Anthony Garotinho

Perfil

NOME Anthony Garotinho

IDADE

PROFISSÃO/CARGO Ex-governador do Rio de Janeiro, atual deputado federal (PR-RJ)

Escândalos
Confira em que escândalos esse personagem se envolveu – e sua participação em cada um
  • Garotinho e a turma do Chuvisco
    • Envolvimento

      As acusações contra a Turma do Chuvisco atingiram em cheio Anthony Garotinho, então uma força política em ascensão. Às primeiras denúncias, somou-se mais tarde a suspeita de que o governador e mais tarde secretário de Segurança Pública na gestão de sua mulher, Rosinha Garotinho, acobertou ações de um grupo de policiais que, encastelados na chefia da Polícia Civil, barbarizou o Rio de Janeiro cometendo atos ilícitos variados.

      O que aconteceu

      É alvo de três inquéritos no Supremo Tribunal Federal que apuram os crimes de peculato, lavagem de dinheiro, ameaça e crime eleitoral. Também é alvo de ações de improbidade na Justiça fluminense. Em agosto de 2010 foi condenado pela Justiça Federal a dois anos e meio de prisão por formação de quadrilha. A pena foi revertida em prestação de serviço à comunidade, e proibição de exercer cargo público e mandato eletivo, com a possibilidade de recorrer em liberdade. A decisão, de primeira instância, não foi alcançada pela Lei da Ficha Limpa. No mesmo ano, disputou uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo PR e obteve votação recorde. Três anos depois, o então procurador-geral da República, Roberto Gurgel, denunciou o deputado federal e a mulher dele, a prefeita de Campos, Rosinha Garotinho (PR), por suspeita de envolvimento com o desvio de 650 000 reais do Estado do Rio de Janeiro.
       
      Conforme a denúncia de Gurgel, o casal teria participado das irregularidades com o objetivo de obter recursos para financiar a pré-candidatura do político à Presidência da República em 2006. Na época, Rosinha governava o Rio de Janeiro. Segundo as investigações, o problema teria começado em 2003, quando o governo do Rio contratou, mediante dispensa de licitação, a Fundação Escola de Serviço Público (FESP) para fornecer mão de obra terceirizada ao estado. A FESP subcontratava Organizações Não Governamentais (ONGs) para executar os serviços. Concorre ao governo do Rio de Janeiro.

      Entenda o escândalo

      Atualizado em 26/08/2014

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Edição: Carolina Farina e Daniel Jelin     Reportagem: William Magalhães     Design: Sidclei Sobral     Programação: Caroline Rozendo e Lucas Dantas
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