Publicidade
- ARMAS
 
   
  .

Sua casa está protegida?  
  .

Você é bom motorista?  
.
Você é prevenido?
  .

A proteção de seu bebê  
  .


Como evitar acidentes com crianças  
  .

Saiba orientar seu filho adolescente  
  .

Uma vida saudável para os idosos  
  .

Os cuidados que salvam vidas  
  .

Como agir num assalto  
  .

Para sobreviver a um assalto  
.

Quem é o bandido
  .

Ter ou não ter uma arma  
  .

Não vale a pena reagir  
  .

Onde as cidades são mais perigosas  
  .

O custo da criminalidade  
  .

A garantia dos seguros de vida  
  .

Conviver com o trauma da violência  
  .

Como se defender no mundo virtual  
  .

As fraudes eletrônicas  
  .

Conheça os contos-do-vigário
  .


É possível ter uma casa blindada  
  .


A tranquilidade das apólices residenciais  
  .


Como montar seu esquema de segurança  
  .

Onde é mais seguro morar  
  .

Os melhores cães de guarda  
  .

O automóvel ficou mais seguro  
  .

A tecnologia contra os ladrões  
  .

Quanto custa blindar seu carro
  .

Como escurecer os vidros
 

A vítima de sua arma pode ser você

As estatísticas mostram que portar ou ter uma arma
em casa multiplica o risco de morte em caso de assalto

Veja também
Eles não escapariam

A reação mais comum das pessoas diante da criminalidade é um sentimento de revolta e medo. O que difere é a forma como cada um lida com o problema. Alguns acreditam que não há como escapar quando a violência bate à sua porta. A saída é entregar todos os seus pertences e torcer para que não haja nenhum tipo de violência física. Outros imaginam que é possível reagir, enfrentar o bandido e vencê-lo. São essas pessoas que portam armas ou as têm guardadas em casa para se proteger. Quem é a favor do porte e do uso desses instrumentos sustenta que, se fossem proibidos, os bandidos reinariam absolutos contra o cidadão já indefeso pela ineficiência da polícia. Outra argumentação é que os delinqüentes sempre escolhem como vítimas os que são incapazes de resistir. A arma teria um efeito preventivo ao criar algum grau de dificuldade. Por mais razoável que pareçam, esses argumentos são apenas frações da verdade. As estatísticas policiais revelam que andar armado nem sempre é sinônimo de estar protegido. Ao contrário. Observe a seguir alguns números que mostram por que usar uma arma, mais do que perigoso, pode ser letal – especialmente quando se tenta reagir a um assalto.

Segundo o Instituto Brasileiro de Ciências Criminais e a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, pessoas que andam armadas têm, estatisticamente, probabilidade 56% maior de ser feridas ou mortas.

Dois segundos é o tempo máximo que uma pessoa tem para reagir, armada, a um assalto. Depois disso, é quase certo que saia ferida ou mesmo morta. A não ser policiais altamente treinados ou mocinhos de filmes de caubói, é impossível encontrar alguém com tamanha destreza.

O bandido tem a seu favor o efeito surpresa, além de uma experiência muito maior no manuseio de armas.

O Brasil tem a segunda maior taxa mundial em acidentes com armas, com 1200 vítimas anuais.

Em São Paulo, 12 000 armas são roubadas anualmente e reforçam o arsenal dos bandidos.

No Rio, 30% dos homicídios decorrem de motivos fúteis: briga de trânsito, de namorados e outros nos quais a arma disponível transforma uma discussão tola em fatalidade.

Uma pesquisa recente do Instituto Vox Populi mostrou que comprar um revólver ou pistola já passou pela cabeça de 14% dos brasileiros e que pelo menos 7% têm algum tipo de arma em casa. O dado é subestimado. O número pode ser ainda maior. Considerada a população economicamente ativa como metade da população total, vê-se quanto as opiniões ainda são divididas sobre o assunto.

 

 

 

Fotos Andre Batistela/Claudio Rossi/Oscar Cabral/Marcelo Alves/Ag. O Estado - José L.Fagiolo

 

 
       
     
   
     
    [ voltar ]  
   
[ VEJA on-line ] [ Edições Especiais ]
copyright © 2001 - Editora Abril S.A. - todos os direitos reservados