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Frustrado por jejum de títulos, Assunção faz dois anos de Palmeiras

Desde que foi contratado pelo Palmeiras, no primeiro semestre de 2010, o volante Marcos Assunção se tornou titular absoluto e foi protagonista da jogada que se tornou a principal arma ofensiva do time de Palestra Itália: as bolas paradas. Na semana em que completa dois anos e 120 jogos pelo Alviverde, o jogador desdenhou das estatísticas e manteve o foco no principal objetivo do clube: voltar a conquistar um título, algo que não ocorre desde o Campeonato Paulista de 2008.

‘Trocaria todos esses números por títulos. É bacana, muito legal completar essa marca, são números significativos, mas trocaria tudo isso por alguma conquista. Ficar dois anos em um clube como o Palmeiras e não ganhar nada é frustrante. Quando voltei da Europa, depois de passar pelo Prudente, projetei voltar para um clube grande e ganhar títulos. É muito triste saber que ainda não consegui isso. Trocaria tudo, tudo mesmo, por algum título’, disse o veterano ao site oficial do Palmeiras.

Assunção foi contratado pelo clube alviverde em 29 de abril de 2010, depois de se destacar no Campeonato Paulista daquele ano pelo Grêmio-SP. De lá para cá ele anotou 28 gols, a maioria deles (22) com o preciso chute nas cobranças de falta.

‘Já disse que tenho o Palmeiras como o clube do meu coração. Sou respeitado e aprendi a admirar as pessoas, passei a entender o clube e a torcida. Tenho um carinho imenso pela instituição e o mínimo que eu posso fazer é lutar por algum título’, completou o jogador de 35 anos.

Marcos Assunção está garantido entre os titulares do Palmeiras para a partida desta quarta-feira, contra o Paraná, em Curitiba, pelo duelo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. O jogo ocorre três dias depois da eliminação do Verdão nas quartas de final do Campeonato Paulista, que aumentou a pressão por resultados imediatos em cima dos jogadores e da comissão técnica.