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Diogo
X Hino Nacional
Junho de 2002
O colunista de VEJA Diogo Mainardi propôs em seu
artigo “O hino só atrapalha”, publicado na
edição de 12/6/2002, abolir a letra do nosso hino.
Ele a considera capaz de atrapalhar o rendimento
dos jogadores na Copa. A idéia provocou a reação
imediata dos leitores. Confira algumas opiniões. |
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Tom
ofensivo
Existe uma grande diferença entre um
texto polêmico e outro com pretensões
polêmicas. Mainardi às vezes peca neste
ponto. É ridículo dizer que um hino
tão belo quanto o nosso seja patético.
O seu tom ofensivo deixou claras suas meras pretensões
de causar polêmica.
Henrique David - Vitória, ES |
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Melodia
e emoção
Melodia e emoção Fiquei surpreso com a falta
de patriotismo demostrada pelo senhor Diogo Mainardi.
Com uma letra belíssima - e diga-se de passagem,
nada espalhafatosa e muito menos patética - o hino
nacional se destaca pela melodia vibrante que causa
emoção quando cantada. O senhor Diogo deveria ter
outra nacionalidade e, consequentemente, outro hino
que lhe trouxesse esta sensação. Com relação aos
nossos jogadores, é muito bom ver que eles não só
aprenderam a cantar o nosso hino, mas também a se
portar com respeito frente a nossa bandeira. Elihú
F. Gouvêa - Rio de Janeiro, RJ |
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O
problema não é o hino nacional
Vá lá haver uma crítica
sobre o hino e à Seleção Brasileira,
mas esta deve ser feita de forma distinta. Tudo
bem que nosso hino seja um tanto quanto pomposo,
mas é nosso. Pessoas se dedicaram a ele.
Fazer críticas é fácil. Já
fazer melhor.... Quanto à nossa Seleção,
embora não saibam diferenciar as margens
plácidas dos raios fúlgidos (e quantos
de nós sabem?), ganham milhões. Jogando
bola! Atuando como garotos propaganda! Ok que falta
futebol e sobra ignorância, mas a causa deste
problema incontestavelmente não é
o hino nacional. E quem não se emociona ao
ver a Seleção Brasileira cantando
nosso hino? Existem muitos outros problemas genuinamente
brasileiros que devemos nos preocupar e a estes
sim dedicar nossas críticas.
Monica da Silva Souza dos Santos - São
Paulo, SP |
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Símbolo Máximo
Discordo da posição do senhor
Diogo Mainardi, pois os símbolos máximos
de uma nação sempre foram a bandeira
e o hino. O Brasil consequentemente não poderia
ser diferente. Para as pessoas que não sabem
cantar o hino nacional, basta que fiquem de pé,
em silêncio e respeitem este momento de execução
solene, orquestrada ou cantada. Para tanto não
precisamos destruir a história para agradarmos
duas dezenas de cidadãos que não tiveram
a oportunidade de aprender a enaltecer a sua pátria
através da letra do seu hino. Os Estados
Unidos da América representam o exemplo típico
do amor aos símbolos pátrios (bandeira
e hino), pois mesmo apanhando na cara sempre estão
balançando bandeirinhas e entoando o seu
hino nacional. Com certeza os norte-americanos jamais
desejariam mudar o seu hino caso os seus jogadores
da Seleção nacional tivessem dúvidas
em cantá-lo.
Fred Harry Schauffert - Florianópolis,
SC |
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Carente
de educação
Equivocadas as sugestões de alterações
ao hino nacional, inclusive com a supressão
da letra, como justificativa pelo pobre futebol
da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.
Num país que carece de educação
e apresenta um enorme potencial de crescimento econômico,
não se pode aceitar que a única saída
para profissionais de baixa escolaridade está
em algumas modalidades de esporte, em especial o
futebol, música popular, pagode etc. O dia
em que todos os jogadores da Seleção
Brasileira de futebol cantarem e entenderem o pleno
significado do hino nacional, certamente teremos
brasileiros mais esclarecidos e empenhados com um
projeto de nação, e não simplesmente
com os seus anseios pessoais.
Wiliam Tabchoury - Piracicaba, SP |
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Até
que enfim!!!
Até que enfim é possível
concordar com o articulista Diogo Mainardi. Com
relação ao hino cantado antes dos
jogos é preciso fazer alguma coisa. É
ridículo impor aos jogadores as patriotadas
(politicamente incorretas) comuns a todos os hinos
nacionais. Pelo menos vamos deixar de cantar os
hinos em jogos de Copa do Mundo, em prol da paz
universal, da democracia mundial e do espírito
esportivo.
Edelcides Apolinário de Alencar - Ouro
Preto D'Oeste, RO |
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O
mais belo
Creio que o senhor Diogo esteja equivocado,
porque o nosso hino é o mais belo do mundo.
Quanto aos jogadores ficarem atordoados com a letra
de nosso hino, isto é uma questão
que foi aplicada durante alguns anos em que o hino
nacional foi abolido em nossas escolas. Isso faz
com que muitas pessoas, além dos jogadores,
não saibam cantá-lo e muito menos
o que significa sua letra. Deveríamos nos
preocupar mais com a educação e cultura
de nosso povo, e não mudar a letra de um
hino só porque algumas pessoas não
tiveram a oportunidade de aprendê-lo.
Josimari T. P. Vistuba - Maringá, PR |
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Um
dever do cidadão
Na qualidade de formador de opinião,
achei o artigo de Diogo Mainardi um verdadeiro desrespeito
a um dos maiores símbolos nacionais. Concordo
que existem palavras de difícil compreensão,
mas acho que é dever de todo cidadão
preocupado com seu vernáculo o uso de um
bom dicionário. Precisamos sim é voltar
ao estímulo do verdadeiro espírito
cívico e não vulgarizar a letra do
hino nacional, patrimônio cívico e
histórico dos brasileiros.
Professor Adão José Pereira - Campo
Grande, MS |
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Estrangeiro
Não me surpreende a maneira como o senhor
Diogo Mainardi tratou o hino nacional. No rebate
de uma crônica em fevereiro, onde ele não
foi reconhecido no camarote de uma cervejaria, fiquei
sabendo que ele não mora aqui. Portanto,
estrangeiro de corpo e agora vejo que também
é de alma. E o que me deixa mais intrigado
é que eu concordo com ele.
Denilson Dias da Silva - Santos, SP |
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É
preciso conhecer
Discordo totalmente do pensamento infantil de
que o nosso hino nacional deveria ser substituído
por outro de mais fácil compreensão
dos brasileiro. Porém, o autor do artigo
está certo ao dizer que a maioria de nós
não sabe cantá-lo, que esquece e confunde
algumas partes e que, principalmente, raramente
entende algum verso dele. Apesar dos pesares, devemos
lembrar que o hino nacional brasileiro é
um dos mais bonitos de todo o mundo. Não
podemos simplesmente abolir um trabalho tão
maravilhoso. Uma boa solução para
o problema seria que as escolas tocassem diariamente
o hino e que os professores ajudassem aos alunos
na interpretação dele todos os anos!
Somente conhecendo o hino é que o cantaremos
com potência na voz e sem nenhum medo de errar.
Eduardo Alves Machado - Barretos, SP |
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Expressões
de identidades
Mainardi, achei de extremo mal gosto a forma
com que o senhor ridicularizou o nosso hino. Procure
entender que os símbolos nacionais são
nossas expressões de identidade. Onde, independente
de condição social, raça, crença
ou ideais políticos, nos identificamos como
brasileiros. Procure se orgulhar do país
que você tem e trabalhe para corrigir as questões
práticas de forma produtiva. Ou faça
como os ratos: seja o primeiro a abandonar o barco.
E vá com Deus.
Laelson Nunes da Silva - Ladário, MS |
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Viva
a Pátria!
O hino nacional é um dos símbolos
nacionais brasileiro que indicam a soberania de
nossa pátria e merece o respeito de todos
os brasileiros. Ao contrário da opinião
do senhor Diogo, o nosso hino, quando executado
e cantado, preserva os valores morais e espirituais
da nacionalidade. Portanto Ronaldinho, Cafu e todos
os outros, coloquem a mão no peito, na altura
do coração, e demonstrem o respeito
e o amor ao símbolo da pátria.
Eduardo Luiz da Mata Gonçalves - Uberlândia,
MG |
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Ser
brasileiro
É de se estranhar que o senhor Diogo
Mainardi venha propor a abolição da
letra do nosso hino. Por acaso ele sabe que o hino
nacional é um dos nossos símbolos?
Se não sabe seria bom que voltasse aos bancos
escolares para aprender um pouco de cidadania. Se
ele acha que o hino é muito comprido, por
que não larga do emprego aqui no Brasil e
vai para a Turquia, a China ou para a Costa Rica?
Duvido que lá ele teria a coragem de fazer
este tipo de artigo. Tenho certeza de que ele teria
que dar muitas explicações às
autoridades constituídas pela sua falta de
respeito para com um dos símbolos nacionais.
Afinal, ser brasileiro é sobretudo amar a
sua pátria. Não é somente cantar
o hino nacional em dia de Copa do Mundo. É
saber respeitar no seu país, dentre outras
coisas, um dos símbolos nacionais que é
o nosso hino - aliás um dos mais bonitos
do mundo.
João Batista Augusto - São Paulo,
SP |
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Nota zero
Como brasileiro fiel e feliz não admito
de forma alguma que alguém sem coração
faça tal comentário sobre o nosso
hino. Qual brasileiro não se emociona quando
o ouve antes das partidas de futebol? Diogo Mainardi
fala tanto de cultura, mas com esse comentário
demonstrou não ter um pingo. Como pode passar
pela cabeça de uma pessoa normal e equilibrada
a idéia de extinguir o hino brasileiro e
enterrar toda a história que ele carrega.
Vai ver ele nem sabe cantá-lo! São
pessoas assim que o Brasil dispensa, pois não
ajudam em nada na melhoria do nosso país
e, se ele acha tão ruim assim, pergunto a
ele o que ainda faz aqui? A porta da rua é
sempre serventia da casa!!! Seria capaz de escrever
um livro para defender o orgulho que tenho do meu
país. Problemas temos muitos, porém,
pessoas sem um pingo de humanidade só atrapalham
e acabam tornando-se um problema a mais para a sociedade.
Diogo Mainardi, você envergonha todos os brasileiros!
Nota zero para você.
Augusto Fabrício Froz de Borba - Manaus,
AM |
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Letra
sem sentido
Diogo Mainardi é incrivelmente genial!
Nosso hino é belíssimo, vibrante e
emocionante como o povo brasileiro, mas temos que
admitir: Quantas crianças no Brasil sabem
o que significa o lábaro que ostentas
estrelado? E quantos professores primários?
E quantos brasileiros? Os jogadores devem recordar,
ao ouvir o hino, da tortura a eles submetida na
infância (e ainda agora!), obrigados a decorar
e a cantar uma letra para muitos sem sentido.
Telma Faraco - Belém, PA |
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Pouco
caso
Tenho 17 anos e sou estudante de Direito. Quando
li o artigo de Diogo Mainardi fiquei revoltadíssima!
Fazer pouco caso do nosso hino, como ele fez, sugerindo
até que seja trocada sua letra, é
uma falta de respeito. Dizer que suas palavras são
difíceis, em ridículas prosopopéias,
só diz camufladamente que somos um povo burro
e ignorante, incapaz de saber seus significados.
O hino é muito bem feito, diria até
que um dos mais bonitos. Sua letra, quando bem interpretada,
nos emociona. O hino e a bandeira nacional são
símbolos que jamais devem ser desrespeitados,
ou melhor, nunca deveriam ser, pois representam
nosso país. Muitos se dizem patriotas em
época de Copa, amando e idolatrando nossa
bandeira e hino, porém, não deveriam
o ser apenas nessa época. Agora vemos que
nem nessa época certas pessoas se importam
verdadeiramente com nosso país. Aliás,
se importam sim, mas apenas com um título,
o título de pentacampeão mundial de
futebol, nada além.
Gladis Regina Vieira - Florianópolis,
SC |
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Infeliz
crítica
Constatei com tristeza que um de nossos símbolos
nacionais foi alvo de infelizes críticas
e ataques infundados. Seria muito mais digno por
parte do colunista ressaltar a necessidade de educarmos
nosso povo e nossos jogadores de futebol para que
estes possam entender o que quer dizer cada estrofe
do nosso hino nacional. Este cidadão, que
naturalmente entende por patriotismo torcer pela
Seleção na época da Copa do
Mundo, adjetiva um dos mais belos hinos nacionais
do mundo de ridículo e patético
e, do alto de toda sua reconhecida grandeza literária,
alcunha o autor desta magnânima obra de poeta
justamente esquecido. Pena que Joaquim Osório
Duque Estrada não possa defender-se do falastrão
inconseqüente, pois a julgar pelos argumentos
e pela abordagem pobre e sem nexo do assunto feita
pelo colunista certamente o poeta ancião
ganharia de goleada. Senhor Mainardi, o senhor escreve
para a revista de maior circulação
da América Latina. Se não quer ajudar
o nosso país a melhorar por intermédio
de suas linhas, por favor, não atrapalhe!
Volber Freire - Boa Vista, RR |
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Nosso
orgulho
Foi com muita indignação que li
o comentário feito pelo senhor Diogo Mainardi.
O hino nacional brasileiro é bonito e pomposo,
como também é pomposo nosso orgulho,
pois se nosso país é tão grande
e bonito, por que não cantá-lo? Espero
que Ronaldinho Gaúcho e Cafu não sigam
os conselhos do colunista. Aqui no Nordeste, quando
dizemos que somos brasileiros da gema,
nos serve de orgulho. Será que o senhor Mainardi
é um brasileiro da gema? Se for ou não,
venho pedir respeito e em vez de aceitar a sua sugestão
para mudarmos o hino sugiro que o mesmo mude de
país.
Aristóteles G. Busson - Colinas, MA |
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Hino
ridículo
Nunca pensei que isto aconteceria, mas aconteceu:
li a coluna de Diogo Mainardi e concordei inteiramente
com ele. Não que o fato interesse a muita
gente, muito menos ao próprio articulista,
que parece se bastar, mas as observações
feitas a respeito do hino nacional são mais
do que procedentes. O hino sempre me pareceu ridículo,
como são ridículas as críticas
aos que não sabem cantá-lo. Acho que
Diogo Mainardi foi até econômico e,
talvez por educação, tenha deixado
de falar de versos de duplo sentido, como és
belo, forte, impávido, um colosso (?).
Se a intenção é ter um símbolo
capaz de traduzir o sentimento de nação,
fiquemos com Aquarela do Brasil.
Cláudio Ornellas - Rio de Janeiro, RJ |
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Adjetivos
rebuscados
Em época de copa do mundo, onde o nacionalismo
aflora, um artigo como este de Diogo Mainardi é
de causar náuseas. Para jogar bola, não
precisa esquecer o hino, muito pelo contrário.
Ele deveria saber o significado destes adjetivos
rebuscados demais.
Elenilza Soares dos Santos - Brasília,
DF |
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Hino
com bula
Parabéns! Há muito tempo que essa
letra do Hino incomoda. Precisamos de bula para
entender. Imagine o povão. Dizem que o Mendonça
Falcão no comando da Seleção
avisou: "Não se esqueçam de assinar
a flâmula!" O verdadeiro hino (pelo menos
para eventos esportivos) deveria ser a Aquarela
do Brasil, do Ary Barroso. Já imaginaram
os jogadores e a torcida na hora do jogo, cantando:
"Brasil, meu Brasil brasileiro (...) Ó
Brasil, samba que dá, bamboleio que faz gingar
(...)" Isso aí é puro Garrincha,
Pelé, Denílson. Que tal? Vamos fazer
uma campanha já nesta Copa, pelo menos para
o Felipão entender um pouco do que é
futebol brasileiro.
Decio Fischetti - São Paulo, SP |
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Execuções
Nada original a sugestão do cronista
Diogo Mainardi, pois, segundo o artigo 24, parágrafo
IV, da Lei nº 5700/71, nos casos de execução
instrumental, a música será tocada
integralmente, sem repetir; e nos casos de execução
vocal, serão sempre cantadas as duas partes
do poema. Assim, equivoca-se quem canta o hino nacional
quando apenas uma parte dele é executada.
Maria Berenice Melo Koerig - Porto Alegre, RS |
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Artigo
trapalhão
Me assusta saber que existem pessoas como o
Diogo com estas preocupações absurdas,
amanhã vai aparecer outro louco tentando
mudar a bandeira, o brasão ou talvez até
o nome de nossa nação. Diogo, se você
ler um pouco a história desta rica nação
vai aprender que o que precisamos é de atitudes
de evolução na mentalidade das pessoas
que tem o ensino nas mãos. Diogo, que tal
colocarmos uma letra mais simples para o povo cantar,
uma letra que fale sobre o povão em época
de eleição, que fale sobre a miséria,
que traga no refrão: Salve ladrão,
maconheiro, riquezas da nação, país
burros sem tradição, seqüestro,
políticos, AR 15 na mão. Isso retrata
hoje nossa nação que talvez você
queira colocar no hino da nação, belo
exemplo a se aprender ou a se mostra para a população.
Seria mais fácil colocar o hino do Timão
como sendo o oficial da seleção. É,
caro Diogo Mainardi, é seu artigo que é
trapalhão.
Ricardo Novaes - Campo Grande, MS |
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