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  . Além de mais modernos e bonitos, os produtos novos são muito mais econômicos que os antigos
  . Opções para quem quer escutar música mesmo quando está caminhando ou correndo
  . A tecnologia ajuda atletas amadores e profissionais a superar os próprios limites
. Já é possível levar para o meio do mato confortos e facilidades que você encontra dentro de casa
  . A verdadeira utilidade - ou inutilidade - de engenhocas que muita gente deseja comprar
  . Está pensando em usar a assistência ao cliente pela internet? Esqueça. Ela raramente funciona
  . Os equipamentos que todo mundo sonha ter na sala custam uma fortuna. Mas há opções mais em conta
  . Os brinquedos que seu filho quer ganhar falam, expressam sentimentos e imitam aparelhos usados por adultos
  . Entenda a complicada linguagem dos consoles e jogos que fazem sucesso em todo o mundo
  . A revolução da eletrônica e dos materiais chegou também ao pulso do consumidor
  . Os canais pagos prometem maravilhas em matéria de interatividade, mas ainda estão na Pré-História
  . Transformar em filme o roteiro que está na gaveta é mais fácil e barato do que você imagina
  . Cuidado com anúncios cheios de siglas e palavras difíceis. Eles podem enganar o freguês
  . Dá para montar um micro completo quase sem utilizar fios. Mas a novidade custa caro
. Comprar o monitor de vídeo certo garante vantagens para o bolso e para a saúde
  . Uma prateleira com boas opções de câmaras digitais e com filme para ajudar na sua escolha
  . Os botões que ajudam e os que atrapalham nos painéis dos eletrodomésticos
  . Monitores e outras máquinas auxiliam os pacientes e mantêm os médicos bem informados
  . Filme em DVD, áudio de primeira linha e até games. Tudo sobre quatro rodas
  . Lentamente, os celulares que vêm com palmtop embutido estão chegando ao Brasil
     
 

OLHO NO STAND BY

Conhecida como stand by, aquela luzinha normalmente vermelha que fica ligada o tempo todo em alguns aparelhos é uma grande gastadora de energia. Se o consumidor desligar a TV pelo controle remoto e não na tecla liga/desliga do aparelho, lá estará o stand by gastando à toa. Uma TV de 14 polegadas, que consome 55 watts-hora ligada, terá um gasto de 6 watts-hora desligada em stand by. O recurso não chega a ser totalmente inútil. Serve para manter a TV pré-aquecida, ligando-a em dois ou três segundos. Frio, o televisor pode levar quinze segundos para mostrar a imagem. Em tempos de racionamento, melhor esquecer o stand by e aprender a ter mais paciência. No televisor até que isso é possível. Mas, em aparelhos como o receptor da TV por assinatura e em alguns computadores, basta o produto estar ligado à tomada para aquela luz gastadora ficar ativada.

 

NA PONTA DO LÁPIS

Razões para os produtos novos
economizarem mais energia elétrica
que os velhos


Novos sistemas de refrigeração de geladeiras e freezers "puxam" menos energia e são ecologicamente corretos. O uso do poliuretano como isolante térmico também permitiu avançar na conservação de energia e na preservação do ambiente

O consumo de energia do refrigerador pode até dobrar se a borracha de vedação da porta estiver velha

Quanto mais antigo o aparelho, mais antigos seus circuitos elétricos. Isso significa que eles vão precisar de mais energia para funcionar

Condicionadores de ar modernos têm controles eletrônicos de inteligência artificial que alteram a regulagem do termostato durante a noite. Assim, o produto gasta menos energia

A placa de circuitos das primeiras TVs de 29 polegadas media 50 centímetros. Hoje tem entre 20 e 30 centímetros. Placa menor significa consumo também menor

O brilho da tela da TV no nível mínimo é 20% mais econômico que no máximo. TVs antigas exigem brilho máximo e, por isso, gastam mais energia

Aparelhos novos vêm de fábrica com fonte de alimentação chaveada, espécie de porteiro que regula a entrada de energia no produto. Nos antigos, a fonte deixava muita energia passar. Nos novos, só passa o necessário

A troca de componentes mecânicos pesados por novos e mais leves fez desabar o consumo de energia dos videocassetes. Nos anos 80, o gasto era de 40 watts-hora. Hoje, é de 12 a 15 watts-hora

Os microcomputadores novos são até 40% mais econômicos. Usam inovações como o temporizador, que deixa componentes inativos quando o micro fica muito tempo ligado e sem uso

PCs mais modernos têm uma tecla de "hibernação" do sistema, que reduz o consumo de energia ao mínimo

 

QUANTO MENORES, MAIS ESBANJADORES

Nem todos os eletrônicos de consumo doméstico ficaram mais econômicos com o tempo. O gasto de produtos novos que operam com resistências (ferros elétricos, secadores de cabelo, cafeteiras e sanduicheiras, entre outros) é o mesmo há vários anos.

Um ferro elétrico a vapor do final da década de 80 tem a mesma potência de um vendido hoje ­ de 1 000 a 1 200 watts, o que equivale ao consumo de 1 a 1,2 quilowatt-hora. Os secadores de cabelo atingem a faixa de 1,5 quilowatt-hora na função modelar, ou a metade na função secar. Nesse caso, é possível optar por secadores mais simples, que gastam 1 quilowatt-hora na temperatura máxima. Um ventilador portátil ainda tem os mesmos 70 watts de potência de um similar fabricado em 1982. No verão, se você mantiver o aparelho ligado todas as noites, durante suas oito horas de sono, terá incluído na conta mensal de luz 17 quilowatts-hora. Quase a metade da meta de redução de uma residência que consome até 200 quilowatts-hora por mês. Se depois de pôr na ponta do lápis todos os cortes você concluir que será preciso sair de casa com os cabelos molhados, o corpo suado e a roupa amassada, há um consolo: ainda dá para trabalhar com a barba feita. O barbeador elétrico gasta só 3 watts-hora. A quinze minutos por dia, são irrisórios 23 watts-hora em um mês inteiro.

 

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