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dubitandum
Gustavo Ioschpe
Economista, especialista em educação “de omnibus dubitandum est”
(duvide de tudo)

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03/12/2008: Violência escolar: quem é a vítima?
01/10/2008: Dinheiro não compra educação de qualidade
8/9/2008: Dever do próximo presidente: vetar a expansão curricular
29/8/2008: Preparados para perder
27/8/2008: Cegueira e Comunismo
18/8/2008: A neutralidade como dever
25/7/2008: Assim não, ministro!
05/7/2008: De pais e professores
06/6/2008: Emenda 29 e CSS: não e não
14/5/2008: Educação e capitalismo: aliados ou inimigos?
24/4/2008: Método de alfabetização: o experimento gaúcho
20/3/2008: E se plantássemos cérebros?
21/2/2008: Pesquisa livre e arejamento mental
19/2/2008: Educação é o legado mais duradouro de Cuba
14/2/2008: Errata e honestidade intelectual
13/2/2008: Pelo direito à ruindade
31/1/2008: Gustavo Ioschpe responde aos leitores
17/1/2008: Educação sem povo
15/1/2008: Educação de quem? Para quem?
2/1/2008: Os professores e a "frieza das estatísticas"
20/12/2007: Opinião dos leitores
10/12/2007: O professor desvalorizado
7/12/2007: Professor não é coitado
26/11/2007: Vestiburrar
9/11/2007: O caminho passa por consertar a escola pública
1/11/2007: Preocupe-se. Seu filho é mal educado
19/10/2007: Os leitores e a gratuidade do ensino universitário público
16/10/2007: Opinião dos leitores
05/10/2007: Contra a gratuidade nas universidades públicas
20/09/2007: Educação e a incomunicabilidade dos Brasis
29/08/2007: Quem sou, de onde vim e por que estou aqui

NOTAS
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Quarta-feira, 17 de setembro de 2008
 

Notas

Paraolimpíada

O nadador Daniel Dias

Finda a Paraolimpíada de Pequim, fica reforçada a percepção, tratada em artigo recente, de que também na área esportiva o Brasil se sai melhor no atendimento a aqueles com dificuldades do que no estímulo aos atletas de ponta. Ao contrário do fiasco da Olimpíada convencional (3 ouros, 23ª colocação), na Paraolimpíada o Brasil teve um desempenho condizente com a sua estrutura e riqueza: 16 ouros, 9º lugar.

Se tivéssemos com os superdotados (intelectuais e esportivos) o mesmo cuidado que temos com a inclusão dos atletas e alunos com necessidades especiais, seríamos uma potência - econômica, esportiva e educacional. No Brasil atual, os campeões e os muito inteligentes viraram os novos excluídos.

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