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Tudo em um só aparelho As vendas mundiais de PDAs, por
enquanto definidos como computadores de mão que não fazem ligações
telefônicas, caíram em 2004. Neste ano, a Sony parou de vender PDAs
nos Estados Unidos. Toshiba, JVC e Sharp devem seguir o mesmo caminho. Isso não
significa que os PDAs vão desaparecer, e sim que devem fundir-se com os
telefones celulares em uma nova categoria, os smartphones. A vantagem é
óbvia: um objeto a menos para levar no bolso. Para dominar de vez o mercado,
os smartphones ainda têm de reduzir duas coisas: preço e tamanho.
Uma questão de tempo, a julgar pelos lançamentos deste fim de ano.
O futuro desse setor, porém, será de computadores de mão
tão potentes quanto os de mesa. Eles também terão câmera
digital, rádio, MP3-player e celular, claro.
Dúvidas
• Comprar um smartphone é melhor do que adquirir
um PDA? À primeira vista, pode parecer que
sim. Mas a verdade é que isso depende das condições de uso.
Para quem passa a maior parte do tempo num escritório, praticamente não
é problema usar o smartphone. Quem faz deslocamentos constantes, porém,
vai acabar se incomodando com seu tamanho, ainda pouco prático. Por outro
lado, há a questão do preço: smartphones com muita memória
ainda não têm boa relação entre custo e benefício.
• Qual a principal característica a
observar em um smartphone? As condições
para digitar textos e navegar na tela contam muitos pontos. Em aparelhos portáteis,
teclar nunca é fácil, mas em celulares com função
de PDA o teclado pode se tornar um transtorno. •
O que observar em um PDA? Telas coloridas são
boas para quem gosta de jogos, mas encarecem o produto. Para a maioria das atividades,
handheld com tela simples atende bem às necessidades. Quem gosta de ouvir
música ou assistir a vídeos vai precisar de pelo menos 32 megabytes.
Também é bom conferir a compatibilidade do PDA com o computador
pessoal e quais as possibilidades de conexão, como portas USB, bluetooth
e infravermelho. | | | |