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PARA QUEM TEM PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS

Alguns dos produtos mostrados nesta página servem para atenuar ou superar crises respiratórias. Outros colhem informações que o paciente repassa ao médico e ajudam a formar um diagnóstico.

 
Fotos Marcelo Zocchio/divulgação
Monitor respiratório
 

Pessoas com apnéia do sono (problema respiratório que se manifesta à noite, prejudicando o descanso) podem usar este aparelho, que emite um fluxo de ar por uma máscara, compensando a deficiência do organismo. É preciso fazer exames para regular o equipamento. A versão mais barata permite a pressão contínua do ar, exigindo mais esforço do usuário. A mais cara opera com dois níveis de pressão (um para quando o paciente inspira e outro para quando expira). O fabricante trabalha para calibrar o monitor para cada estágio do sono.

 
Preço médio: 2 100 reais o modelo mais barato e 6 500 reais o mais caro
Oxímetro
 

É um pregador eletrônico que se coloca no dedo para medir o nível de oxigênio no sangue. Informado do resultado, o médico orienta o paciente a tomar alguma providência em casa ou a ir ao pronto-socorro. Sem apoio médico, o oxímetro não tem utilidade.

 
Preço médio: 1 500 reais

Peak Flow

  Este produto mede o pico de respiração do paciente. A informação é importante para o médico avaliar a intensidade da crise respiratória e recomendar o que deve ser feito. O uso é simples: o paciente precisa apenas soprar na extremidade do aparelho.
 
Preço médio: 50 reais

Concentrador de oxigênio

  É quase uma usina de oxigênio que se pode ter em casa. O aparelho concentra oxigênio, aumentando a oferta para quem está com dificuldade de respirar. O nível de oxigênio do ar, normalmente de 20%, pode chegar a 98%. Para respirar, o paciente coloca uma pequena mangueira no nariz.
 
Preço médio: 5 000 reais

Médicos X Produtos

Nem todos os médicos aprovam quando os pacientes se equipam com esses medidores, monitores e controladores. O medo é de que, por terem essas engenhocas em casa, as pessoas achem que podem tratar-se sozinhas. Ou pior: que façam interpretações equivocadas. Um hipertenso, por exemplo, ao descobrir num aparelho caseiro que a pressão está normal, pode deixar de tomar os remédios, sem saber que, na verdade, são eles os responsáveis por a situação estar sob controle. A solução do impasse está no meio-termo. Contar com equipamentos que ajudam a monitorar o organismo será um ganho para o paciente se ele mantiver contato permanente com o médico e informá-lo sobre o que os aparelhinhos estão indicando.

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