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ESTRÉIAS
CABARÉ
DA RRRRRAÇA, de Marcio Meirelles e Bando de Teatro Olodum.
Fundado em 1990, o grupo, um braço do Grupo Cultural Olodum,
reúne atores ligados a manifestações da cultura
negra. Montada em 1997, a peça é um polêmico
musical sobre racismo. Estréia sexta (12), 21h. Teatro do
Planetário (157 lugares). Av. Padre Leonel Franca, Gávea,
2274-7722. Qui. e sex., 21h. Sábado, 21h e 23h. Dom., 20h.
R$ 10,00. Até 21 de outubro.
O CARRASCO,
de Ana Teixeira e Stephane Brodt, sobre textos de Pär Lagerkvist,
Ingmar Bergman, Jean Genet e Amok Teatro. A peça, inspirada
no romance O Carrasco, do sueco Pär Lagerkvist, se divide em
quatro quadros independentes onde a presença do carrasco
incorpora a bárbarie humana. A dupla venceu o prêmio
Shell por espetáculo sobre a vida de Artaud (90min). Estréia
sexta (12),. Espaço Cultural Sérgio Porto (72 lugares).
Rua Humaitá, 163,
2266-0896. Sexta e sábado, 21h . Domingo, 20h. R$ 10,00.
EM
CARTAZ
ARACY DE
ALMEIDA NO PAÍS DA ARACA, de Eduardo Wotzik. Musical
nada convencional sobre a cantora carioca, boêmia, escrachada
e favorita de Noel Rosa. Aracy sequer é personagem. Sua presença
se materializa em fotos, vídeos, depoimentos. O espetáculo
é pontuado por 19 canções do repertório
da cantora, como Palpite Infeliz, Último Desejo, Feitiço
da Vila e Tenha Pena de Mim, defendidas por banda ao vivo. No elenco,
Leandro Hassum, Roberto Bataglin, Maria Gladys e outros. Direção
do autor (120min). Estreou em 6/10/2001. Teatro I do Centro Banco
do Brasil (180 lugares). Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020. Qua. a dom., 18h. R$ 10,00
BONITINHA,
MAS ORDINÁRIA, de Nelson Rodrigues. A peça acontece
na Casa da Matriz, uma boate escondida em Botafogo. A montagem só
permite quinze espectadores por vez e é itinerante. A idéia
é fazer com que o público assista de perto ao drama
de Edgard, sujeito que não sabe se casa com a amada Ritinha
ou com a filha do patrão. Com Angela Delfim, Danilo Menegale,
Fernanda Boechat e outros. Direção de Ivan Sugahara
(135min). Estreou em 21/9/2001. Casa da Matriz (15 lugares). Rua
Henrique Novaes, 107, Botafogo,
2266-1014. Qui. a sáb., 20h. R$ 15,00.
CARÍCIAS,
de Sergi Belbel. A peça do autor catalão inaugura
o Teatro do Jockey RioArte em montagem que conta com arquibancadas
que se movem. O texto explora a falta de comunicação
entre as pessoas com uma narrativa circular, similar à de
filmes como Short Cuts. Com Debora Duarte, Guta Stresser, Giselle
Fróes, Gabriel Braga Nunes, Carvalhinho, Guilherme Piva,
Ricardo Blat, Oscar Saraiva, Nelson Domingues, Suzana Saldanha e
Camila Amado. Direção de Christiane Jatahy (90min).
Estreou em 6/10/2001. Teatro Jockey RioArte (140 lugares). Rua Mario
Ribeiro, 410 (portão lateral do Jockey Clube, depois do posto
de gasolina), Jardim Botânico,
2540-9853. Qui.a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 15,00.
CENAS CURTAS,
de Isis Baião. O espetáculo se sustenta em histórias
do livro homônimo da autora - apenas uma, Tempos Modernos,
foi escrita para a peça. São sete quadros, defendidos
pelos atores Debora Olivieri, Catarina Abdalla, Fernanda Caetano
e Paulo Japyassu. Direção de Joaquim Vicente (80min).
Estreou em 27/9/2001. Teatro Laura Alvim (245 lugares). Av. Vieira
Souto, 176, Ipanema,
2267-1647. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 10,00 (qui.) e
R$ 20,00.
CHE GUEVARA,
de John Vaz. A peça integra o evento Che - Um Soldado da
América, que lembra o revolucionário com ciclo de
debates, exposição e mostra de vídeo. O espetáculo
reconstitui as últimas horas de vida de Che, executado aos
39 anos, na Bolívia. Vaz encarna o líder e perdeu
14 quilos para viver o papel. Com Márcio Rufino e Jacqueline
Winter. Estreou em 28/9/2001. Teatro Museu da República (50
lugares). Rua do Catete, 153,
2558-6350. Sex. e sáb., 21h. Dom., 20h30. R$ 14,00.
CÓCEGAS,
de Ingrid Guimarães e Heloísa Perissé. O espetáculo
mais engraçado da temporada tem quatro diretores: Aloísio
de Abreu, Sura Berditchevsky, Luís Carlos Tourinho e Marcelo
Saback. Cada um deles é responsável por dois dos oito
esquetes da peça que conta histórias de mulheres patéticas
sempre envolvidas em situações limite (90min). Restreou
em 28/9/2001. Teatro das Artes (500 lugares). Rua Marquês
de São Vicente, 52/2º piso, Gávea,
2540-6004. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 20,00 (quinta),
R$ 25,00 (sex. e dom.) e R$ 30,00 (sáb.).
COLE PORTER,
ELE NUNCA DISSE QUE ME AMAVA, de Charles Moeller e Cláudio
Botelho. O espetáculo une os talentos de Charles Moeller
(autor e diretor) e Claudio Botelho (diretor musical), além
das atrizes Ada Chaseliov, Alessandra Verney, Gottsha, Ignez Viana,
Kiara Sasso e Stella Maria Rodrigues. O compositor Cole Porter é
visto por seis mulheres. Reserve o ingresso com antecedência
(120min). Teatro do Leblon - Sala Fernanda Montenegro (480 lugares).
Rua Conde Bernadotte, 26,
2274-3536. Quinta, sexta e sábado, 21h. Domingo, 20h. R$
25,00. Até 28 de outubro.
COPENHAGEN,
de Michael Fryn. Direção de Marco Antônio Rodrigues.
A peça recria o encontro entre os cientistas Niels Bohr,
dinamarquês, e Werner Heisenberg, alemão. Amigos, em
lados opostos da Segunda Guerra, eles discutem a construção
da bomba atômica. A peça concorre ao Shell nas categorias
direção, iluminação e cenário.
É teatro da melhor qualidade (150min). Estreou em 24/8/2001.
Casa da Ciência (120 lugares). Rua Lauro Muller, 3, Botafogo,
2542-7494. Sex. e sáb., 20h30. Dom., 20h. R$ 20,00. Até
28 de outubro.
DA ARTE DE
SUBIR EM TELHADOS, de Paulo de Moraes e Maurício Arruda
Mendonça. O novo espetáculo do Grupo Armazém
conta a história de um grupo de amigos em uma montagem que
surpreende pelo esforço físico: alpinismo e malabarismo
são alguns dos elementos somados à cena. A peça
é indicada ao Shell nas categorias direção,
texto e cenários. Direção de Paulo de Moraes
(95min). Reestréia sexta (5), 21h. Teatro Casa Grande (300
lugares). Av. Afrânio de Melo Franco, 290, Leblon,
2239-4046. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 20,00 (qui.) e
R$ 25,00.
UM DIA DAS
MÃES, de Flávio Marinho. Eva Wilma retorna ao
circuito carioca depois de sete anos para viver Beatriz Gurjão,
uma mãe fria e distante. Ela divide o palco com Giuseppe
Oristânio, Marcelo Escorel e Sérgio Loroza. Direção
do autor (90min). Estreou em 16/8/2001. Teatro Vannucci (415 lugares).
Rua Marquês de São Vicente, 52, 3º piso, Gávea,
2274-7246. Qui. a sáb., 21h30. Dom., 19h. R$ 20,00 (sex.),
R$ 25,00 (qui. e dom.) e R$ 30,00 (sáb.).
DIVINA DELÍCIA,
de Regiana Antonini. Cinco episódios sobre situações
cotidianas. Em cena estão Carla Daniel e Rogério Fabiano.
Direção da autora (90min). Estreou em 13/9/2001. Teatro
Candido Mendes (100 lugares). Rua Joana Angélica, 63, Ipanema,
2267-7295. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 10,00 (qui.),
R$ 15,00 (sex. e dom.) e R$ 20,00 (sáb.).
DUSSEKOLÂNDIA,
de Aloísio de Abreu, Scarlet Moon e Patrícia Travassos.
Luiz Salém resgata sucessos de Eduardo Dussek e manias dos
anos 80, com a ajuda das vocalistas Juju Gomes e Thaís Gulin.
Agora na Barra da Tijuca. Direção de Celso André
(75min). Reestréia quinta (4), 21h. Teatro dos Grandes Atores-Sala
Azul (335 lugares). Av. das Américas, 3555, Barra,
2325-1645. R$ 15,00 (qui.), R$ 20,00 (sex. e dom.) e R$ 25,00 (sáb.).
EINTEIN,
de Gabriel Emanuel. O excelente monólogo volta à cena
e traz o ator Carlos Palma em belo trabalho de composição.
No papel de um Einstein setentão, ele ganhou o prêmio
Mambembe de 1998. Direção de Sylvio Zilber (70min).
Casa da Ciência (120 lugares). Rua Lauro Muller, 3, Botafogo,
2542-7494. Qua. e qui., 20h30. R$ 20,00. Até 28 de outubro.
O HOMEM QUE
VIU O DISCO VOADOR, de Flávio Márcio. O texto
inédito de Flávio Márcio, morto em 1979, conta
o drama do banqueiro que, além de enfrentar um casamento
em crise, vê baixar no jardim um disco voador. Boa montagem
e desempenho sensível de Paulo Betti. Com Vera Fajardo, Rodolfo
Mesquita e Hebe Cabral. Direção de Aderbal Freire-Filho
(90min). Estreou em 16/8/2001. Casa da Gávea (80 lugares).
Praça Santos Dumont, 116,
2239-3511. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 20,00 e R$ 25,00
(sáb.). Até domingo (14).
MOMENTOS
- OBSESSÕES DE NELSON RODRIGUES, de Nelson Rodrigues
Filho. Com textos adaptados de A Vida Como Ela É, este é
o segundo espetáculo do projeto Momentos. O primeiro foi
Momentos - Beijos de Nelson Rodrigues, que estreou na temporada
passada. O elenco conta com 26 atores liderados por Maria Pompeu.
Direção de Nelson Rodrigues Filho (90min). Estreou
em 21/9/2001. Teatro Gláucio Gill (200 lugares). Praça
Cardeal Arcoverde, s/nº, Copacabana,
2547-7003. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 10,00 (qui. e
dom.) e R$ 15,00 (sex. e sáb.). Até 25 de novembro.
A MORATÓRIA,
de Jorge Andrade. O texto retrata o drama de uma família
de fazendeiros de café que perde tudo com a crise da década
de 30. O espetáculo traz de volta aos palcos o ator Leonardo
Villar após dez anos. Com Amélia Bittencourt, Tereza
Amayo, Edmundo Lippi, Gláucia Rodrigues e Silvio Kavinski.
Direção de Sidney Cruz (90min). Estreou em 14/9/2001.
Teatro do Sesi (350 lugares). Av. Graça Aranha, 1, Centro,
2563-4163. Qui., sex. e dom., 19h. Sáb., 20h. R$ 15,00 e
R$ 20,00 (sáb.).
NA SOLIDÃO
DOS CAMPOS DE ALGODÃO, de Bernard-Marie Koltés.
A peça conta o encontro casual de um negociador e de um cliente
num beco de uma grande cidade. Com Adriano Garib e Paulo Trajano.
Direção de Paulo José (90min). Estreou em 12/9/2001.
Espaço Cultural Sérgio Porto (180 lugares). Rua Humaitá,
163,
2266-0896. Terça e quarta, 21h. R$ 10,00. Até 31 de
outubro.
UM PORTO
PARA ELIZABETH BISHOP, de Marta Góes. A narrativa é
centrada nos quinze anos em que a poetisa americana Elizabeth Bishop
viveu no Brasil, quando manteve um romance com a arquiteta Lota
Macedo Soares. Regina Braga dá vida a Elizabeth Bishop em
desempenho emocionante. Direção de José Possi
Neto (90min). Estreou em 17/8/2001. Teatro Adolpho Bloch (400 lugares).
Rua do Russel, 804, Glória,
2558-2570. Qui. a sáb., 21h. Dom., 19h. R$ 10,00 (qui. e
sex) e R$ 20,00 (sáb. e dom.). Até 21 de outubro.
SOUTH AMERICAN
WAY - CARMEN MIRANDA, O MUSICAL, de Miguel Falabella e Maria
Carmen Barbosa. Suntuoso musical sobre a vida de Carmen Miranda,
com Stella Miranda e Soraya Ravenle capitaneando um afinado grupo
de 19 atores-cantores. As protagonistas, em especial, dão
show. Direção de Miguel Falabella e figurinos deslumbrantes
de Cláudio Tovar (120min). Estreou em 29/6/2001. Teatro Scala
(800 lugares). Rua Afrânio de Melo Franco, 296, Leblon,
2239-4448. Qui. a sáb., 21h. Dom., 19h. R$ 20,00 (mezanino).
Mesas: R$ 30,00 (qui.), R$ 35,00 (sex. e dom.) e R$ 40,00 (sáb.).
O SENHOR
DA MONTANHA, de Roberto Gotts. Drama. O autor inspirou-se no
Inferno de A Divina Comédia, de Dante, para falar das mazelas
do mundo moderno. Com Mônica Ramalho, Eduardo Rossan, Tati
Furuse e Wilson Gama (80min). Estreou em 5/10/2001. Teatro Bibi
Ferreira (90 lugares). Rua Visconde de Ouro Preto, 78, Botafogo,
2539-4591. Sex.e sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 10,00.
TODO MUNDO
TEM PROBLEMAS (SEXUAIS), de Domingos Oliveira e Alberto Goldin.
A peça, inspirada em cartas enviadas ao psicanalista Alberto
Goldin, reserva momentos hilariantes. Com Carolyna Aguiar, Orã
Figueiredo, Priscilla Rozenbaum, Ricardo Kosovski e Paloma Riani
(90min). Restreou em 31/8/2001. Teatro Rubens Corrêa (300
lugares). Rua Prudente de Moraes, 824, Ipanema,
2523-9794. Sex. e sáb., 21h30h. Dom., 20h30h. R$ 25,00 e
R$ 30,00 (sáb.). Até 28 de outubro.
UM TREM CHAMADO
DESEJO, de Luis Alberto Abreu e Grupo Galpão. O difícil
dia-a-dia de uma companhia de teatro que trabalha distante da capital
nos anos 20 é o tema do espetáculo. Direção
de Chico Pelúcio (105min). Estreou em 5/10/2001. Teatro Carlos
Gomes (615 lugares). Praça Tiradentes, s/nº, Centro,
2232-8701. Qui., sex. e dom., 19h. Sáb., 21h. R$ 10,00 (qui.
e sex.) e R$ 15,00 (sáb. e dom.).
TRÊS
HOMENS BAIXOS, de Rodrigo Murat. Gracindo Jr., Jonas Bloch e
Herson Capri em confissões de mesa de bar. A direção
é de Fernando Guerreiro, o mesmo da engraçada A Bofetada
(90min). Estreou em 5/10/2001. Teatro Clara Nunes (400 lugares).
Rua Marquês de São Vicente, 52/3º piso, Gávea,
2274-9696. Qui. a sábado, 21h30. Dom., 20h. R$ 20,00 (qui.),
R$ 25,00 (sex. e dom.) e R$ 30,00 (sáb.).
DANÇA
NEDERLANDS
DANS THEATRE. Leia mais na coluna
Veja Rio Recomenda. Terça (9) e quarta, 20h30. Teatro
Municipal (2350 lugares). Praça Floriano, s/nº, Centro,
2262-3935. R$ 140,00 (plat./b.nobre); R$ 70,00 (b.simples) e R$
20,00 (gal.).
PLATAFORMA
BRASILEIRAS PARA OS RENCONTRES COREOGRAPHIQUES INTERNATIONALES DE
SEINE-SAINT-DENIS. A eliminatória dos gruposPLATAFORMA
BRASILEIRAS PARA OS RENCONTRES COREOGRAPHIQUES INTERNATIONALES DE
SEINE-SAINT-DENIS. A eliminatória dos grupos brasileiros
para o concurso francês é aberta ao público.
Quem for, vai poder conferir a dança de diversas partes do
país: da carioca Carlota Portella (vitoriosa na edição
passada), à mineira Primeiro Ato e à goiana Quasar.
Quarta (10), 21h. Espaço Cultural da Caixa-Teatro Nelson
Rodrigues (394 lugares). Avenida Chile, 230, Centro,
2262-0942. Qua. a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 10,00.
| Pedidos
a uma estrela
Moacyr
Góes escreve e dirige Pinóquio
Esqueça
a versão de Disney para Pinóquio, o boneco
que quer tornar-se um menino de verdade. O espetáculo
de Moacyr Góes, livre adaptação do diretor
para a fábula de Carlo Collodi, que assina pela primeira
vez um texto (em parceria com Amandio Gomes), é bem
distante da do desenho animado. Para começar, não
é feita para crianças. Depois, despreza o lado
moralista da história e aposta em uma abordagem filosófica.
Na peça, Pinóquio não se transforma em
gente graças à obediência, mas à
rebeldia e experiência de vida. O espetáculo
faz Moacyr retornar, após oito anos, ao Espaço
III do Teatro Villa-Lobos, palco de sucessos seus como Escola
de Bufões e Fausto. A peça estréia sexta-feira
(12).
Estarão em cena o velho Gepeto, a raposa, a baleia
e o grilo. Mas o Gepeto de Moacyr não é o velho
bonachão de Collodi/Disney. Para ele, Gepeto tenta
dominar sua criação. É a própria
vida que permite a Pinóquio virar gente, diz
o diretor. No elenco estão Leon Góes, André
Valli, Natália Lage e Flávia Guimarães.
PINÓQUIO.
Estréia sexta (12), 21h. Espaço III do Villa-Lobos
(80 lugares). Av. Princesa Isabel, 440, Copacabana,
2275-6696. Qui. a sáb., 21h. Dom., 20h. R$ 15,00.
|
| No
musical na praça
A dupla
dinâmica Cláudio Botelho e Charles Möeller,
de Cole Porter e Company, criou um espetáculo
sob medida para o Teatro Café Pequeno, casa do Leblon
que eles comandam desde o início do ano. Assim nasceu
Um Dia de Sol em Shangrilá, comédia musical
com Lucinha Lins, Rosa Marya Colin e Selma Reis, que tem estréia
marcada para quinta (11). O musical é um tanto biográfico,
adianta Cláudio Botelho. O elenco representa a geração
que passou dos 40 anos, criou os filhos sozinha, aprendeu
que a empregada pode ser mais importante que um marido e até
hoje luta contra a balança. No repertório, um
medley enorme de canções de Chico Buarque (O
Meu Amor, Cala a Boca Bárbara, Valsinha,
Sem Açúcar...), Stephen Sonheim (Everybody
Says Dont e Broadway Baby) e da dupla John
Kander/Fred Ebb (Me and My Baby e Dont Tell
Mamma).
UM
DIA DE SOL EM SHANGRILÁ, de Cláudio Botelho
e Charles Möeller. Quinta (11), 21h. Teatro Café
Pequeno (110 lugares). Av. Ataulfo de Paiva, 269, Leblon,
2294-4480. Qui. a sáb., 21h. Dom., 19h. R$ 15,00.
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