Os grupos radicais
As principais facções terroristas

palestinas, seus líderes e objetivos

Hamas

AP
Fundador: Ahmed Yassin (morto em 2004)
Características: grupo com um braço militar e outro político. O político, que faz trabalhos sociais em campos de refugiados, ascendeu ao poder a partir de 2006. O militar foi o primeiro a usar homens-bomba na região, em 1992
Objetivo: destruir Israel e criar um Estado islâmico na região, sob o controle dos palestinos
Efetivo: entre 200 e 300 militantes no braço armado. Milhares de simpatizantes no braço político. Tem facilidade em recrutar voluntários devido à popularidade que tem entre os palestinos


Jihad Islâmica

Reuters
Líder: Ramadan Shallah, ex-professor da Universidade do Estado da Flórida
Características: é a mais independente das facções extremistas. Recebe financiamento principalmente do Irã
Objetivo: destruir Israel e criar um Estado islâmico na região, sob o controle dos palestinos
Efetivo: em 2006, tinha só algo entre setenta e 100 terroristas. Tem dificuldade para recrutar colaboradores por contar com apoio restrito da população


Brigada dos Mártires de Al-Aqsa

Líder: Marwan Barghouti é a principal cabela do movimento , embora tenha sido preso por Israel em 2002, pelo assassinato de cinco israelenses em ataques
Características: em tese, é uma dissidência do grupo do antigo líder Yasser Arafat, o Fatah. Surgiu após o fracasso das negociações de paz e em 2006 já respondia por cerca de 70% dos atentados contra israelenses
Objetivo: assustar os israelenses de modo a obter novas concessões em negociação de paz
Efetivo: contava com cerca de 1.000 homens, em 2006


Hezbollah
AP

Líder: Xeque Hassan Nasrallah
Características: grupo fundamentalista xiita do Líbano que existe desde 1982. Foi criado para combater as tropas israelenses que ocupavam o sul do país. É sustentado pelos iranianos e apóia a causa palestina
Objetivo: criar um Estado islâmico no Líbano, destruir o Estado de Israel e transformar Jerusalém numa cidade totalmente muçulmana
Efetivo: em 2006, tinha 800 combatentes ativos e 2.000 reservistas

 

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