Restaurantes
* Preços coletados até março de 2008

Santo André O melhor japonês
O melhor do ABC A melhor pizzaria
A melhor carne São Bernardo do Campo
A melhor carta de vinhos O melhor frango com polenta
O melhor variado O melhor italiano
Chef do ano São Caetano do Sul
O melhor brasileiro O melhor pescado
A melhor costelaria  

 

Os melhores

Além de opinar sobre o melhor em cada especialidade, cada
jurado fez uma lista com dez restaurante sem ordem decrescente.
O primeiro recebeu 10 pontos, o segundo 9, e assim até o décimo,
com 1 ponto. O quadro mostra o campeão e, em ordem
alfabética
, as outras nove melhores mesas da capital


 

Veja também
Conheça os jurados
Quadro: Como eles votaram

 

Santo André

Coleção de prêmios

O melhor do ABC
A melhor carne
A melhor carta de vinhos
O melhor variado

Baby Beef Jardim

O suculento master beef e a adega climatizada no meio do salão: gosto pela inovação

Na edição passada, foram quatro prêmios atribuídos pelos jurados de VEJA ABC: o melhor restaurante da região, a melhor carta de vinhos e o melhor variado, além de chef do ano para Geraldo Rocha. Nesta, ganhou de novo os quatro prêmios e ainda outro, o de melhor carne. Dificilmente a casa conseguiria tal feito se não fosse a constante busca por inovação. Com a ajuda da nutricionista Paula Cavalinni, o chef Geraldo Rocha criou novos pratos – saborosos, mas que não ultrapassam as 400 calorias, como o linguado com purê de damasco e cenoura. No segundo semestre de 2007, o chef Edicio Silva, que trabalhou com Alex Atala no extinto Filomena, juntou-se ao time. Ele trouxe à cozinha um toque da inventiva culinária espanhola contemporânea. Para a entrada, as novidades são a ostra gratinada com leite de coco e castanha-do-pará e o pimentão recheado com bacalhau e palmito pupunha sobre o molho de camarões e champagne. Entre os risotos, destaque para o de bacalhau, azeitonas, brócolis e tomate. Para harmonizar com pratos assim, o cliente pode entrar na adega climatizada, no meio do salão, e escolher seu vinho. A carta lista 200 rótulos, como o Achaval Ferrer Quimera (safra 2006), o Don Melchor (2003) e o Quinta do Vallado (2005). Como se vê, sobram razões para a reconquista dos títulos do ano passado. E quanto ao de melhor carne? As carnes chegam brutas ao restaurante, onde três cozinheiros (designados só para essa tarefa) realizam o corte. Para manter as fibras, eles embalam o produto a vácuo. Um dos cortes prediletos dos clientes é o master beef, que vem no prato num pedaço com 600 gramas (a peça é tirada da primeira costela do boi junto com o osso, o que lhe confere mais sabor). Em 2008, o Baby Beef resolveu investir também na carne kobe, de origem japonesa. É extraída de bois que vivem confinados sob um regime à base de cerveja. Entre as carnes desse tipo estão o bife de chorizo e o ancho. $$$$

Rua das Bandeiras, 166, Jardim, Santo André, 4436-7869 (240 lugares). 11h30/último cliente (dom. só almoço até 17h30). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Manobr. Couvert: R$ 11,50 opcional. Ar. Calefação. (R$ 15,00) (livre) Entrega em domicílio (apenas no bairro). www.babybeefjardim.com.br. Aberto em 1996.

 

Chef do ano

Geraldo Rocha

O homem que começou como jardineiro em um hotel e hoje comanda uma equipe de 25 pessoas na cozinha do restaurante Baby Beef faz questão de lembrar que já perdeu uma vaga de emprego por causa da dificuldade em se expressar com palavras. Pouco importa. Seus pratos requintados, com inspirações francesa e espanhola, acrescidos de ingredientes brasileiros, falam por ele. Vencedor em 2007 e neste ano como o melhor chef da região do ABC, Rocha busca inspiração em feiras de rua e no Mercado Municipal de Santo André. Sua última criação veio quando avistou um cupuaçu, típica fruta amazônica. Não levou uma semana para criar um risoto com o ingrediente. Entre as receitas que sente orgulho de preparar nestes 28 anos de cozinha estão a sua paella (que leva um toque de vinho branco) e um inusitado trançado de finas e compridas fatias de cenoura, abobrinha e nabo (ideal para decorar pratos como o carré de cordeiro).

 

O melhor brasileiro

Pilão Mineiro

 
Comida da terra: à moda das Minas Gerais – e de várias outras regiões do Brasil

Há 22 anos, Manoel e Vagner Netto, pai e filho, decidiram largar a rede de restaurantes que mantinham na capital. Mas na hora de montar um negócio em Santo André não abandonaram a área gastronômica. Paulistas e admiradores da comida de Minas Gerais, criaram a casa que é reeleita a melhor da região na especialidade de cozinha brasileira, segundo o júri de VEJA ABC. Da decoração aos itens do cardápio, tudo no Pilão Mineiro remete a imagens de uma cidade das Alterosas. As receitas ficam expostas em panelas de ferro, no sistema de bufê, e o cliente pode escolher entre trinta tipos de salada e 44 pratos quentes. Estão presentes, é claro, o frango com quiabo e o tutu de feijão, clássicos da mineirice. Receitas de outras regiões, como a carne-de-sol, também integram o cardápio. Novidades incluídas em 2008 são o cordeiro, a picanha maturada, o medalhão de lombo, a costela e a lingüiça apimentada. O cliente paga preço único e se serve à vontade desses cortes. Entre as sobremesas, o sucesso fica por conta dos doces de abóbora, de cidra, de banana, de leite condensado, de laranja, da goiabada e da cocada – todos caseiros. E, para arrematar, no cantinho da cachaça você encontra 207 rótulos de aguardente, a exemplo da Anísio Santiago, da Nega Fulô e da Dona Bêja. $$

Avenida Dom Pedro II, 1172, Jardim, Santo André, (11) 4436-2779 (340 lugares). 11h30/15h30 e 18h30/último cliente (sáb., dom. e feriados sem intervalo). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: S. www.pilaomineiro.com.br. Aberto em 1987.

 

A melhor costelaria

Costelaria Berlin

A grande estrela do restaurante: assada quinze horas no bafo

Três dos seis donos moraram na capital da Alemanha. O nome da costelaria, portanto, dispensa explicações complementares. Mas o surgimento, por mero acaso, do prato principal rende uma história no mínimo curiosa. A intenção inicial era fazer com que o até então bar fosse conhecido por sua variedade de bebidas (nas paredes ainda sobrevive a coleção de latinhas de cerveja do mundo todo, com mais de 1?500 unidades). Em um sábado lotado de clientes, um dos seis sócios, Ailton Guimarães, teve a idéia de servir costela de graça aos clientes. Dessa maneira despretensiosa, nasceu a costela temperada, enrolada num celofane e assada no bafo durante quinze horas antes de ir à mesa – hoje, paga. É servida com mandioca na chapa acompanhada de farofa, pão e vinagrete. Você pode optar pelo festival, pagando um preço único para se servir de diversos acompanhamentos, como arroz-de-carreteiro, feijão-tropeiro e couve, disponíveis no bufê. A costela, é claro, entra no pacote. No almoço, o rodízio inclui quinze cortes da carne. O menu à la carte lista ainda iguarias germânicas como o eisbein mit sauerbraut (joelho de porco servido com chucrute, salsicha e batatas cozidas). As noites de quarta a sábado são animadas por MPB ao vivo. A matriz fica em São Bernardo (ver pág. 98). A unidade de Santo André passou por reforma e ganhou sessenta lugares no novo piso superior. A varanda agora fica fechada por uma parede de vidro, a fim de proteger os fregueses nos dias de chuva. Para completar a repaginação, foram instaladas três TVs de plasma. $$

Alameda São Caetano, 719, Jardim, Santo André, (11) 4427- 4577 (150 lugares). 11h30/último cliente (dom. até 17h; fecha seg.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Cr.: S, T e V. Couvert art.: R$ 3,50 (qua. a sáb.) somente no jantar. (R$ 4,00 almoço e R$ 6,00 jantar). Entrega em domicílio. www.berlin.com.br. Aberto em 1996.

 

O melhor japonês

Mangá

Combinados no capricho e no 2º piso: tatames de palha: chamarizes para o público jovem

O sobrado com jardim japonês e janelas arredondas na fachada só existe porque dois irmãos amantes de comida japonesa, paulistanos, não encontravam um restaurante do gênero no ABC. Agora encontram – eles e os muitos clientes conquistados nesses seis anos de existência. O 2º andar mescla elementos tipicamente orientais (tatames de palha) com outros mais modernos (TV de plasma e pick-up para DJ, usado só em datas especiais). Atrai principalmente o público jovem. Em 2008, a casa incluiu no menu a entrada carpaccio mangá (finas fatias de salmão e camarão com limão, azeite e cebolinha) e novos temakis como o hot shake de salmão empanado com cream cheese de alface. Criou-se ainda, com base em uma nada científica pesquisa informal entre a clientela, o combinado daisuki (em japonês, "gosto muito"). O prato é farto. Reúne 24 fatias de sashimi de salmão, atum e polvo, além de unidades de uramaki (sushi especial com arroz na camada externa), hot roll e sushis. Para quem prefere comer de tudo um pouco, o rodízio resolve a questão. Mas lembre-se: não é servido nos jantares de sexta e sábado. Entre os itens do rodízio, entradas quentes e frias, sushis variados, temakis e harumakis, mais porções limitadas de sashimi, shimeji e yakisoba. O título de bebidas campeãs de pedidos cabe às caipirinhas de vodca, que levam essências de melão, maçã verde ou tangerina. Outra novidade introduzida neste ano diz respeito à contratação do chef Diego Lozano, representante da América Latina em um festival de chocolate na França. A proposta é que ele crie durante o ano sobremesas exóticas. Lozano já adicionou à carta de sobremesas o bombom de jasmim, gengibre e wasabi, secundado por sorvete de creme. $$

Alameda São Caetano, 374, Jardim, Santo André, 4992-1927 (110 lugares). 11h30/14h30 e 18h30/23h30 (sex. jantar até 0h; sáb. 12h/15h e jantar até 0h; dom. só almoço 13h/16h; fecha seg.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: T e V. Manobr. (R$ 5,00 no almoço e R$ 8,00 no jantar). Ar. www.restaurantemanga.com.br. Aberto em 2002.

 

A melhor pizzaria

San Marco

Apuro nos ingredientes: a pizza de rúcula é feita com vegetais cultivados em estufa

A entrada passa uma falsa impressão. Parece uma pizzaria acanhada, do tipo que serve pizzas no balcão. Não se deixe enganar. É lá nos fundos que reside a verdadeira San Marco. São dois espaçosos ambientes, um deles com luz natural (geralmente usado para eventos) e outro com carpas e tartarugas numa piscina. Fundada por descendentes de italianos quase três décadas atrás, foi a pioneira do ABC no preparo da pizza no forno a lenha com massa aberta na hora. O resultado dessa operação está à venda em quatro tamanhos, do família (40 centímetros) ao individual (20 centímetros). Uma das mais pedidas, a pizza de rúcula é feita com o vegetal criado em estufa (para ficar menos amargo) – leva ainda tomate seco e mussarela de búfala. A pizza à moda da casa tem sabor mais marcante, graças à mistura de escarola, presunto gordo, palmito, ervilha, bacon, aliche argentino e queijo parmesão. Marco Debbellis, dono da casa, criou a baiacatu (calabresa moída com pimenta e catupiry). Já o molho da margarita (feito com manjericão fresco) é uma invenção do pizzaiolo Jair Albano, há vinte anos na casa – a fórmula ele não revela nem para o patrão. As famigeradas pizzas doces aparecem nas versões banana (a fruta mais canela, açúcar e sorvete de creme) e nega maluca (chocolate, morango, kiwi e cereja). Em 2008, o menu ganhou novas versões de salada, a exemplo da joana (tomate, palmito, rúcula, tomate seco, coração de alcachofra, mussarela, presunto tipo parma italiano, azeitonas chilenas e alcaparras, com pedaços crocantes de massinha de pizza para acompanhar). A carta de vinhos lista setenta rótulos. Os mais pedidos são os chilenos e o brasileiro Marson, produzido em Cotiporã, no Rio Grande do Sul. $$

Rua das Bandeiras, 271, Jardim, Santo André, (11) 4990-7900 (350 lugares). 18h/0h (sex. e sáb. até 1h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Cr.: S e T. T.: C, T e V. Manobr. (R$ 8,00). Entrega em domicílio (todos os dias, 18h/0h). www.sanmarcopizzaria.com.br. Aberto em 1979.

 

São Bernardo do Campo

O melhor frango com polenta

São Judas

Sete versões da receita: entre os fregueses, até o presidente da República

Prestes a completar 60 anos, o mega-restaurante de 6 000 metros quadrados, que chega a atender ao mesmo tempo um exército de 4 200 comensais, não cansa de trazer novidades. A mais recente delas, disponível desde dezembro de 2007, diz respeito à inauguração do Demarchi Express. É um serviço de bufê que funciona no almoço de segunda a sexta, com dez opções de pratos quentes e dez de frios, e vem juntar-se ao sistema à la carte e ao self-service (com vinte tipos de salada, vinte de pratos quentes e churrasco). Tanta fartura em nada faz lembrar os primeiros tempos da casa, quando havia apenas quarenta lugares e dona Santa, a matriarca da família Demarchi, dona do estabelecimento, matava os frangos de seu galinheiro para servi-los aos clientes. Até hoje a estrela do menu, o frango é preparado de diferentes formas: entre elas, cortada à passarinho, ao molho, ao alho e óleo, à milanesa ou desossado. O segredo da polenta que o acompanha está no fubá, que vem de um pequeno produtor do interior de Minas Gerais. Por semana, 2 toneladas da receita são feitas para guarnecer as 4 000 aves vendidas. Faz tempo que ele não aparece, mas o presidente da República, amigo íntimo do fundador da casa, Laerte Demarchi, costuma pedir o seu franguinho com polenta por telefone, quando está em São Bernardo. Preferido de Lula, o prato também leva pela segunda o vez o título de o melhor da região, na opinião do júri de VEJA ABC. De sexta a domingo, há música ao vivo. $$

Avenida Servidei Demarchi, 1749, Demarchi, São Bernardo do Campo, (11) 4346-4444 (4?200 lugares). 11h30/2h (dom. até 17h; seg. e ter. até 15h; qua. e qui. até 0h). Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: S, T, V e So. T.: Cr, C, T e V. Couvert art.: R$ 4,00 (sáb. após 20h30). (1 200 vagas). Ar. Entrega em domicílio (a partir de R$ 3,50). www.restaurantesaojudas.com.br. Aberto em 1949.

 

O melhor italiano

Cantina Fratelli d'Itália

Da Emilia-Romagna a São Bernardo: tradição à mesa

Em poucos segundos de conversa com Wilma Zanon, o interlocutor começa a perceber que a restauratrice troca a pronúncia de algumas palavras em português, esquece outras e vai e volta ao seu idioma natal. Italiana de Modigliana, na Emilia-Romagna, Wilma chegou em 1950 ao Brasil trazendo o dom de cozinhar que aprendeu aos 9 anos, com a avó e a mãe. Em 1982, resolveu levar a sério os elogios pelos pratos que fazia e abriu o restaurante, considerado em 2008 o melhor italiano por VEJA ABC. Tudo, ali, lembra tradição. O ambiente caseiro, de clima intimista, se divide em dois salões e dois ambientes menores, reservados para eventos particulares. No cardápio, Wilma garante, pouco mudou nos últimos 25 anos. A única diferença entre o que fazia na Itália e sua rotina na cozinha hoje é o uso de uma máquina para abrir a massa. Como entrada, ela sugere a salada venezia, que mistura almeirão cortado com bacon frito no vinagre e vinho tinto. Entre as catorze opções de massa, as recheadas, como o schiaffone com espinafre, mostarda, molho branco e queijo parmesão, têm boa saída. Também é muito pedido o agnolotti (massa com recheio de ricota fresca, nozes e parmesão). Opções com carne podem ser o cotolette di agnello alla fratelli (carne de cordeiro preparada com vinho, alho e ervas finas) e o coniglio alla cacciatora (coelho feito na caçarola e que leva cebola, vinho tinto, molho de tomate e sálvia). O pollo alla fratelli também é marca registrada. Trata-se de um frango frito cortado nas juntas e temperado com alecrim e um alho inteiro. Há duas adegas climatizadas, e a carta de vinhos apresenta cerca de 60 rótulos, como o francês Masson Dubois Crozes Hermitage. De sobremesa, é conhecida – e aprovada – entre os clientes a torta de chocolate. $$$

Rua Doutor Fláquer, 515, centro, São Bernardo do Campo, (11) 4330-2997 (80 lugares). 11h30/15h (sáb. e dom. até 16h; fecha seg.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R, C e V. Manobr. www.cantinafratelli.com.br. Aberto em 1982.

 

São Caetano do Sul

O melhor pescado

Restaurante Sete Mares

Salmão ao molho de morango: um universo de possibilidades para receitas com peixes e frutos do mar

Ex-cabeleireiro e ex-dono de uma loja de lingerie, o chef e proprietário Simon Calcin Neto anda preocupado. Precisa dar um jeito de ampliar seu restaurante. Pela quarta vez, visto que a terceira ampliação já se encontra em andamento. É que os admiradores de seus pescados não param de crescer – entre eles, os jurados de VEJA ABC, que consideraram o Sete Mares o melhor restaurante de pescados pela segunda vez. Ele faz questão de ir pessoalmente, de quinze em quinze dias, ao litoral de Santa Catarina para conferir a qualidade do camarão, do polvo, da lula, da carne de siri e do marisco que manda buscar por lá. O salmão e a truta vêm do Chile; os camarões rosa e branco, do Rio Grande do Norte. Peixes e frutos do mar chegam embalados a vácuo, quase sempre de avião. Entram no restaurante e seguem direto para uma câmara fria, a constantes 21 graus negativos. Servido desde julho de 2007, o bufê tornou-se uma das opções preferidas dos freqüentadores. Reúne 25 pratos frios (como kani e lula ao vinagrete) e 34 quentes (camarão empanado, três tipos de moqueca, salmão ao molho de morango, badejo grelhado e outros). Mas é com o menu à la carte em mãos que os fanáticos por sabores marítimos vão ao delírio. Podem pedir, por exemplo, o camarão sete mares (camarão-rosa, sem casca e grelhado na chapa, escudado em legumes na manteiga e arroz à grega). Ou a lagosta à thermidor (frita e gratinada com molho branco, champignon e alcaparras), que vem com purê de batata e arroz de amêndoa. E ainda há espaço para comida oriental no almoço e no jantar, com combinados e rodízio no 2º andar. Para encerrar a refeição, a sobremesa mais pedida é a banana frita com leite condensado, canela e sorvete. $$$

Estrada das Lágrimas, 1816, Mauá, São Caetano do Sul, (11) 4238-4622 (350 lugares). 11h30/último cliente. Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: S, T, V e So. T.: Cr, C, T e V. Manobr. Ar. Aberto em 1997.