INFOGRÁFICOS E MAPAS
O Islã: origem, crenças e principais tradições
A religião pelo mundo
Os números dos países
Seguidores de Maomé
A expansão da religião
Tamanho do islamismo

GALERIAS DE FOTOS
A fé e as tradições
O radicalismo no Islã
Festas e costumes
A mulher muçulmana

CONTEXTO
Perguntas e respostas
Guia
Cronologia
Frases
Teste
Links
 

Frases


"Mostre-me o que Maomé trouxe que era novo, e lá você encontrará apenas coisas más e desumanas, como o seu comando de espalhar pela espada a fé que ele pregava."
Frase dita no século XIV pelo imperador bizantino Manuel II Paleologus sobre o conceito de guerra santa no Islã e citada pelo papa Bento XVI em sua viagem à Alemanha (2006)

"Exigimos que ele peça desculpas pessoalmente, e não por meio do Vaticano, aos muçulmanos."
Mohammad Hussein Fadlallah, líder espiritual xiita, reagindo à citação do papa (2006)

"Cristãos e muçulmanos precisam aprender a trabalhar juntos para se proteger contra todas as formas de intolerância e se opor a todas as manifestações de violência."
Bento XVI, o papa, em conversa conciliatória com os muçulmanos (2006)

"São 3 milhões de pessoas que têm de passar por lá em cerca de seis horas. É simplesmente impossível."
Samir Barqah, morador de Meca, explicando por que todo ano há incidentes durante a peregrinação à cidade santa dos muçulmanos. Em alguns dias, centenas de pessoas morrem pisoteadas (2006)

"A notícia de que o Alcorão estava sendo desrespeitado pelos interrogadores na base de prisioneiros de Guantánamo ocasionou protestos que resultaram em dezesseis pessoas mortas e 100 feridas no Afeganistão. Mas a notícia de que 400 muçulmanos iraquianos, na maioria xiitas e curdos, foram mortos no Iraque por jihadistas e partidários de Saddam não mereceu um único protesto em lugar algum do mundo islâmico."
Thomas L. Friedman, no jornal The New York Times (2005)

"Trata-se de grupos fanáticos, obscurantistas, que vivem na Idade Média, que não têm nem razão, nem coração ou ética e que pretendem pertencer ao Islã. É uma tragédia, e os muçulmanos devem enfrentá-la."
Hassan Nasralá, líder xiita do Hezbollah libanês, responsabilizando a rede terrorista
Al Qaeda pelos atentados que mataram cerca de 140 pessoas no Iraque (2004)

"O Islã é uma religião de paz, tolerância, bondade e integridade. Por isso dissemos a ele que o perdoaríamos se voltasse atrás no que fez."
Ansarullah Mawlafizada, juiz afegão que condenou à morte Abdul Rahman, por ter
se convertido ao cristianismo (2006)

"Atacar a humanidade, como estão fazendo os terroristas, não está no Islã. Os terroristas não têm direito moral de se dizer muçulmanos, nem os que se suicidam."
Xeque Syed Agha Jafri, de Nova York, no II Congresso Mundial de Imames
e Rabinos, na cidade espanhola de Sevilha (2006)

"Para saber a diferença entre terroristas muçulmanos e pessoas normais como eu, basta olhar para o bigode. O meu é bem menos espesso."
Shazia Mirza, atriz humorística muçulmana da Inglaterra, no jornal Folha de S. Paulo (2003)

"Islã é a solução"
Lema dos líderes e seguidores da Revolução Islâmica do Irã (1979)

"Se a carnificina que testemunhamos em 11 de setembro fosse típica da religião, e se o Islã realmente justificasse tal violência, seu crescimento e presença na Europa e nos EUA seria uma perspectiva aterradora. Felizmente, esse não é o caso."
Karen Armstrong,
escritora americana, autora de vários livros sobre a religião (2001)

"O clero e os fundamentalistas ensinam uma história errada do islã, olhando apenas para o autoritarismo e o militarismo do passado. Por que nunca falam no verso corânico que diz que a fé não tem valor se for imposta à força?"
Tarik Ali,
romancista paquistanês que reside na Inglaterra (2000)

"O Islã pode ser interpretado de várias formas. A pergunta talvez não seja o que o Islã fez com os muçulmanos, mas o que os muçulmanos fizeram com o Islã."
Bernard Lewis,
pesquisador especializado em Oriente Médio (2003)

"Onze coisas são impuras: a urina, o excremento, o esperma, o tutano, o sangue, o cão, o porco, o homem ou a mulher não muçulmanos, o vinho, a cerveja e o suor de camelo que come excrementos."
Aiatolá Khomeini,
líder da Revolução Islâmica do Irã (1979)

"Todas as religiões produziram terroristas, incluindo o cristianismo e o judaísmo. O extremismo islâmico é responsável, hoje, pela maioria dos atentados, e há várias razões para isso. Boa parte dos países muçulmanos é governada por regimes ditatoriais, que só fizeram aumentar o sentimento de frustração. É preciso lembrar que os EUA sempre preferiram apoiar esse tipo de governo."
Jessica Stern,
especialista americana em terrorismo (2003)

"Os moradores dos países islâmicos são escravizados. Devemos penetrar em seu coração, com a verdade libertadora do Evangelho."
Luis Bush,
pregador cristão americano (2003)

"Os não-muçulmanos deverão ter uma marca de diferenciação em seus trajes para que possam ser identificados."
Maulawi Abdul Wali,
ministro da Promoção das Virtudes e da Supressão dos Vícios, do extinto governo Talibã do Afeganistão (2001)

"Se as vozes moderadas do Islã não modernizarem sua cultura e sua fé, pode ser que os ‘Rushdies’ tenham de fazê-lo por elas."
Salman Rushdie,
escritor condenado à morte em 1989 pelos líderes do Irã por causa de seu livro Versos Satânicos, em artigo no The New York Times (2002)

"No Alcorão há várias citações exigindo o uso do véu."
Sultaana Freeman,
cidadã americana convertida ao islamismo, que entrou na Justiça em busca da permissão para não tirar o véu ao posar para o retrato de sua carteira de motorista (2003)

"Todos os esforços devem ser concentrados em combater, destruir e matar o inimigo até que, pela graça de Alá, esteja completamente aniquilado."
Osama bin Laden,
dissidente saudita e líder da rede terrorista Al Qaeda (1996)

"A esmagadora maioria da sociedade saudita apóia Osama bin Laden."
Saad al-Fagih,
dirigente do Movimento por uma Reforma Islâmica na Arábia, um grupo de oposição à família real saudita com sede em Londres (2002)

"A guerra vai produzir uma centena de Bin Ladens."
Hosni Mubarak,
presidente do Egito, antes da invasão americana ao Iraque - a segunda guerra entre os EUA e um país muçulmano em apenas dois anos (2003)

"A elite intelectual nos países árabes não vê diferença entre os valores da democracia ocidental e os prescritos nos livros sagrados do Islã. Dignidade humana, império da lei e a limitação do poder do Estado estão claramente expostos no Corão."
Abdulwahab Alkebsi,
diretor executivo do Centro para Estudos do Islã e a Democracia e pregador da moderação no Oriente Médio (2003)

"A comunidade muçulmana precisa decidir se quer fazer as pazes com a modernidade."
Francis Fukuyama,
historiador americano (2002)

"Os líderes fundamentalistas são demagogos. Eles sabem perfeitamente que não existe algo como 'a volta às raízes do Islã'. Utilizam as crenças das pessoas para tecer discursos ideológicos e implementar políticas retrógradas."
Tahar Ben Jelloun,
escritor marroquino (2002)

"Quase todo muçulmano acha que não teve papel algum na configuração do sistema mundial em vigor, na fixação de seus valores, na montagem de suas regras. Fascinados pelo mundo contemporâneo, alguns também se assustam com ele. E reagem de maneiras diversas."
Amir Taheri,
escritor e jornalista iraniano, editor da revista Politique Internationale, publicada em Paris (2002)

"Um 'infiel' pode se converter e se livrar da inferioridade que o separa dos 'fiéis'. Já a inferioridade da mulher é imutável."
Leila Ahmed,
especialista em estudos da mulher e do Oriente Próximo da Universidade de Massachusetts, dos EUA (1992)

"A força do Islã está no fato de que é uma religião extremamente acessível. Não há hierarquia, a fé pode ser praticada em qualquer lugar e não exige muito engajamento de seus adeptos."
Frei Betto,
dominicano brasileiro, na época em que o Islamismo tornou-se a religião mais praticada do mundo (1999)

"A despolitização do Islã é a urtiga que todas as sociedades muçulmanas terão de agarrar com as mãos para poder se tornar modernas."
Salman Rushdie,
escritor, para quem a grande questão levantada pela guerra ao terror é o Islã (2001)

"A turba que se apressa a pôr a culpa no Islã tem, obviamente, razão num certo sentido. A atitude dos fundamentalistas contraria a lógica da globalização e, mais cedo ou mais tarde, alguma das partes terá de ceder. Porém, se a história serve para alguma orientação, quem vai ceder, no fim, será a religião reacionária, não o progresso tecnológico. Não existe uma essência do Islã eterna e imutável, enraizada no Corão, que o condene a uma moralidade medieval."
Robert Wright,
ensaísta e autor de diversos livros (2002)

 
     
voltar
       
copyright © Editora Abril S.A. - todos os direitos reservados