A MARCHA NAZISTA: Cai a FrançaVEJA, Junho de 1940


"Não tenho nada a oferecer senão
sangue, labuta, lágrimas e suor."

Winston Churchill, o novo primeiro-ministro
da Grã-Bretanha, em discurso ao Parlamento.

"Você ficou sentado por tempo demais. Vá embora,
eu digo, deixe-nos. Em nome de Deus, vá!"

Leo Amery, parlamentar britânico, atacando o ex-premiê Chamberlain na Casa dos Comuns.

"A causa dos Aliados está perdida."
Rei Leopoldo, da Bélgica, ao determinar a rendição das tropas de seu país à Alemanha.

"Eu poderia até chorar de tanta alegria."
Adolf Hitler, chanceler da Alemanha, sobre o avanço dos Aliados depois da queda de Bélgica e Holanda. Ele acredita que os inimigos caíram numa armadilha.

"Minha Lufwaffe é invencível. E agora vamos à Grã-Bretanha.
Quanto tempo ela aguentará? Duas, três semanas?"

Hermann Göring, comandante das forças aéreas da Alemanha, depois da queda da França.

"Conquistaremos! Povo da Itália, às armas! Mostrem sua
tenacidade, sua coragem, seu valor."

Benito Mussolini, ditador da Itália, declarando guerra na sacada do Palazzo Venezia, em Roma.

"Paris sempre me fascinou."
Hitler, ao passear triunfante pelas ruas da capital francesa conquistada.

"O que quer que aconteça, a chama da resistência não
deverá se extinguir e jamais se extinguirá."

Charles De Gaulle, depois de chegar à Inglaterra, em discurso transmitido pela BBC.

"Ele é um grande homem? Ora, ele é arrogante, egoísta, pensa
que é o centro do universo... Sim, ele é um grande homem!"

Churchill, sobre De Gaulle.

"Agora sou forçado a ver milhares de inimigos escapando
bem debaixo de meu nariz."

General Franz Halder, da Alemanha, sobre os erros que possibilitaram a Operação Dínamo.

"Ele está com vergonha de mostrá-lo a mim."
Paul Reynauld, ex-premiê da França, sobre um pedido de armistício aos alemães
redigido pelo marechal Phillipe Petain, seu sucessor.



A arte torna-se muito espontânea e sincera sob a supervisão do Nacional-Socialismo: a censura à arte na Europa (Stephen Roth, nascido na Romênia e radicado na Grã-Bretanha)


2 milhões
de moradores de Paris não estão mais na cidade. Com o avanço dos soldados da Alemanha, eles deixaram a capital da França antes do desembarque de Hitler, em 23 de junho. Restaurantes e cafés estão fechados ou vazios; as ruas e avenidas estão totalmente desertas.

 1936
foi o ano em que começou a preparação dos nazistas para a nova guerra. Agora que o conflito começou, o governo alemão reformará a economia para sustentar o esforço de guerra. Hitler previa uma guerra curta, o que pode causar escassez de armamentos e munição.
 500.000
britânicos já se alistaram e se apresentaram, de forma voluntária, em serviços de defesa locais. Eles ajudam na evacuação de crianças, organização dos abrigos e manutenção de áreas com risco de bombardeio. Para combater, o país teria mais 1,25 milhão já mobilizados.
 




Grâ-Bretanha: bombas


Alemanha: juventude


França: resistência


Alemanha: inimigos


Grâ-Bretanha: esforços


Alemanha: automóveis



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