| Notas Paraolimpíada  | | O
nadador Daniel Dias |
Finda a Paraolimpíada de Pequim,
fica reforçada a percepção, tratada em artigo
recente, de que também na área esportiva o Brasil se sai
melhor no atendimento a aqueles com dificuldades do que no estímulo aos
atletas de ponta. Ao contrário do fiasco da Olimpíada convencional
(3 ouros, 23ª colocação), na Paraolimpíada o Brasil
teve um desempenho condizente com a sua estrutura e riqueza: 16 ouros, 9º
lugar. Se tivéssemos com os superdotados (intelectuais e esportivos)
o mesmo cuidado que temos com a inclusão dos atletas e alunos com necessidades
especiais, seríamos uma potência - econômica, esportiva e educacional.
No Brasil atual, os campeões e os muito inteligentes viraram os novos excluídos.
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