| | Coloridos
e versáteis Telas personalizadas
e recepção digital aposentam o velho toca-fitas Amoda
do tuning, a personalização de detalhes internos e externos dos
automóveis, é do fim do século passado, mas ganhou impulso
a partir do filme Velozes e Furiosos, de 2001. Um dos mercados a embarcar
na onda é o de aparelhos de som automotivos. Antes, todos os equipamentos
eram parecidos, pretos, com display monocromático. Agora, há infinitas
variações. As imagens que aparecem na tela, acompanhando cada música,
podem ser baixadas da internet ou criadas pelo próprio usuário;
os painéis frontais podem ser trocados, como pulseiras de relógio
ou máscaras de celular.
A evolução vai além da aparência. Um aparelho moderno
tem de ler arquivos digitais, como MP3 e WMA, e tocar CDs e DVDs. É melhor
ainda se tiver entrada USB, para a transferência de músicas do e
para o computador. Sintonizadores de rádio digital devem dominar os lançamentos
nos próximos anos. "Desde outubro as emissoras de Buenos Aires estão
transmitindo em sistema digital. O Brasil não ficará atrás",
diz Paulo Yamamoto, gerente de engenharia da fabricante de aparelhos Kenwood.
Para adaptar os rádios automotivos fabricados antes da era digital existem
acessórios que podem ser adquiridos à parte.
| |