Permissiva:
(15 a 22 pontos) Não é fácil
para você negar qualquer pedido feito pelo (a) seu (a) filho (a). Normalmente,
você se desdobra para que ele (a) consiga - sem muita dificuldade - tudo
o que deseja. No cotidiano, você tenta não fazer perguntas demais
ou colocar limites e regras para não complicar o relacionamento. Dicas:
É importante confiar na sua capacidade de educar seus filhos.
Todas as pessoas precisam de regras e limites. Estabelecer isso torna o
espaço seguro. Participar da vida do (a) seu (a) filho (a)
fará com que ele (a) se sinta mais amado (a).
Flexível
(23 a 34 pontos) Como a maioria das mães,
você se preocupa com o bem-estar e a saúde do (a) seu (a) filho (a)
acima de tudo. Você é o tipo de mãe que valoriza os limites
impostos, mas também não acha o fim do mundo abrir uma exceção
de vez em quando. A conversa é o seu ponto forte, fundamental para o desenvolvimento
das capacidades do (a) seu (a) filho (a) e crucial para relações
saudáveis e produtivas. Dicas: Continue a fazer
parte do cotidiano do (a) seu (a) filho (a), ponderando prós e contras
dos novos desafios, para estreitar cada vez mais esse vínculo afetivo.
Linha-dura (35 até 45 pontos) Você é bastante exigente em relação
à educação de seu (a) filho (a) e não admite que ele
(a) saia da linha. Questionar sua autoridade enquanto mãe de família
seria um crime e discutir a alteração de algumas regras, o fim do
mundo. Obedecer é importante, mas não é tudo que importa
para a evolução de uma criança. Dicas: Que
tal deixar seu (a) filho (a) mostrar mais o que ele pensa e como se sente? Escutar
a criança pode ser a chave para uma relação mais sadia.
Controle as expectativas e idealizações acerca do que você
deseja que seu (a) filho (a) "tem de ser ou fazer". A crítica
exagerada e a frustração dos pais podem refletir no desenvolvimento
da criança. Dialogar é sempre melhor do que começar
aos berros. Procure entender as razões, antes de impor castigos e regras
duras.
Fonte: O teste foi elaborado com a ajuda e orientação
de Denise Pará Diniz, terapeuta comportamental e coordenadora do Núcleo
de Qualidade de Vida e controle de Stress da Universidade Federal de São
Paulo (Unifesp).