 | "Não
tenho nada a oferecer senão sangue, labuta, lágrimas e suor."
Winston Churchill, o novo primeiro-ministro da Grã-Bretanha,
em discurso ao Parlamento. | "Você
ficou sentado por tempo demais. Vá embora, eu digo, deixe-nos. Em nome
de Deus, vá!" Leo Amery, parlamentar britânico,
atacando o ex-premiê Chamberlain na Casa dos Comuns. "A
causa dos Aliados está perdida." Rei Leopoldo, da Bélgica,
ao determinar a rendição das tropas de seu país à
Alemanha. "Eu poderia até
chorar de tanta alegria." Adolf Hitler, chanceler da Alemanha,
sobre o avanço dos Aliados depois da queda de Bélgica e Holanda.
Ele acredita que os inimigos caíram numa armadilha. "Minha
Lufwaffe é invencível. E agora vamos à Grã-Bretanha. Quanto
tempo ela aguentará? Duas, três semanas?" Hermann Göring,
comandante das forças aéreas da Alemanha, depois da queda da França.
"Conquistaremos! Povo da Itália,
às armas! Mostrem sua tenacidade, sua coragem, seu valor."
Benito Mussolini, ditador da Itália, declarando guerra na sacada
do Palazzo Venezia, em Roma. "Paris
sempre me fascinou." Hitler, ao passear triunfante pelas
ruas da capital francesa conquistada. "O
que quer que aconteça, a chama da resistência não deverá
se extinguir e jamais se extinguirá." Charles De Gaulle,
depois de chegar à Inglaterra, em discurso transmitido pela BBC.
"Ele é um grande homem? Ora, ele
é arrogante, egoísta, pensa que é o centro do universo...
Sim, ele é um grande homem!" Churchill, sobre De
Gaulle. "Agora sou forçado
a ver milhares de inimigos escapando bem debaixo de meu nariz."
General Franz Halder, da Alemanha, sobre os erros que possibilitaram a
Operação Dínamo.
"Ele
está com vergonha de mostrá-lo a mim." Paul Reynauld,
ex-premiê da França, sobre um pedido de armistício aos alemães redigido
pelo marechal Phillipe Petain, seu sucessor. |
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| A arte torna-se
muito espontânea e sincera sob a supervisão do Nacional-Socialismo:
a censura à arte na Europa (Stephen Roth, nascido na Romênia e
radicado na Grã-Bretanha) | 
| 2
milhões de moradores de Paris não estão mais na
cidade. Com o avanço dos soldados da Alemanha, eles deixaram a capital
da França antes do desembarque de Hitler, em 23 de junho. Restaurantes
e cafés estão fechados ou vazios; as ruas e avenidas estão
totalmente desertas. | | 1936
foi o ano em que começou a preparação dos nazistas para a
nova guerra. Agora que o conflito começou, o governo alemão reformará
a economia para sustentar o esforço de guerra. Hitler previa uma guerra
curta, o que pode causar escassez de armamentos e munição. | | 500.000
britânicos já se alistaram e se apresentaram, de forma voluntária,
em serviços de defesa locais. Eles ajudam na evacuação de
crianças, organização dos abrigos e manutenção
de áreas com risco de bombardeio. Para combater, o país teria mais
1,25 milhão já mobilizados. | | |


Grâ-Bretanha:
bombas 
Alemanha:
juventude 
França:
resistência 
Alemanha:
inimigos 
Grâ-Bretanha:
esforços 
Alemanha:
automóveis
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