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Teatro


ESTRÉIAS

Cinema Karamazov, adaptação de Celina Sodré e Miguel Lunardi para o romance Os Irmãos Karamazov, de Fiodor Dostoievski. A clássica tragédia familiar do escritor russo ganha ares cinematográficos nesta montagem. O protagonista Ivan (Lunardi) aqui é transformado num cineasta, que roda um documentário sobre a morte de seu pai. A encenação pretende ser vista como "um único plano-seqüência teatral, no qual cada espectador escolhe seu close". Direção de Celina Sodré (120min). Estréia sexta (20). Espaço Cultural Sergio Porto (140 lugares). Rua Humaitá, 163, Humaitá 2266-0896. Sex. a dom., às 21h30. R$ 10,00. Até 27 de outubro.

Contração de Histórias, adaptação de Rubens Lima Junior para contos de Arthur Azevedo. O grupo de teatro da UniRio reuniu uma série de crônicas do dramaturgo, todas girando em torno do cotidiano carioca no século XIX. O espetáculo faz parte do ciclo Circuito Universitário UniRio-Uerj (60min). Terça (17), às 18h30. Teatro Noel Rosa (256 lugares). Campus da Uerj, Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã, 2587-7606. Grátis (senhas distribuídas 30 minutos antes).

Democracia Tropical, de Ney Suassuna. Sim, o senador (PMDB) paraibano dá seus primeiros passos na dramaturgia, assinando um musical com intenções politizadas. O texto baseia-se em poemas musicados, versando a respeito dos vícios e dificuldades do sistema eleitoral brasileiro. A peça marca a inauguração do centro cultural criado pelo senador, na Barra. Direção de Ney Suassuna e Madeleine Braga (90min). Estréia sexta (20). Centro Cultural Suassuna (300 lugares). Avenida das Américas, 2603, Barra da Tijuca, 2439-1391. Sex. e sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 20,00 e R$ 10,00 (estudantes). Até dezembro.

Guernika, de Fernando Arrabal. O legendário quadro Guernica, de Pablo Picasso, inspira esta montagem dirigida por Manuel Guerreiro. Como a pintura, a peça discute os horrores da guerra, com base no bombardeio da cidade basca que nomeia o quadro, ocorrido em 1937 (60min). Estréia terça (17). Teatro Paschoal Carlos Magno (80 lugares). Avenida Pasteur, 436, Urca 2295-2548, ramal 50. Ter. a qui., 20h30. Grátis (senhas distribuídas 30 minutos antes). Até 10 de outubro.

Terapia com o Analista de Bagé, de Cláudio Cunha, baseado em personagens de Luiz Fernando Veríssimo. O sucesso do Analista nos palcos (que já rendeu até menção no livro Guiness dos recordes) ensaia mais uma sobrevida, com este texto inédito de Cunha (que também vive o personagem-título). No elenco da comédia, os globais Bianca Bawer e Anderson Lopez, atores, respectivamente dos programas Zorra Total e Malhação (60min). Estréia sexta (20). Teatro América (276 lugares). Rua Campos Sales, 116, Tijuca 2567-1572. Sex. e sáb., 21h30. Dom, 20h30. R$ 18,00 (sáb) e R$ 15,00 (sex. e dom.). Até 1º de dezembro.

 

REESTRÉIAS

A Guerra Conjugal, adaptação de Leonardo Netto para textos de Dalton Trevisan. O universo dos contos de Trevisan, povoado de situações-limite e carregado de uma ironia amarga, é repassado neste espetáculo da Companhia de Teatro Simples. Sete dos 30 contos do livro que dá nome à peça foram transformados em esquetes como Grávida, Mas Porém Virgem e O Anjo da Perdição (85min). Reestréia sábado (21). Teatro Ziembinski (150 lugares). Av. Heitor Beltrão, s/nº, Tijuca 2254-5399. Sex. e sáb, 21h. Dom., 20h. R$ 10,00. Até 13 de outubro.

Mamãe não Pode Saber, de João Falcão. Aplaudida por mais de 20 mil pessoas, a comédia agora aporta na Zona Norte. Drica Moraes, Lázaro Ramos, Edmilson Barros, Gustavo Falcão e Camila Morgado revezam-se entre 12 personagens diferentes, numa trama sobre uma família de classe média enfrentando uma surreal crise financeira. O espetáculo concorre a três prêmios Shell: atriz (Drica), ator (Lázaro) e iluminação (Camila Camuratti). Direção de João Falcão (90min). Reestréia sexta (20). Teatro Miguel Falabella (456 lugares). Norteshopping, Avenida Dom Helder Câmara, 5332, 2ºpiso, Del Castilho, 2595-8245. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h30. R$ 25,00 (sáb.) e R$ 20,00 (qui., sex. e dom.).

 

EM CARTAZ

Aqui Se Faz, Aqui Se Paga, adaptação de Luiz Carlos Góes para texto de Mauro Rasi e Vicente Pereira. O diretor e ator Jorge Fernando ressuscita As 1001 Encarnações de Pompeu Loredo, clássico do teatro besteirol. Com Jorge Fernando, Duze Nacaratti, Alessandra Verney e outros (90min). Estreou em 13/6/2002. Teatro Clara Nunes (435 lugares). Shopping da Gávea, Rua Marquês de São Vicente, 52, 3º andar, 2274-9696. Qui. a sáb., 21h30. Dom., 20h. R$ 25,00 e R$ 30,00 (sáb.). Até 3 de novembro.

Assassinaram a Película, de Rodrigo Shimidtz. Comédia. Atores fracassados se refugiam na ficção à espera de um dia voltarem ao estrelato. Com Alex Bakalla, Christian Bruno, Leandro Tassi e Filipe Marinho. Direção de André Rangel (100min). Estreou em 5/9/2002. Teatro Posto Seis (100 lugares). Rua Francisco Sá, 51, Copacabana, 2287-7496. Qui., 21h. R$ 18,00. Até 31 de outubro.

Astro por um dia, de João Bethencourt. Flávio Migliaccio completa 50 anos de carreira no palco, ao lado da irmã Dirce. Ele encarna Toninho Duarte, velho ator competente e talentoso, mas que não chegou à condição de astro. Um garçom aspirante a ator o confunde com Paulo Gracindo e está decidido a pagar uma fortuna por uma aula de interpretação que lhe garanta bom desempenho em um teste para um papel na TV. Dirce Migliaccio vive a mulher do protagonista. Com Luciano Borges e Cristina Bethencourt. Direção do autor (90min). Estreou em 6/8/2002. Agora em novo teatro. Teatro do Leblon — Sala Marília Pêra (468 lugares). Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon, 2274-3536. Quarta a sexta, 18h. R$ 25,00.

Caixa 2, de Juca de Oliveira. Comédia baseada em fatos esdrúxulos como a CPI dos precatórios e a história de um correntista que descobriu um depósito R$ 10 milhões em sua conta. Com Mauro Mendonça, Oswaldo Loureiro, Cláudia Mauro e outros. Direção de Fauzi Arap (90min). Estreou em 17/5/2002. Teatro Ginástico (630 lugares). Av. Graça Aranha, 187, Centro, 2220-8394. Qui. e sex., 19h30. Sáb., 20h30. Dom., 18h. R$ 25,00 e R$ 30,00 (sáb.). Até final de setembro.

O Círculo das Luzes, de Doc Comparato. O autor transporta para o teatro o duelo de dois grandes da dramaturgia francesa: Molière e Racine. O talentoso Pedro Paulo Rangel encarna o mestre da comédia Molière, e Thiago Lacerda estréia nos palcos na pele de Racine. A direção é de Ulysses Cruz. O elenco reúne ainda Ana Kutner, De Bonis, Marcelo Escorel, Rocco Pitanga e outros (90min). Estreou em 9/8/2002. Teatro Maison de France (353 lugares). Av. Presidente Antonio Carlos, 58, Centro, 2262-7527. Qui. a dom., 19h30. R$ 25,00 (qui.), R$ 30,00 (sex. e dom.) e R$ 35,00 (sáb.). Até 6 de outubro.

Closet Show, de Ana Ferreira e Marcelo Rubens Paiva. Cristina Pereira é uma ex-chacrete fora de forma. Cláudia Ohana, uma ex-paquita comunista que quer emplacar no teatro. As duas, desesperadas por retornar ao estrelato, acabam unidas pelo amor ao mesmo sujeito (Giuseppe Oristânio). O espetáculo nada mais é que uma farsa brincando com a mania dos reality-shows e a sanha de auto-exposição para atingir a fama. Closet fecha a trilogia de Rubens Paiva sobre as relações amorosas, após E Aí, Comeu? e Mais que Imperfeito. Direção de Rafael Ponzi (80min). Estreou em 13/9/2002. Teatro do Leblon, Sala Marília Pêra (468 lugares). Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon, 2274-3536. Qui. a sáb., 21h. Dom, 20h. R$ 35,00 (sáb.), R$ 30,00 (sex. e dom.) e R$ 25,00 (qui.). Até novembro.

Constellation, de Claudio Magnavita. O musical situado nos anos 50 caiu no gosto do público. Na trilha estão canções de grupos como The Platters e Diamonds. Com Patrícia Levi, Sabrina Korgut, Adriana Quadros e os rapazes do grupo GEM (Garotos em Movimento). Direção de Eduardo Loyola (105min). Estreou em 23/5/2002. Teatro de Arena (250 lugares). Rua Siqueira Campos, 143, Copacabana, 2235-5348. Qui. e sex., 21h. Sáb., 18h e 21h. Dom., 18h. R$ 30,00.

Dentro da Noite, adaptação de Marcus Alvisi para textos de João do Rio. Alvisi narra duas histórias do cronista em monólogo com direito a vinho e a livro de João do Rio (50min). Dantes Livraria (20 lugares). Rua Dias Ferreira, 45-b, Leblon, 2511-3480. Sex. e sáb., 23h. Dom., 21h. R$ 30,00. Vendas antecipadas por telefone. Até fim de setembro.

O Doente Imaginário, de Molière. Versão de João Bethencourt e Bemvindo Siqueira para a clássica comédia francesa. O elenco é ancorado pelo próprio Bemvindo e Suely Franco. Direção de Jacqueline Laurence (90min). Estreou em 26/7/2002. Teatro do Sesi (300 lugares). Av. Graça Aranha, 1, Centro, 2563-4163. Qui., sex. e dom., 19h30. Sáb., 20h30. R$ 15,00 (qui.), R$ 20,00 (sex. e dom.) e R$ 25,00 (sáb.). Até 6 de outubro.

E Daí, Isadora?, texto de Eliza Maciel e Paulo César Feital. O espetáculo mistura música, psicanálise e poesia. Conta a história de uma atriz de caráter duvidoso que, aos 50 anos, chega ao apogeu da carreira, recebe o prêmio Oscarito de Ouro e é surpreendida pela estranha visita de uma mulher igualmente famosa que consegue revelar seus segredos mais íntimos. Com Tânia Alves e Jalusa Barcellos. Direção de Bibi Ferreira (90min). Estreou em 13/09/2002. Teatro Villa-Lobos (463 lugares). Avenida Princesa Isabel, 430, Copacabana, 2275-6695. Qui. a sáb, 21h. Dom., 20h. Qui., sex. e dom., R$ 15,00. Sáb., R$ 20,00. Até 3 de novembro.

Felizes da Vida, de Jacobo Langsner. A comédia dramática do autor romeno ficou em cartaz por três anos na Argentina. Por aqui, adaptada, reedita a parceria entre o ator Guilherme Leme e o diretor Victor Garcia Peralta, iniciada em 1999 com Decadência, e traz de volta aos palcos a atriz Lucélia Santos. Leme vive o economista Luiz Fernando, casado com Maria Luiza (Lucélia), uma perua dona de antiquário que sustenta a casa desde que a crise deixou-o desempregado. O casal agora vê a chance de conquistar um sonho: trocar a Barra da Tijuca por Miami (75min). Estreou em 22/8/2002. Teatro dos Grandes Atores (400 lugares). Shopping BarraSquare, Av. das Américas, 3555, 3325-1645. Qui. a sáb., 21h30. Dom., 20h. R$ 20,00 (qui.), R$ 25,00 (sex. e dom.) e R$ 30,00 (sáb.). Até 24 de novembro.

A Filha da... Comédia. Marília Pêra divide o palco pela primeira vez com a filha, Nina Morena. A mãe, uma funcionária pública corrupta, passou a vida preparando a filha para casar com um homem rico. Os planos vão por água abaixo quando a personagem de Nina, uma obcecada pela princesa Diana, comete um completo desatino (90min) Estreou em 3/9/2002. Teatro Vannucci (415 lugares). Shopping da Gávea, Rua Marquês de São Vicente, 52, 2274-7246. Terça, 21h30. Qua., 17h e 21h30. R$ 15,00.

Hamlet é Negro, a partir da obra de Shakespeare. Antônio Abujamra assina versão com elenco de atores negros. Na verdade, trata-se de uma adaptação cheia de licenças. Com direito a cenas de incesto entre Hamlet e Gertrudes e de homossexualismo do herdeiro do trono da Dinamarca. Kadu Carneiro encarna o atormentado príncipe (90min). Estreou em 9/8/2002. Teatro Glória (340 lugares). Rua do Russel, 632, Glória, 2555-7262. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 10,00. Até 26 setembro.

Juscelino Kubitschek: 1902 – 2002 , de Lula Dias, a partir do texto Por que Construí Brasília, de Kubitschek. No ano em que JK completaria seu centenário, o ator John Vaz incorpora o "presidente bossa-nova". Baseada em discurso do próprio Juscelino, a peça revela como JK teve a idéia da criação de Brasília (50min). Estreou em 14/9/2002. Museu da República (40 lugares). Rua do Catete, 153, Catete, 2258-6350. Sáb. e dom., 18h. R$ 16,00. Até 3 de novembro.

Ladrão que Rouba Ladrão, de Ray Cooney. A comédia conta com Debora Duarte e Roberto Pirillo, Rogério Fabiano, Elida L’Astorina, João Carlos Barroso, Júlio Levy, João Camargo e Jorge Castro. Contador encontra uma mala com 1,5 milhão de dólares e resolve embolsar. Agora ele tem que convencer a mulher a fugir do país (90min). Estreou em 18/7/2002. Teatro dos Grandes Atores — Sala Azul (400 lugares). Av. das Américas, 3555 — Shopping BarraSquare, Barra da Tijuca, 3325-1645. Qui. a sáb., 21h30. Dom., 20h. R$ 25,00 (qui.), R$ 30,00 (sex. e dom.) e R$ 35,00 (sáb.). Até 1º de dezembro.

As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant, de Rainer Werner Fassbinder. A primeira montagem no Brasil é de 1982, e tinha Fernanda Montenegro e Renata Sorrah. A atual versão traz a talentosa Denise Weinberg (leia-se Grupo Tapa), como Petra, e Carla Marins como Karina, a jovem modelo por quem a protagonista se apaixona. Direção de Ticiana Studart (90min). Estreou em 12/7/2002. Teatro do Centro Cultural da Justiça Federal (147 lugares). Av. Rio Branco, 241, Centro, 2510-8848. Qui. a sáb., 20h. Dom., 19h. R$ 10,00. Até 6 de outubro.

 Longa Jornada de um dia noite adentro, de Eugene O’Neill. A peça traz Cleyde Yáconis impecável no papel da matriarca da família Tyrone. Genésio de Barros, que faz o primogênito, também brilha. Sérgio Britto é sempre uma presença e a direção de Naum Alves de Souza transforma o clássico da dramaturgia psicológica americana em um espetáculo emocionado (180min). Estreou em 11/7/2002. Teatro I do CCBB (182 lugares). Rua Primeiro de Março, 66, Centro, 3808-2020. Qua. a dom., 19h. R$ 10,00. Até domingo (22).

Monólogo dos eus, texto de Cristina Moraes, que estréia como autora e também atua sozinha em cena. Imagine a possibilidade de descobrir que a realidade é uma ilusão, o tempo não existe e você pode mudar o passado. Este é o ponto de partida do espetáculo. Direção de Cristina Moraes (70min). Estreou em 12/09/2002. Sala Paraíso do Teatro Carlos Gomes (60 lugares). Praça Tiradentes, s/nº, Centro, 2232-8701. Qui., sex. e dom., 18h30. Sáb., 20h. R$ 10,00. Até domingo (22).

O Morto do Encantado saúda e pede passagem, de Oduvaldo Vianna Filho. O pessoal do Tablado escolheu a comédia de Vianinha sobre uma família humilde que se vê envolvida em uma série de confusões a partir da morte de um parente, para investir na produção adulta. A direção é do prata da casa Bernardo Jablonski (80min). Estreou em 16/8/2002. Teatro Tablado (200 lugares). Av. Lineu de Paula Machado, 795, Jardim Botânico, 2294-7847. Sex. e sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 10,00. Até 13 de outubro.

  Novas Diretrizes em Tempos de Paz, texto de Bosco Brasil. Aclamada no Festival de Teatro de Curitiba, a peça marca a volta de Tony Ramos aos palcos, depois de cinco anos. O galã televisivo, no papel de um oficial da imigração, defronta-se com um polonês (Dan Filip Stulbach) que quer naturalizar-se brasileiro, fugindo da Segunda Guerra Mundial. Estreou em 12/09/2002. Direção de Ariela Goldmann (50min). Casa de Cultura Laura Alvim (245 lugares). Avenida Vieira Souto, 176, Ipanema, 2247-6946. Qui., sex. e sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 25,00. Até 3 de novembro.

O Pedido de Casamento, de Anton Tchecov. A comédia do autor russo sobre as desventuras de um matrimônio por conveniência é interpretada por uma trinca de atores (Adriano Sabóia, Edmundo Dan, e Carla Soares) — egressos do curso de teatro da UniverCidade. Na direção, outra cria do mesmo curso, Vitor Lemos Filho (50min). Estreou em 14/9/2002. Café Cultural (250 lugares). Rua São Clemente, 409, Botafogo, 2535-6338. Sex. e sáb., 20h. R$ 10,00. Até 29 de setembro.

Pequeno Dicionário Amoroso, adaptação de Jorge Fernando para o roteiro de José Roberto Torero e Paulo Halm. A história das idas e vindas amorosas de Luísa e Gabriel pulou da tela grande (foi filmada por Sandra Werneck) para o teatro em julho de 2000, encenada por Cláudia Gimenez e Hernani Moraes. A peça volta com novo elenco: Eri Johnson e Cristiana Oliveira. Direção de Jorge Fernando (80min). Reestreou em 12/09/2002. Teatro Abel (530 lugares). Rua Mário Alves, 2, Icaraí, Niterói, 2621-9500. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h. Qui., R$ 15,00. Sex. e dom., R$ 20,00. Sáb., R$ 25,00. Até domingo (22).

Playback!, criação coletiva de Beto Metting, Fábio Lago, Marcelo Praddo, Marcio Andrade e Renata Celidônio. A brincadeira com o universo televisivo deu certo em Salvador. O espetáculo, que é inteiramente dublado, ficou em cartaz um ano e meio na capital baiana (50min). Estreou em 9/8/2002 no Rio. Casa do Riso (200 lugares). Rua Adalberto Ferreira, 32, Leblon, 2274-4022. Sex. e sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 20,00 (sex. e dom.) e R$ 25,00 (sáb.). Até 29 de setembro.

Pois é Vizinhas, adaptação de Débora Finocchiaro para texto de Dario Fo e Franca Rame. O monólogo, encenado por Débora Finocchiaro, fala, com humor, da vida conjugal (e extra-conjugal) de uma mulher solitária, vítima de uma vida infeliz. O espetáculo, vencedor do VII Festival Isnard Azevedo, de Florianópolis, em 1999, aborda a necessidade de liberdade na vida a dois (70min). Estreou em 5/9/2002. Teatro Ipanema (300 lugares). Av. Prudente de Moraes, 824-A, Ipanema, 2523-9794. Quinta a sábado, 21h30. Domingo, 20h. R$ 15,00 (qui. e dom.) e R$ 20,00 (sex. e sáb.). Até 27 de outubro.

Por Mares Nunca Dantes, de Geraldinho Carneiro. O poema épico-burlesco-delirante Por Mares Nunca Dantes, de Geraldinho Carneiro, publicado em 2000, narra o desembarque de Luís de Camões no Rio de Janeiro de hoje, com Tonico Pereira como o autor de Os Lusíadas. O espetáculo, que conta ainda com a participação de Orã Figueiredo, Márcia Moraes, três acrobatas e seis músicos, acontece em uma embarcação ancorada na Marina da Glória. Direção de Moacir Chaves (70min) Estreou em 30/8/2002. Tocorimé (50 lugares). Marina da Glória, Av. Infante D. Henrique, s/nº, 3185-1996. Sex. e sáb., 21h30. Dom., 20h. R$ 25,00. Se chover não há espetáculo. Até 29 de novembro.

A Prova, de David Auburn. Andrea Beltrão faz bonito no papel da filha de um grande matemático vítima de esquizofrenia. Do pai ela teme herdar, além do talento para os números, a doença. Seus companheiros de palco, José de Abreu, Emílio de Mello e Gisele Fróes, não ficam atrás. Andrea concorre ao Shell de melhor atriz. Assim como a direção de Aderbal Freire Filho e a trilha sonora de Marcos Ribas de Faria (90min). Estreou em 9/5/2002. Teatro do Leblon (468 lugares). Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon, 2294-0347. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 25,00 (qui.), R$ 30,00 (sex. e dom.) e R$ 35,00 (sáb.). Até o final de outubro.

Surto a Dois, direção e interpretação do grupo Os Inverossímeis para o texto de Márcia Cerqueira. No elenco Gilberto Behar, Leonardo Iglesias, Marcela Oliveira e Márcia Cerqueira. Teatro Miguel Falabella (465 lugares). Norteshopping, Av. Dom Hélder Câmara, 5.474, Del Castilho, 2595-8245. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 10,00. Até 15 de setembro. Até 25 de setembro.

O Tao do Mundo, adaptação de Ligia Veiga para texto escrito por Artur Azevedo. O texto de Azevedo, Rio de Janeiro em 1877, satiriza calamidades brasileiras, como fome, pobreza, desonestidade e doenças. A peça, que já foi encenada pela Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades nas ruas, chega agora ao teatro. E retrata de maneira bem-humorada a idéia do fim dos tempos, num pequeno retrato do mundo em que vivemos. O texto é acompanhado por composições de Chiquinha Gonzaga, Noel Rosa, Vicente Celestino e Assis Valente. Chico César criou canções especialmente para o espetáculo. Direção de Ligia Veiga (75min). Estreou em 9/9/2002. Teatro Carlos Gomes (677 lugares). Praça Tiradentes, 19, Centro, 2232-8701. Seg., ter. e qua., 19h30. R$ 5,00. Até fim de setembro.

Unha e Carne, de Chico Azevedo. Uma história sobre duas amigas de personalidade bem diferentes. A responsável e decidida Maria (Denise DelVechio) e a extrovertida e sensual Isadora (Lilia Cabral). Elas não se vêem há tempos e, como uma tem de dar uma notícia importante à outra, voltam a se encontrar. Direção do autor (90min). Estreou em 22/8/2002. Teatro dos Quatro (402 lugares). Shopping da Gávea, Rua Marquês de São Vicente, 52/2º piso, 2274-9895. Qui. a sáb., 21h30. Dom., 20h. R$ 25,00 (qui.), R$ 30,00 (sex. e dom.) e R$ 35,00 (sáb.). Até fim de outubro.

 A Vida Como Ela É, de Nelson Rodrigues. A aplaudida adaptação de Luiz Arthur Nunes e do Núcleo Carioca de Teatro para as crônicas de Nelson Rodrigues escritas para o jornal Última Hora na década de 50 está de volta aos palcos depois de dez anos. Continua eficiente e interessante como a versão de 1991 (90min). Estreou em 7/6/2002. Teatro Carlos Gomes (615 lugares). Praça Tiradentes, s/nº, Centro, 2232-8701. Qui., sex. e dom., 19h30. Sáb., 21h. R$ 10,00. Até 29 de setembro.

Woyzeck, o Brasileiro, versão de Fernando Bonassi para a obra de Buchner. A história do herói proletário se passa em uma olaria e conta com Matheus Nachtergaele no papel título. Direção de Cibele Forjaz (90min). Estreou em 15/8/2002. Teatro Casa Grande (350 lugares). Av. Afrânio de Melo Franco, 290, Leblon, 2239-4046. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 20,00 (qui. e sex.), R$ 25,00 (dom.) e R$ 30,00 (sáb.). Até outubro.

 

ESPECIAL

Rio Versos Niterói. Um sarau poético com um pouco de tudo. Assim será a primeira edição deste projeto, que junta poetas e performers dos dois lados da Baía de Guanabara. Nomes como Beatriz Chacon, Beth Araújo, Luís Antônio Pimentel e Sady Bianchin se alternarão no palco, apresentando versos, cantos, repentes e trovas. No programa também haverá o pocket-show Os Tripulantes (90 min). Segunda (16), às 19h. Sala Carlos Couto (400 lugares). Teatro Municipal de Niterói, Rua XV de Novembro, 35, Centro, 2620-1624. Grátis.

 

DANÇA

Casa. Estréia sexta (20), 20h. Leia mais na coluna Veja Rio Recomenda. Teatro Odylo Costa Filho (1.106 lugares). UERJ, Rua São Francisco Xavier, 524, 2587-7421. Sex. (20), 20h. Sáb. (21), 17h. R$ 20,00. Até 21 de setembro.

 

Revista em ritmo de festa

Maria Zilda celebra 30 anos de carreira
com Theatro Musical Brazileiro 3


Divulgação
Maria Zilda


Lá se foram 15 anos desde a última edição do Theatro Musical Brazileiro, projeto de Luís Antônio Martinez Corrêa que pretendia recontar a história do musical nos palcos nativos desde 1860. A terceira e última fase do ciclo, abrangendo de 1945 a 1962, estréia em grande estilo no Teatro do Scala nesta quinta (19). À frente do elenco de 13 nomes, Maria Zilda Bethlem, que aproveita a montagem para celebrar 30 anos de carreira. "Montamos em um único musical todos os ingredientes clássicos do gênero", conta o jornalista Flávio Marinho, diretor e roteirista do espetáculo. "Não falta nada: tem a escadaria, as vedetes, o sapateado, as plumas, paetês e o double-sens (duplo sentido) típico dos musicais", diz Marinho.

A produção foi elaborada ao longo de um ano e incluiu muita pesquisa de repertório, vestuário e encenação. Os números musicais foram pinçados das montagens mais famosas de gigantes como Carlos Machado e Walter Pinto; afinal, o período coberto pela terceira edição do Theatro foi o mais rico da história de nossa revista. Divididas em blocos temáticos (dedicados por exemplo, a cantoras famosas ou à euforia do pós-Segunda Guerra), canções como Serenata do Adeus (de Vinicius de Morais), Segredo (Herivelto Martins/Marino Pinto) e até There’s No Business Like Show Business (Irving Berlin) integram o espetáculo.

Maria Zilda não lidera o elenco por acaso. Ela também é a produtora geral do espetáculo e selecionou pessoalmente a equipe, incluindo o diretor Flávio Marinho. Bambas do musical brasileiro, como Cláudio Tovar (figurino) e a dupla Tania e Nádia Nardini (coreografia) foram convocados. "A música e a dança sempre estiveram em minha formação, mas nunca fizeram parte de meu trabalho. Na hora de comemorar 30 anos de carreira, pensei logo em fazer um musical", diz a atriz. Outra razão a motivou a tirar Theatro Musical Brazileiro 3 do papel: sua amizade com Martinez Corrêa, morto em 1987. Foi o desaparecimento precoce do teatrólogo que interrompeu a produção do Theatro Musical, no auge do sucesso.

Theatro Musical Brazileiro 3 (1946-1962). Estréia sexta (20), 21h. Teatro do Scala (1.500 lugares). Rua Afrânio de Melo Franco, 296, 2239-4448. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 35,00 (sáb.), R$ 30,00 (sex. e dom.) e R$ 25,00 (qui.).

 

         
   
     
 
 
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