R$ 12,00 o quilo e tem feito sucesso entre os clientes. O pão integral é produzido com 80% de farinha de trigo integral e custa R$ 0,45 a unidade. A loja do Shopping Bougainville funciona também como bistrô, servindo almoço e jantar, e está se transformando em ponto de encontro de confrarias enogastronômicas. Um espaço gourmet, com mesa de degustação, e aproximadamente 600 rótulos na adega são os principais atrativos para esses grupos. Um dos destaques da adega é o francês Petrus, safra 1988, que custa 7 900 reais a garrafa. Nas duas lojas, um sommelier fica à disposição para orientar os clientes na escolha dos rótulos e são realizados com freqüência cursos e palestras. Na loja do Shopping Buena Vista, os destaques são os cafés, as mais de trinta opções de sanduíche e ainda as tábuas de frios – que custam entre R$ 35,00 para duas pessoas e R$ 300,00 para vinte pessoas, com queijos e frios importados. Um dos destaques do cardápio é o sanduíche filé especial, feito com pão, tomate seco, rúcula e filé mignon (R$ 15,00). As unidades do Empório Piquiras oferecem ainda outras bebidas importadas, produtos de mercearia, hortifrútis, queijos, frios, congelados, carnes, utensílios gourmet e até flores.

Avenida T-4, 466, salas 114 a 117, Shopping Buena Vista, Setor Bueno, 3515-0600. 8h/22h (seg. a sáb.); e 8h/13h (dom.). Cc.: M, V e A. Cd.: M, R e V. Ar. Rua 9, 1855, Shopping Bougainville, Setor Marista, 3945-9900. 8h/22h (seg. a sáb.); e 8h/16h (dom.). Cc.: M, V e A. Cd.: M, R e V. Ar. www.piquiras.com.br. Aberto em 2003.

 

A melhor pamonha

Frutos da Terra

Sabor tradicional: receita da especialidade da casa tem mais de duas décadas

Qual é o segredo do sucesso da pamonha servida na Frutos da Terra, novamente eleita pelo júri de VEJA Goiânia a melhor da cidade? Maria Zélia Teixeira de Queiroz Lobo, proprietária da casa, garante que o ponto-chave é a utilização de milho sempre fresco, claro, tenro, do tipo cristal. O resultado é uma pamonha cremosa, de sabor suave, servida quentinha. Ao longo do dia são produzidas cinco remessas da iguaria – a primeira quando as lojas abrem e a última por volta das 20h30. A receita campeã é a mesma há mais de duas décadas. Ela foi herdada da matriarca e fundadora da casa, Ione Lobo, que aprendeu os segredos da boa cozinha da tradicional Cidade de Goiás com a mãe e as avós. O apego às tradições de família não impediu que, ao longo dos anos, as pamonhas ganhassem novos recheios, como catupiry, frango e guariroba, e que outros produtos, como empadão, sopa de milho, pamonhas frita e assada e quitandas congeladas, fossem incorporados ao cardápio. A casa também oferece sucos, cremes, doces em compotas, além de arroz-doce e curau. A Frutos da Terra vende seis variedades de pamonha feitas do modo tradicional. A doce com queijo, a salgada com queijo e a pimenta com queijo custam R$ 3,00 a unidade. A doce com catupiry, a pamonha à moda (com queijo e lingüiça) e a especial (com frango, guariroba, queijo e lingüiça) saem por R$ 3,20 a unidade. O empadão goiano, recheado com batata, ervilha, frango, azeitona, guariroba, lingüiça e queijo, custa R$ 7,00, assim como o empadão à moda, que leva peito de frango, ervilha, batata, azeitona, queijo e palmito. Os bolinhos de milho, chamados de pamonha frita, saem a R$ 1,00 a unidade e a pamonha assada custa R$ 1,50.

Avenida Perimetral, 2065, Setor Oeste, 3233-1507. 11h/23h (seg. a dom.). Cc.: H, M e V. Cd.: M, R e V. Entrega em domicílio (Taxa entre R$ 2,30 e R$ 11,00). Avenida T-11, 411, Setor Bueno, 3281-4049. 11h/23h (seg. a dom.). Cc.: H, M e V. Cd.: M, R e V. Entrega em domicílio (entre R$ 2,30 e R$ 11,00). www.pamonhariafrutosdaterra.com.br. Aberto em 1984.

 

O melhor pastel

Jacareí

 
Segredo do sucesso: receita exclusiva desenvolvida na casa

A família Okimura Yagi está em Goiânia desde a década de 60, quando saiu do interior de São Paulo, onde trabalhava na agricultura, e veio para a capital abrir uma mercearia. O local escolhido para inaugurar a casa só tinha ruas sem pavimento e muito mato, mas hoje a região é considerada zona nobre. Um ano depois de estabelecer a mercearia, o casal Kimio e Ayako Yagi, ambos japoneses de nascimento, decidiu transformá-la em pastelaria. Para chegar à receita ideal do quitute, eles desenvolveram formas diferentes de preparar a massa, incrementando-a com ingredientes pouco comuns e abolindo o óleo de sua preparação. O resultado é um pastel cuja massa lembra a da fogazza, e novamente foi eleito o melhor da cidade pelo júri de VEJA Goiânia. A iguaria é servida nos sabores carne, carne com pequi, carne com queijo, carne com guariroba, guariroba, frango com guariroba, frango com palmito, frango com catupiry, palmito, presunto com queijo, queijo e camarão. Custa R$ 2,50 cada unidade. A Jacareí serve ainda salgados e sucos.

Avenida T-2, 3042, Setor Bueno, 3291-7782 / 3233-1220. 7h30/18h30 (seg. a sex.); e 7h30/13h (sáb.). Entrega em domicílio. Aberto em 1966.

 

O melhor salgado

Biscoitos Pereira

Hora do lanche: salgados fresquinhos durante todo o dia

As concunhadas Shirley Antonia Borges e Maria das Graças de Castro aprenderam a fazer quitandas com a sogra, dona Geralda, matriarca da família que há mais de quarenta anos comanda a lanchonete J. Pereira, no centro da cidade. No fim da década de 80, elas resolveram abrir em sociedade seu próprio negócio e, aos poucos, foram desenvolvendo novas receitas de salgados. Hoje, a loja localizada na Praça Tamandaré é pequena para a quantidade de clientes. Pelo quarto ano consecutivo, a casa foi eleita pelos jurados da VEJA Goiânia como a que produz o melhor salgado da cidade. Os filhos tomaram gosto pelo negócio e estão sempre atrás do balcão, ao longo do qual os fregueses podem se acomodar em bancos. Ao todo, sete pessoas trabalham na produção, que é comandada pelas proprietárias, e outras oito atuam no atendimento. O cardápio lista salgados (incluindo versões para festas, vendidas por cento), quitandas, bolos, congelados, tortas salgadas e lasanhas. Para beber, serve sucos – como o especial, que leva laranja e frutas diversas e custa R$ 4,00 –, mate, cremes e o básico café com leite (R$ 1,20). O pão de queijo, feito com a tradicional receita mineira, é vendido a R$ 1,10 a unidade. Entre os salgados, têm boa saída a esfiha de carne e o enroladinho de queijo (R$ 1,50 cada um). Há versões mais sofisticadas, como as quiches de alho-poró, espinafre e bacon, que custam R$ 4,00 cada uma. O croquete de carne-seca também faz sucesso entre os fregueses e sai a R$ 2,50. Tem boa saída o pastel assado de frango defumado, vendido a R$ 3,00 a unidade.

Rua 10, 459, Praça Tamandaré, Setor Oeste, 3215-1329. 6h/19h30 (seg. a sex.); e 6h/12h (sáb.). T.: Cr, C, T e V. Entrega em domicílio. Aberto em 1987.

 

O melhor sanduíche

Buldogs

Qualidade garantida: apenas ingredientes selecionados

Mesmo sem entender muito de cozinha, Josias Lima da Silva optou por abrir um negócio no ramo de alimentação quando, na segunda metade da década de 90, o banco estatal em que trabalhava foi privatizado. A primeira experiência foi com uma padaria no Setor Aeroporto. Em 1997, ele comprou o trailer de lanches de um ex-colega de banco. Àquela altura, a marca Buldogs já tinha tradição na cidade e Josias resolveu apostar suas fichas na qualidade do produto. Para abastecer seu pit-dog, ele montou uma indústria própria de carnes que prepara os hambúrgueres feitos com cortes nobres de carne bovina e também os filés mignon e de frango consumidos na lanchonete. Durante alguns meses, ele e a esposa participaram de um curso sobre processamento e conservação de alimentos. Outra aposta foi na escolha de fornecedores com tradição no mercado. Queijos, bacon, apresuntado, salsicha e outros embutidos consumidos são de uma marca nacional, assim como a margarina utilizada nas chapas. Hoje, a Buldogs tem 21 funcionários que se revezam no atendimento aos clientes e no preparo dos alimentos. Todos passam por treinamentos periódicos em excelência de atendimento e automotivação. O cardápio lista oito sanduíches, eleitos pelo júri de VEJA Goiânia os melhores da cidade. Eles podem ser preparados com pão sírio ou de hambúrguer e com cinco tipos de carne (hambúrguer Sadia, hambúrguer de fabricação própria, filé mignon, filé de frango e peito de peru). O cliente também pode adicionar uma série de ingredientes opcionais ou montar seu próprio sanduíche. Uma sugestão é o super forte (peito de peru ou filé mignon, pão, queijo, bacon, lingüiça guanabara, ovo, apresuntado e salada), a R$ 9,70. Também faz sucesso o kit premium, que inclui batata frita pequena e sanduíche preparado com dois hambúrgueres, cheddar e salada. Além das estrelas da casa, o cardápio oferece ainda batata frita, sucos, refrigerantes, cerveja em lata e cremes – como o de limão com sorvete, que leva suco da fruta, sorvete de creme, leite e açúcar (R$ 4,30).

Rua 23, Praça Léo Lynce, em frente ao número 72, Setor Oeste, 3092-6133. 18h/3h (dom. a qua.) e 18h/6h (qui. a sáb.). Cc.: M e V. Cd.: M, R e V. T.: Cr, C, T e V. Entrega em domicílio (3215-3350 ou 3214-1527). Rua 134, 155, salas 45 e 46, Shopping Center Sul, Setor Oeste, 3215-3350 e 3214-1527. 18h/0h (seg. a dom.). Cc.: M e V. Cd.: M, R e V. T.: Cr, C, T e V. Entrega em domicílio. www.buldogs.net. Aberto em 1985.

 

O melhor sorvete

Frutos do Cerrado

Valor regional: gelados feitos com frutos típicos do cerrado

O estímulo ao plantio de frutos típicos do cerrado e a valorização desses ingredientes regionais são destaques da sorveteria comandada por Clóvis José de Almeida. Quando se mudou de São Luís dos Montes Belos para a capital, no início da década de 90, Almeida chegou a vender picolés na rua até começar a fabricar sorvetes. Os primeiros gelados tinham sabores clássicos, como creme, flocos e morango. A experiência pioneira com frutas exóticas foi com o cupuaçu e o açaí. Como os novos sabores agradaram aos fregueses, ele resolveu investir também em frutos típicos do cerrado, como muruci, mangaba e cajá-manga. Surgiu então a marca Frutos do Cerrado. Em 2004, foi aberta a primeira loja da franquia. Atualmente, há três unidades em Goiânia, dois quiosques em shoppings, além de lojas no interior do estado, no Distrito Federal e em Minas Gerais. São produzidos 53 sabores de picolé (R$ 1,25 a unidade) e sorvete (R$ 2,00 o pote de 180 mililitros). Desses, 22 são feitos com frutas do cerrado ou exóticas, como cajá-manga – que responde por 70% das vendas –, mutamba, pequi e gabiroba. As primeiras frutas nativas Almeida recebeu de fazendeiros, como doação. Hoje, ele tem um trabalho reconhecido de preservação ambiental e também de estímulo ao plantio de frutos do cerrado. O grande desafio do empresário é conseguir matéria-prima para os seus produtos. Isso porque as árvores frutíferas do cerrado estão ameaçadas pelo avanço da agricultura empresarial. Para isso, ele percorre todas as áreas de cerrado no país, que abrange mais de dez estados. O controle de qualidade é rígido, e vai desde a coleta dos frutos, a sanitização, o armazenamento até a produção. O resultado é um sorvete de qualidade, eleito pelo júri de VEJA Goiânia o melhor da cidade. Além de oferecer os gelados no sistema self-service, a Frutos do Cerrado serve taças como a tropical (três bolas de sorvete, salada de frutas e cobertura de chantilly, castanhas e cereja), a R$ 8,00.

Avenida 85, 3276, Setor Bueno, 3278-1209. 9h/22h (seg. a dom.). Cc.: M e V. Cd.: R e V. Entrega em domicílio. Avenida T-9, 2392, quadra 524, lote 12, Jardim América, 3942-1322. 9h/22h (seg. a dom.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V. Entrega em domicílio. Castelo Branco, 1015, Setor Coimbra, 3293-3600. 9h/21h (seg. a dom.). Cd.: R e V. Entrega em domicílio. Aberto em 1996.

 

O melhor suco

Bapi

Refrescantes: mais de quarenta opções para matar a sede

Tenente aposentado da Aeronáutica e sempre preocupado com a saúde e a boa forma, Agripino Batista abriu, no fim da década de 70, uma loja de sucos naturais em parceria com o primo Alcides Pina. A casa foi uma das primeiras em Goiânia a servir açaí na tigela, à época acompanhado de farinha de tapioca. Ao longo de três décadas, a casa ganhou uma clientela cativa. A partir de 2001, uma equipe de nutricionistas – denominada equipe bem estar – passou a coordenar a cozinha e, sob a consultoria do chef André Barros, foram desenvolvidos novos pratos que agregam sabor, leveza e saúde. No início deste ano, foi inaugurada a primeira loja de rua da marca, na Avenida T-63. O cardápio se sofisticou, mas Agripino Batista ainda faz questão de escolher, pessoalmente, todos os fornecedores. Os mais de quarenta tipos de suco são feitos com frutas frescas, congeladas ou em polpas. Por mais R$ 2,50 é possível adicionar um "turbo" ao suco – complemento nutricional que, segundo os proprietários, não altera o sabor, mas acrescenta proteína, energia ou fibra. Outra novidade são os sucos terapêuticos (R$ 6,00 o copo de 500 mililitros), que combinam frutas com o objetivo de potencializar seus efeitos benéficos ao organismo. As sugestões são o super a, que leva laranja, manga, mamão, cenoura e beterraba, e o super c, preparado com acerola, laranja e morango. O cardápio também lista smothies (milk-shakes feitos com frozen iogurte e 30% menos calorias) e milk-shakes feitos com sorvetes. Para comer, uma das opções é o risoto bapi fiorentino, feito com arroz integral, tomate seco, rúcula, manjericão e molho branco, acompanhado de salada de alface e tomate e frango grelhado (R$ 13,90). O sanduíche babi giorno é feito com pão ciabatta, lascas de salmão, tomate fresco, mussarela de búfala, rúcula e molho pesto (R$ 10,90). Pela quarta vez consecutiva, o júri de VEJA Goiânia escolheu a Bapi como a casa que oferece o melhor suco da cidade.

Avenida Deputado Jamel Cecílio, 3300, piso 3, Shopping Flamboyant, Jardim Goiás, 3093-3094. 10h/22h30 (seg. a sáb.); e 11h/22h30 (dom.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V. Cr.: T, V e So. T.: Tr. Ar. Avenida T-10, 1300, 3º piso, Goiânia Shopping, 3093-3096. 10h/22h30 (seg. a sáb.); e 11h/22h30 (dom.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V. Cr.: T, V e So. T.: Tr. Ar. Avenida Jamel Cecílio, 3300, 1º piso, Shopping Flamboyant, Jardim Goiás. 10h/22h30 (seg. a sáb.); e 11h/22h30 (dom.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V. Cr.: T, V e So. T.: Tr. Ar. Avenida T-63, 1210, em frente ao Supermercado Pão de Açúcar, Setor Bueno, 3095-6569. 11h/01h (seg. a sáb.); e 12h/01h (dom.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V. Cr.: T, V e So. T.: Tr. Ar. www.bapinet.com.br. Aberto em 1977.

 
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