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Sem salário, bugrinos ameaçam não entrar em campo contra o Goiás

A terça-feira, dia 22 de novembro de 2011, já havia entrado para a história do Guarani com a cassação do presidente Leonel Martins de Oliveira, durante a madrugada, o que provocou comemorações por parte da torcida na sede do clube. Porém, nesta tarde, mais preocupação estourou nos bastidores da equipe.

Os jogadores, que não recebem salários há cinco meses, se reuniram com representantes do Sindicato dos Atletas do Estado de São Paulo (Sapesp) e convocaram uma entrevista para explicar a situação.

O elenco foi representado pelo atacante Fabinho, um dos atletas com mais tempo de clube, que fez um pronunciamento colocando em dúvida a participação do grupo no duelo decisivo do próximo sabado, contra o Goiás.

De acordo com o ídolo bugrino, acompanhado dos outros 23 membros do time, todos irão treinar normalmente durante a semana, mas deixam claro que existe a possibilidade de não entrarem em campo. O elenco aguarda uma posição da diretoria até sexta para decidirem o que irão fazer.

‘Esperamos que até sexta-feira alguém possa nos passar uma parte, seja diretoria ou empresários. Não dá para esperar mais. Vamos treinar durante a semana, mas a gente não garante que vamos entrar em campo’, comentou.

Com 49 pontos conquistados, os campineiros só caem para a Série C no caso de uma grande combinação de resultados. Além de serem derrotados pelos esmeraldinos, eles precisam que o Paraná ao menos empate e São Caetano, Icasa e ASA vençam seus confrontos.