O século das celebridades

Essas pessoas são tão especiais
que não poderiam deixar de ser notadas

Marilyn Monroe e as atrizes

O cinema produziu milhares de atrizes e poucos mitos. O maior foi Marilyn Monroe. Atrizes interpretam diversas personagens. Marilyn era autêntica e representava um só papel, o dela própria, a loira fatal. Como morreu jovem, aos 36 anos, e com uma filmografia curta, muitos achavam que cairia no esquecimento. Mas deu-se o contrário. Marilyn freqüenta a lista dos nomes e marcas mais conhecidos do mundo, ao lado de Elvis Presley e da Coca-Cola. Há sobre ela mais de 300 biografias escritas apenas nos Estados Unidos. Rainha das drag queens, já foi eleita várias vezes a mulher mais sexy do século.

29 centímetros a mais

Movidas a folhas de alface, fatias finas de peixe grelhado e muita malhação, as musas que alimentam a fantasia dos homens e irritam as mulheres transformaram as formas neste século. Quando comparadas às da vedete Virgínia Lane, que fez sucesso nos anos 50, as medidas da top model brasileira Gisele Bündchen mostram quanto o atual padrão de beleza se modificou. Todos os números encolheram – menos um. Gisele é 29 centímetros mais alta do que Virgínia.

Bastidores da família real

O que a princesa Diana tinha que as outras princesas nascidas neste século não tinham? Por que os flashes viviam atrás dela? Por que Grace Kelly, que era mais bela e muito mais famosa quando se casou com o príncipe Rainier, de Mônaco, não produziu igual fascínio? Bom, Diana pertencia à monarquia mais prestigiada do mundo ocidental. Mas isso só explicaria um interesse súbito pela moça, não a devoção que se tinha por ela. A resposta mais provável é que Diana era uma fonte de diversão e encantamento que dividiu com milhões de pessoas os bastidores da família real. Como autora e estrela do incrível filme que foi sua vida, a princesa bateu todos os recordes de audiência. Seu casamento foi acompanhado pela televisão por 750 milhões de pessoas. Seu funeral, por 2,5 bilhões de espectadores – mais do que a final da Copa do Mundo.

A relatividade

Einstein: o gênio adorava
escrever cartas de amor

O dedo do cientista Albert Einstein está por trás da tecnologia da bomba atômica, da corrida espacial, da eletrônica e da física quântica. Mas o grande gênio também gastava seu tempo escrevendo derretidas cartas de amor e escolhendo lembrancinhas para as amantes. Um de seus tórridos romances foi com a agente soviética Margarita Konenkova. A cinqüentona, que em nada evocava o protótipo da espiã sedutora, tinha a missão de descobrir os segredos da bomba atômica. Einstein queria impressioná-la a todo custo. No auge da paixão, chegou a dizer: "Ao se conquistar uma garota, uma hora parece um minuto. Isso é a relatividade".

A mulher mais copiada

Ela foi casada com o homem mais poderoso da Terra, o presidente americano John Kennedy, e depois com um dos mais ricos, o armador grego Aristóteles Onassis. Enquanto esteve na Casa Branca, Jacqueline Kennedy foi a mulher mais imitada do mundo. Seu corte de cabelo virou moda, as bolsas, os chapéus, os sapatos. Todas as primeiras-damas que vieram depois foram inevitavelmente comparadas a ela – e perderam a disputa. Depois que deixou o poder, após o assassinato do marido, manteve a compostura. Não se conhece um único comentário seu a respeito das incontáveis amantes de Kennedy. O escritor Norman Mailer a definiu: "Ela não é uma celebridade. É uma lenda. Não, não é uma lenda. É um mito. É mais que um mito, é um arquétipo histórico".

Para lá de moderna

A bailarina Isadora Duncan surgiu no começo do século pregando a libertação do balé clássico e o amor livre. Foi duplamente bem-sucedida. Suas apresentações sem cenários e sapatilhas são consideradas a pedra fundamental da dança moderna. Na vida pessoal, a moça também era um furacão, com uma biografia recheada de amantes. Para aprender a dançar com Isadora, as jovens tinham de suplicar aos pais.

 

Quem falou em sexo?

Sigmund Freud:
irritação com críticos
que reduziram sua
obra a sexo

Sigmund Freud, o homem que deixou o maior legado da história da psicanálise, perdia a cabeça como qualquer outro mortal. Primeiro a falar que o cérebro humano tem uma dimensão inconsciente e a decifrar os símbolos das imagens que aparecem nos sonhos, Freud ficava enfurecido com as críticas de que todos os seus tratados sobre a mente se resumiam a sexo. Dizia, transtornado, que faltava cultura ao povo. Certa vez, durante uma entrevista, disparou: "Divulgam boatos. É tão insensato quanto decretar que toda disfunção corporal se deve às bactérias".

 

Quem vê não acredita

20th Century Fox

Cenas de Titanic e de ...E o Vento Levou: fofoca sobre
os atores dos filmes mais caros do cinema

Os dois filmes têm muito em comum. ...E o Vento Levou, de 1939, é a maior produção da primeira metade do século. Custou 46 milhões de dólares, faturou 863 milhões e ganhou oito Oscar. Titanic, de 1997, é a maior produção da segunda metade do século. Custou 230 milhões de dólares, arrecadou 1,8 bilhão e conquistou onze Oscar. São os grandes marcos do cinema americano. Além da competição numérica, ...E o Vento Levou e Titanic têm seus atores disputando para saber quem gerou mais fofoca durante as filmagens. O sedutor Clark Gable virou alvo de tititi porque possuía um mau hálito que afugentava até os amigos mais próximos. Pobre Vivien Leigh, que interpretou Scarlett O'Hara. Já Leonardo DiCaprio, juntamente com seu inseparável bando de amigos, virava noites em boates e bares de strip-tease. Como o cinema engana...

A mãe da moda

Ela inventou a bijuteira fina, a bolsa a tiracolo, o perfume Chanel nº 5, os sapatos bicolores, o tailleur e o "pretinho básico". Foi também em suas mãos que a calça comprida virou uma roupa feminina. Com uma lista de feitos dessa ordem, ninguém no ramo da moda pode competir com Coco Chanel, a estilista francesa que definiu o conceito de elegância no século 20. Quando Chanel nasceu, no fim do século passado, mulher elegante tinha as formas opulentas e espremia-se em espartilhos sob vestidões volumosos. Chanel fez a mulher ficar magra, já que gorduchas nunca couberam bem em suas criações. Graças a seu estilo simples e prático imposto nos anos 20, vestir-se bem hoje em dia é acessível ao bolso da classe média.

Dama de Ferro na passarela

Primeira-ministra da Inglaterra durante onze anos, Margaret Thatcher passava uma imagem durona, mas por trás da capa rígida batia um coração vaidoso. Quando jovem, quem diria, a Dama de Ferro chegou a posar de manequim para revistas de moda. Depois de assumir o cargo que a transformaria na mulher mais poderosa do século, adorava ser fotografada vestindo avental e pilotando o fogão. Mas nunca abria mão dos penteados impecáveis esculpidos em longas sessões nos salões de beleza.

Até sutiã à prova de bala

As ex-primeiras-damas Evita Perón e Imelda Marcos são fortes candidatas ao posto de primeira-perua do século. Maior heroína da Argentina, Evita Perón, mulher de Juan Perón, tinha uma coleção de 1.200 vestidos, 600 casacos de pele e 900 pares de sapatos. Para transportar suas roupas, chegou a usar 130 malas numa única viagem. Imelda, casada com o ditador filipino Ferdinand Marcos, não fez por menos. Seu guarda-roupa continha 3.000 pares de sapatos, 200 cintas-ligas, 1.000 meias-calças e 500 sutiãs pretos. Pasmem: um deles é à prova de balas.

O escritor que odiava ler

Hemingway: infância
sem livros

O americano Ernest Hemingway, o mais genuíno entre os escritores deste século, odiava ler na infância. Seus amigos contam que ele morria de vergonha porque praticamente nunca tinha chegado perto de um livro. Dizia que não gostava dos intelectuais. Hemingway não soube explicar, mas aos 21 anos começou a devorar livros. Ironicamente, virou um escritor de mão- cheia, que adorava falar sobre guerras e fatos que davam manchete de jornal. Aos 55 anos, ganhou o prêmio Nobel de Literatura.

O papa mais pop da História

Dono de imbatível poder de comunicação, o papa João Paulo II tornou-se uma espécie de superstar religioso. Aprendeu sete línguas, escreveu treze encíclicas, lançou quatro livros e gravou três discos, um deles com repertório pop. O sumo pontífice polonês consolidou fama internacional em 87 viagens empreendidas em 21 anos. É uma média espantosa. O papa percorreu mais de 1 milhão de quilômetros, o suficiente para dar 25 voltas ao redor da Terra.

Esse trono ninguém tira

Que outro astro do cinema mudo consegue ser lembrado até hoje? Só Charles Chaplin, criador do incrível Carlitos. O personagem de chapéu afundado na cabeça, bigodinho escovado e bengala na mão é o maior símbolo do humor deste século. Ator primoroso, era um faz-tudo em seus filmes. Teve uma legião de seguidores, como o Gordo e o Magro e os irmãos Marx. Todos se inspiraram em seu modo delicado de fazer rir sem precisar dizer nada.

Um Rockefeller vale dois Gates

Atenção, Bill Gates, dono da Microsoft, contente-se com o segundo lugar. O magnata americano John D. Rockefeller, o todo-poderoso do petróleo, morto em 1937, é o homem mais rico do século. Enquanto esteve à frente de 90% das refinarias americanas, Rockefeller acumulou uma impressionante fortuna estimada em 236 bilhões de dólares, em valores de hoje. As contas são da revista Forbes. O valor representa mais do que o dobro do patrimônio de Gates, atualmente em torno dos 90 bilhões.

Briga de pincéis

Pablo Picasso e Henri Matisse eram bons amigos, mas viviam às turras. Os dois maiores pintores do século cultivavam uma rixa digna de jardim-de-infância. Em leilões, eles enviavam mensageiros para fazer subir o valor de suas telas. Picasso tinha especial obsessão por saber quem valia mais no mercado de artes plásticas. O desfecho foi irônico. O espanhol encerra o século como o segundo pintor mais valioso. Mas não está atrás de Matisse. Ele perde o trono para Van Gogh, gênio do século 19.

Rainha do bisturi

Cansada do visual caipirão e da silhueta rechonchuda, a americana Cindy Jackson, ex-frentista de posto de gasolina, superou todos os limites da cirurgia plástica. A moça passou pela faca catorze vezes nos últimos dez anos para conseguir virar uma espécie de sósia da boneca Barbie. Entre os feitos do bisturi estão a remoção de bolsas de gordura sob os olhos, duas operações de nariz, duas boas levantadas na pele do rosto, implantes de silicone e fartas lipoaspirações. Doeu no corpo e no bolso. Cindy torrou uma herança com as cirurgias, mas não descansa. Quer fazer uns retoques no próximo século.

O beijoqueiro do cinema

Paramount Pictures Corporation
Que crime, que nada. A maior obsessão de Alfred Hitchcock, o mestre do suspense, eram as cenas de beijo. Seu filme Interlúdio, de 1946, detém o recorde do mais longo beijo exibido na telona. Os atores Cary Grant e Ingrid Bergman quase perdem o fôlego, mas permanecem seis minutos com os lábios coladinhos. Em Janela Indiscreta, de 1954, mais uma proeza. O diretor fez com que James Stewart e Grace Kelly ensaiassem 87 vezes o mesmo beijo.

Papai presidente não gostava

Alice Roosevelt, a filha do presidente americano Theodore Roosevelt, não se conformava em ser a moça pacata que convinha ao pai. Ela vivia nas colunas sociais protagonizando histórias que alimentavam fofocas e escandalizavam os ricaços no início do século. Bateu recordes de badalação: em quinze meses compareceu a 407 jantares, 350 bailes e 300 festas. Nessas ocasiões, ela sempre escolhia seu par e fumava em público. A filha de Roosevelt virou modelo de mulher emancipada e inspirou uma geração de moças batizadas Alice.

A cirurgia plástica do Mickey Mouse

Mickey, em três fases: voz do próprio Disney

Mickey Mouse, inventado em 1928 por Walt Disney, é um dos poucos desenhos que resistiram ao tempo. Foi num filme estrelado pelo ratinho que o mundo conheceu o desenho com som. Sua voz era interpretada pelo próprio Disney. Aos 72 anos, o camundongo passou por algumas cirurgias plásticas e chega ao ano 2000 com o rabinho mais curto e o focinho bem menor do que o original.

O som da modernidade

A música clássica ganhou ares de modernidade com as brilhantes criações do compositor russo Igor Stravinski. Polêmico por misturar linguagens musicais, o artista causou a maior confusão na estréia de sua peça A Sagração da Primavera, em 1913. A platéia, indignada com o som revolucionário, promoveu um quebra-quebra em pleno Champs-Elysées, em Paris. Em meio à balbúrdia, o compositor escapou de fininho e fugiu por uma janela dos fundos do teatro. Um ano depois, sua obra foi devidamente valorizada pela crítica e Stravinski ganhou o reconhecimento mundial.

Casal aberto, cara fechada

Os escritores Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre protagonizaram o primeiro casamento aberto do século. Ficaram juntos por quase cinqüenta anos e muita gente seguiu o modelo deles. Mas as aparências às vezes enganam. Feminista de carteirinha, Simone sofria horrores com as notórias infidelidades do marido. Não disfarçava seu mau humor nem nos animados saraus parisienses nos anos 60. Era a primeira a querer ir embora.

A voz imortal

Aqueles olhos azuis, aquela voz de barítono e pronúncia cristalina eram para durar para sempre. Frank Sinatra surgiu no final da década de 30 e encantou o mundo durante sessenta anos. Ele gravou de tudo, até música de discoteca. Fez filmes bons e ruins, arrasou os corações adolescentes, foi feliz e infeliz nos casamentos, naufragou na bebida, desapareceu num período de decadência, ressuscitou e voltou ao trono. A Voz, como era chamado, tornou-se imortal.

Será que a culpa é do nome?

Personagem mais famoso das artes marciais no cinema, Bruce Lee é o "pai" de Steven Seagal, Jean-Claude van Damme e Chuck Norris. As más línguas dizem que Bruce só mergulhou na pancadaria para reagir a uma decisão tomada pela mãe. A doce senhora Lee escolheu para o filho um nome de menina: Li Jun Fan. A idéia era proteger o rebento dos maus espíritos, mas ninguém se preocupou com o que iriam falar dele as cobras de plantão.

De você quero distância

As imagens do ator Fred Astaire alçando com delicadeza Ginger Rogers às alturas nos dez filmes que fizeram juntos estão entre as mais importantes de sua carreira. Mas o melhor sapateador de todos os tempos não suportava a companhia da moça. Tanto que preferia treinar os passos com um homem, coreógrafo seu, que depois ensaiava com Ginger. Também ela preferia distância. Certa vez a atriz disse: "Eu fazia tudo o que ele fazia, só que de salto alto e para trás".

Joalheria ambulante

Um dos homens mais ricos do mundo nos anos 70, o monarca iraniano xá Reza Pahlevi era um megalômano. Para preparar os acepipes nas festinhas que sacudiam as noites no Oriente, ele importava chefs de Paris. Encomendava de alfaiates italianos ternos para ele e os convidados. Quando se casou com a bela Farah Diba, presenteou a mulher com uma coroa de mais de 10.000 quilates. Em algumas ocasiões o casal usava tanto brilhante junto que parecia uma joalheria ambulante.

A insustentável leveza

Santos Dumont: pioneirismo roubado

Alberto Santos Dumont deixou o mundo de queixo caído ao cruzar pela primeira vez os céus em um dirigível. Em 1901, deu uma volta em torno da Torre Eiffel e conquistou o título de pai da aviação. Mas suas proezas acabaram perdendo destaque para as dos irmãos americanos Orville e Wilbur Wright, que ganharam o pioneirismo no grito. Frustrado, o aviador escreveu: "Sinto-me como se sentiriam Thomas Edison ou Guglielmo Marconi se, depois que mostraram a lâmpada elétrica e o telégrafo sem fio, surgisse alguém dizendo que os tinha construído antes deles".

Elas gostaram e eles mais ainda

Mary Quant ficou famosa em 1966 ao inventar a minissaia. A estilista inglesa passou a tesoura nas antigas e recatadas saias longas e criou um modelito 30 centímetros acima dos joelhos. A moda de Mary Quant virou febre no mundo todo e entrou para a lista das grandes invenções do século. O curioso em torno da peça é que as mulheres a têm como uma grande conquista. Os homens idem.

 

 

Eu é que sou o mais feio

 
Universal Pictures
Lugosi (à esq.) e Boris Karloff: Drácula levou a melhor

O que Drácula e Frankenstein têm em comum? Os dois filmes que consagraram o gênero do horror foram rodados no mesmo ano, 1931, e tiveram como protagonistas atores que se odiavam e disputavam o posto de imagem mais feia do cinema. Bela Lugosi, o Drácula, dizia que faria um Frankenstein melhor do que o de Boris Karloff ainda que apenas grunhisse. Se a disputa fosse travada pela fama dos personagens, Drácula levaria a melhor. O personagem apareceu em 160 versões cinematográficas, contra 112 de Frankenstein.

Orgulho de ser "made in Japan"

Akio Morita é um dos grandes empresários do século 20. Não apenas porque era filho de um produtor de saquê e ficou bilionário ao fundar a Sony, em 1946. Ele é o maior responsável pela mudança de imagem da indústria japonesa. Até sua chegada, a expressão "made in Japan" indicava a origem do produto e também sua baixa qualidade. Inventor do walkman, Morita costuma contar uma história daquela fase ruim, ocorrida numa sorveteria na Alemanha. Ao lhe entregar a taça de sorvete, o garçom apontou para o guarda-chuva de bambu que servia de adereço e disse: "É da sua terra".


Esportistas não. Mágicos!

É raro alguém atingir a perfeição.
Quando consegue, merece a imortalidade

Jorge Meditsch
Marco de Bari
J.B. Salco
Adhemar Ferreira da Silva: bicampeão no salto triplo Ayrton Senna: tricampeão na
Fórmula 1

Manoel Motta
Nadia Comaneci: a ginasta romena conseguiu ser perfeita não uma ou duas vezes. Foram sete notas 10 nas Olimpíadas de 1976
Éder Jofre: campeão de boxe Maria Esther Bueno: oito títulos em Wimbledon  

Pelé: com ele, o futebol deixou de ser esporte. Virou arte
Jesse Owens: ganhou quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas de Berlim e fez Hitler engolir as teorias racistas
Muhammad Ali: entre um nocaute e outro, dançava dentro do ringue como um bailarino
Michael Jordan: quando subia para fazer cestas, revogava por um instante a lei da gravidade