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O
Brasil ainda não tem nenhum caso confirmado de pneumonia
asiática. Como a nova doença não teria casos
autóctones (surgidos na própria região, sem
contaminação externa), o país poderá
permanecer protegido da epidemia se adotar as medidas mais eficazes
de prevenção nos portos, aeroportos e fronteiras.
Em
abril, quando surgiu o primeiro caso suspeito da pneumonia asiática
no país, o governo federal orientou todos os funcionários
de seus portos e aeroportos a identificar as pessoas com sintomas
da doença e encaminhar todas elas a postos da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O
governo também pôs em alerta as secretarias estaduais
e municipais de saúde, encarregadas de isolar possíveis
pacientes, garantir a segurança dos profissionais que tratarão
deles e comunicar os supostos casos ao Ministério da Saúde.
O governo informa que todos os estados brasileiros têm hospitais
capazes de identificar e tratar doenças infecto-contagiosas
como a pneumonia asiática.
Até
abril, dezoito casos suspeitos de pneumonia asiática foram
registrados em nove estados do país. Apenas três deles
se encaixam no conjunto de definições da OMS para
os pacientes da doença. A primeira suspeita foi a que causou
mais preocupação: uma jornalista inglesa foi internada
em São Paulo depois de ter viajado para a Malásia,
região afetada pela epidemia. A jornalista tinha pneumonia
comum. Os outros casos suspeitos são de um menino de Sorocaba
e uma mulher do Rio. |
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