Origem
A pneumonia asiática foi detectada pela primeira vez em seres humanos no fim de 2002. A primeira região afetada pela epidemia foi a província de Guangdong, no sul da China. Os médicos da Organização Mundial da Saúde (OMS) acreditam que o vírus que causa a doença é uma variação do corona, que provoca a gripe comum. A nova doença foi reconhecida pela OMS em fevereiro de 2003. A transmissão é feita por contato pessoal, mas ainda há dúvidas sobre suas circunstâncias - não se sabe, por exemplo, como funciona a transmissão pelo ar ou outros meios. A única forma confirmada de contágio até agora é o contato com algum tipo de secreção respiratória de pacientes da doença.

Sintomas
De acordo com a definição da OMS, a pneumonia asiática pode se manifestar através de febre (com temperatura superior a 38 graus), dor de cabeça, mal estar e dores no corpo. Depois de um período de dois a sete dias, os pacientes da doença podem apresentar uma tosse seca e dificuldades para respirar. No entanto, a OMS alerta: são considerados casos suspeitos de pneumonia asiática apenas aqueles em que a pessoa viajou para uma das áreas afetadas ou teve contato íntimo com um paciente da doença até dez dias antes dos primeiros sintomas. Com exceção desses dois casos, os sintomas da pneumonia asiática podem ser confundidos com os de doenças como a gripe e a pneumonia comum.

Tratamento
Ainda não há nenhum tratamento com eficácia garantida contra a pneumonia asiática. Os tratamentos com antibióticos e drogas antivirais comuns vêm apresentando resultados incertos - em alguns dos pacientes, os remédios parecem funcionar bem; em outros, porém, eles não resolvem o problema. Os médicos da OMS estão trabalhando em parceria com equipes de pesquisa do mundo todo na busca por uma vacina. No entanto, o possível caráter mutante do novo vírus pode atrasar bastante a tarefa.