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. O guia da saúde
. Os novos horizontes da ciência
. Está nas suas mãos
. Bradley Trevor Greive
 

O guia da saúde

Grande parte das doenças associadas à idade pode
ser evitada ou tem cura. Para algumas que ainda
desafiam a ciência, há paliativos. Veja a lista dos
problemas mais comuns relacionados à passagem
do tempo e o que é possível fazer para preveni-los

 

APNÉIA DO SONO

Roncar alto, não importa a posição em que se está deitado, acordar cansado, com a boca seca ou com dor de cabeça são sintomas desse tipo de apnéia. O distúrbio caracteriza-se por interrupções da respiração durante o sono, que acontecem em intervalos de dez a trinta segundos. Freqüentemente, a pessoa não percebe que desperta durante a noite, para recuperar o ar antes de voltar a dormir. Nos casos mais graves, esse acorda-dorme pode se repetir até 300 vezes. A apnéia do sono é decorrente da flacidez dos tecidos da garganta, que acabam por obstruir a passagem do ar. As conseqüências para a saúde vão de simples sonolência diurna a hipertensão, infarto, derrame e até mesmo morte súbita. Os obesos são mais propensos a sofrer do problema. Perder peso pode ser uma solução. Se não resolver, a doença é tratável por meio de cirurgia ou pelo uso de aparelhos que facilitam a respiração durante a noite.

 

ARTROSE

A artrose é uma doença reumatológica causada pelo desgaste interno das articulações. Os sintomas mais comuns são dor e inchaço nas juntas, resultantes de inflamações locais. Qualquer articulação do corpo pode ser afetada, mas as mais comumente atingidas são as das mãos, joelhos e coluna. Esta última é conhecida como bico-de-papagaio. A artrose é uma doença crônica. Isso quer dizer que, apesar de incurável, os sintomas podem ser minimizados. O tratamento é feito à base de antiinflamatórios, analgésicos, relaxantes musculares, aplicação de gelo e exercícios específicos, como alongamento e hidroginástica. Há também uma terapia que estimula os músculos por intermédio de impulsos elétricos. Como forma de prevenir a artrose, é importante manter o peso ideal, evitar movimentos e posturas repetitivos e nunca carregar muito peso, para não forçar as articulações.

 

BRONQUITE CRÔNICA

Bronquite é a inflamação dos brônquios, canais de passagem do ar até os pulmões. A doença se manifesta sob duas formas: a aguda e a crônica. A primeira é decorrente de infecções, como gripe e resfriado. A segunda atinge sobretudo pessoas com mais de 50 anos, fumantes ou ex-fumantes. Com o tempo, as substâncias nocivas do cigarro tendem a se depositar nos brônquios, dificultando a atividade respiratória. Os principais sintomas da doença são chiado no peito, tosse, expectoração e falta de ar. O tratamento inclui drogas que dilatam os brônquios, antiinflamatórios e fisioterapia respiratória. E a principal medida de prevenção contra a bronquite crônica é, claro, abandonar quanto antes o cigarro.

 

CATARATA

A catarata é a principal causa de cegueira no Brasil, sobretudo entre as pessoas com mais de 65 anos. No olho, há uma lente transparente responsável por dar foco às imagens, o cristalino. Com a idade, o cristalino tende a ficar opaco. A opacidade que afeta a visão é a catarata. O único tratamento é a cirurgia. Graças aos avanços nas técnicas, atualmente é possível realizar a operação quando a doença ainda está nos estágios iniciais. As técnicas mais modernas usam aparelhos de ultra-som. O cristalino é substituído por uma lente maleável, intra-ocular, implantada através de uma incisão de cerca de 3 milímetros.

 

DEGENERAÇÃO MACULAR

A mácula é a camada mais interna do olho, localizada na porção central da retina. Ela é responsável pela visão central, que garante a percepção de formas, cores e detalhes. Entre os 50 e 60 anos, a mácula tende a perder nitidez. Algumas pessoas, no entanto, ficam com a visão comprometida. Se nada for feito, a doença pode levar à cegueira. Geralmente, a degeneração macular ataca um olho antes do outro. Os pacientes costumam notar que algo está errado ao enxergar as linhas de um texto de jornal distorcidas. Há estudos que associam a doença ao cigarro, mas ainda não há nada conclusivo sobre o assunto. Conforme outros trabalhos científicos, o consumo de alimentos verdes e amarelos, como o espinafre, as ervilhas, o abacate ou o melão, ajudaria a diminuir a incidência do mal. Porém, como no caso do cigarro, são necessárias pesquisas mais abrangentes para comprovar esses benefícios. Os tratamentos surtem pouco efeito. O mais recente deles, aprovado há dois anos, chama-se terapia fotodinâmica. Substâncias fotossensibilizantes são injetadas nos olhos dos pacientes e, em seguida, com aparelhos de laser, os médicos queimam os vasos sanguíneos anômalos que, durante a evolução da doença, se formaram debaixo da retina. O tratamento é parcialmente eficaz (dá algum resultado em 15% dos casos) e só é indicado quando a degeneração macular está em fase inicial. Para flagrar a doença em seu começo, recomenda-se que, a partir dos 40 anos, as consultas ao oftalmologista sejam de dois em dois anos. E, depois dos 65, uma vez por ano.

 

DERRAME

O derrame ou acidente vascular cerebral é a terceira maior causa de morte de pessoas com mais de 65 anos. Ele acontece quando o fluxo de sangue no interior das artérias e veias é interrompido ou quando há a ruptura de um desses vasos sanguíneos. Com isso, a irrigação de algumas partes do cérebro deixa de ser feita. As conseqüências dependem da região lesionada e do tamanho da lesão. Se os neurônios envolvidos forem relacionados à fala, por exemplo, essa função sofrerá prejuízo. Se estiverem ligados aos movimentos de um dos lados do corpo, a pessoa poderá ficar paralisada. Mas há casos em que as vítimas saem de um derrame sem nenhuma seqüela. Como a principal causa do derrame é a hipertensão, para preveni-lo é preciso controlar a pressão arterial (veja o verbete Hipertensão).

 

DIABETES

Dos dois tipos de diabetes, o tipo 2 é o mais comum. A doença tem um componente genético, mas está muito associada ao pior do estilo de vida moderno, como dietas ricas em gorduras, sedentarismo e excesso de peso. Anos e anos de hábitos pouco – ou nada – saudáveis podem incapacitar o pâncreas de produzir o hormônio insulina nas quantidades necessárias. Com isso, os níveis de glicose no sangue aumentam. Sem tratamento, o diabetes pode levar à cegueira, à impotência sexual, à necessidade de amputação das pernas e à morte. O tratamento do diabetes consiste em suprir a falta de insulina com injeções diárias. Antes de origem animal, o hormônio hoje é produzido inteiramente em laboratório e parecidíssimo ao produzido pelo pâncreas humano. Mais finas, as agulhas das injeções agora já não machucam tanto. Até o fim do ano, deve ser aprovada a primeira insulina em pó. Inalável, ela representará o fim das agulhadas.

 

ESCLEROSE MÚLTIPLA

A esclerose múltipla é uma das doenças que as pessoas mais associam à velhice. Mas é na juventude, a partir dos 20 anos, que ela começa a se manifestar. A doença evolui em crises – e seu desenvolvimento é imprevisível. Essas crises podem levar a dificuldades para ver, ouvir e andar, e também a falhas de memória. A partir da década de 80, com a precisão das imagens obtidas por exame de ressonância magnética, a esclerose múltipla passou a ser diagnosticada mais precocemente. Os remédios progrediram bastante nos últimos anos. Os medicamentos mais modernos aumentam o intervalo e diminuem a intensidade das crises. Doença sem cura nem causas conhecidas, a esclerose múltipla surge de uma falha nas defesas do organismo. Em algum momento, o sistema imunológico começa a perceber o próprio corpo como inimigo. Na esclerose múltipla, o "alvo" é a mielina, substância importante na comunicação entre os neurônios.

 

GLAUCOMA

O glaucoma é um dos distúrbios visuais mais traiçoeiros, porque pode evoluir sem sintomas. Nos casos mais graves, leva à cegueira. E a perda de visão é irreversível. Por isso, a melhor arma contra o glaucoma é a prevenção. A partir dos 40 anos, as consultas ao oftalmologista devem ser regulares – a cada um ou dois anos. A partir dos 50, recomenda-se que as visitas sejam anuais. O glaucoma é causado pelo aumento da pressão no globo ocular. A hipertensão ocular leva a alterações progressivas no campo de visão, que vai diminuindo de fora para dentro. O tratamento do glaucoma costuma ser feito com colírios. Em casos especiais, pode-se recorrer ao uso do laser ou à cirurgia.

 

GRIPE

Ao lado das doenças cardíacas, derrame e câncer, a gripe é uma das principais causas de mortalidade entre homens e mulheres com mais de 60 anos. Nessa faixa etária, o risco de uma gripe evoluir para quadros mais graves, como pneumonia e insuficiência respiratória, é muito maior do que entre os jovens. O sistema imunológico dos mais velhos tende a não responder com a mesma eficiência às agressões de vírus e bactérias. Além disso, doenças crônicas (diabetes, insuficiência cardíaca e enfisema pulmonar, entre elas) ou o vício do cigarro potencializam as probabilidades de complicações. Quando a febre não cede em 48 horas e os sintomas persistem por mais de uma semana – prazo para o corpo combater a infecção –, são grandes os riscos de a gripe estar se transformando numa pneumonia. Recomenda-se que as pessoas de 50 anos ou mais tomem todos os anos a vacina contra a gripe. A eficácia da imunização é de cerca de 70%.

 

HÉRNIA DE DISCO

A hérnia de disco ocorre quando um ou mais discos que servem de amortecedores para as vértebras da coluna se deslocam e comprimem as enervações da coluna. O paciente tende a sentir dormência nas costas, nos braços, nas pernas ou na cabeça. Nos casos mais graves, o disco está tão danificado que só a cirurgia é capaz de corrigir o problema. Quando a lesão não é tão grande, o problema pode ser tratado com sessões de fisioterapia ou de reeducação postural global (RPG). As recomendações para evitar a hérnia de disco são as mesmas que se fazem contra a dor nas costas (veja o verbete Lombalgia).

 

HIPERTENSÃO

A pressão arterial é a força exercida pelo fluxo de sangue contra a parede das artérias. Quanto maior a pressão, piores são as conseqüências. Com a idade, as artérias tendem a se endurecer, o que também favorece o aumento da pressão. De cada dois brasileiros com mais de 50 anos, um é vítima do mal. A hipertensão é um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares, já que provoca lesões nas artérias. As gorduras circulantes na corrente sanguínea se depositam aí, o que aumenta a probabilidade de um infarto. A pressão alta também pode levar a um derrame quando arrebenta uma artéria. Se a pressão é superior a 13 por 8,5, já é considerada alta. A hipertensão tem um forte componente genético, mas a doença pode não se manifestar caso sejam adotados hábitos de vida saudáveis. Entre eles, manter o peso sob controle, não fumar, praticar exercícios físicos regularmente, controlar o stress e moderar o consumo de sal. A ingestão não deve ultrapassar 2 gramas diários. É possível ainda controlar a hipertensão com medicamentos. Há cerca de cinqüenta substâncias capazes de estabilizar a pressão.

 

HIPERTIREOIDISMO

A tireóide é uma glândula localizada na parte anterior e inferior do pescoço. Ela é responsável pela produção de alguns dos mais importantes hormônios. Quando a produção dessas substâncias é excessiva, configura-se o hipertireoidismo, mal que acelera o metabolismo. Os principais sintomas da doença são perda de peso sem motivo aparente, suor excessivo, irritabilidade, taquicardia, aumento da oleosidade da pele, insônia, diarréia, tremores e olhos saltados. O hipertireoidismo tende a se manifestar, sobretudo, em mulheres ao redor de seus 40 anos. A doença pode ser tratada com drogas que bloqueiam a ação dos hormônios, com iodo radioativo, que destrói parte da glândula lesionada, ou pela extirpação total da tireóide. Acima dos 40, o ideal é que todos os anos seja feita uma medição dos níveis dos hormônios tireoidianos.

 

HIPOTIREOIDISMO

No hipotireoidismo, a glândula tireóide funciona num ritmo mais lento, o que leva à falta de hormônios essenciais. Entre as inúmeras causas da doença está a inflamação da glândula. A doença tem como sintomas ressecamento da pele e do cabelo, lentidão de movimentos, depressão, aumento de peso, sonolência excessiva, prisão de ventre, sensação de fraqueza, intolerância ao frio e problemas de memória. Uma das conseqüências mais nefastas do hipotireoidismo é o aumento dos riscos de doenças cardiovasculares. Quanto mais cedo a doença for descoberta, mais efetivo será o tratamento, feito à base de reposição hormonal. A medida de prevenção contra o mal é a mesma que se recomenda contra o hipertireoidismo: aferições regulares dos níveis dos hormônios produzidos pela glândula.

 

INFARTO

A cada 33 segundos, uma pessoa morre vítima de uma doença do coração. No topo da lista está o infarto agudo do miocárdio. Ele ocorre quando o aporte de sangue para uma parte do coração é suspenso por mais de vinte minutos. Com a falta de irrigação, as células da região morrem, o que acarreta uma necrose. A principal causa do problema é o acúmulo de gordura na parede das artérias, que obstrui a passagem de sangue. Esse é um processo lento e silencioso. Os sintomas típicos do infarto são angina – dor no peito freqüentemente irradiada para o braço esquerdo –, dificuldade para respirar, vômito e dor nas costas e no pescoço. Os fatores de risco mais importantes são tabagismo, dieta rica em gordura, obesidade, sedentarismo e diabetes.

 

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA

Acúmulo de gordura nas artérias, pressão alta, diabetes e hipertireoidismo são alguns dos fatores de risco para a insuficiência cardíaca. Com cerca de 2 milhões de vítimas no Brasil, o distúrbio se manifesta quando o coração perde a potência e tem dificuldade de bombear sangue para o resto do organismo. A doença evolui devagar, sem que a maioria dos pacientes perceba que há algo de errado. Os casos mais leves de insuficiência cardíaca são tratados com medicamentos. Existem drogas de vários tipos: das que facilitam o aporte de sangue ao coração às que ajudam o músculo cardíaco a funcionar com mais vigor. Nos casos mais graves, a única opção é o transplante.

 

LOMBALGIA

A popular dor nas costas afeta 70% dos brasileiros. Na maioria dos casos, a causa é a má postura. O problema pode manifestar-se em qualquer época da vida, mas é mais freqüente depois dos 40 anos. A coluna é composta de 33 vértebras, intercaladas por discos gelatinosos que amortecem o atrito entre elas. Com o tempo, esses discos perdem água e tornam-se mais finos. A fricção entre as vértebras aumenta, e essa pressão pode refletir-se nos músculos de sustentação da coluna. As costas, então, reclamam. A melhor arma contra a lombalgia é adotar uma boa postura, controlar o peso, fortalecer a musculatura do abdome, dos ombros e das costas e não fumar – a nicotina estimula a desidratação dos discos. Exercícios como natação, hidroginástica e pilates ajudam a colocar a coluna no lugar e a enrijecer os músculos. Também são indicadas sessões de RPG, em que se combinam alongamento, educação postural e massagens.

 

MAL DE ALZHEIMER

O mal de Alzheimer é a causa mais importante de demência. Acomete cerca de 5% da população mundial com mais de 65 anos. A principal característica da doença é a perda gradual da capacidade cognitiva e da memória recente. No início, ocorrem pequenos esquecimentos. Em seguida, os pacientes tornam-se confusos e, por fim, não reconhecem os próprios familiares – e, em alguns casos, nem a si próprios quando são colocados diante de um espelho. Não existe cura para o mal de Alzheimer. Algumas drogas retardam a progressão da doença, e outras diminuem a freqüência das alterações de humor e comportamento. Não existe uma causa definida para o distúrbio. Os estudos mais recentes mostram, no entanto, que as pessoas que tiveram intensa atividade intelectual na juventude têm menos probabilidade de desenvolver a doença.

 

MAL DE PARKINSON

O mal de Parkinson é um distúrbio degenerativo do sistema nervoso central. Durante a evolução da doença, ele perde suas funções progressivamente. Isso ocorre devido à morte de neurônios localizados na região do cérebro responsável pela coordenação dos movimentos suaves. As principais características do mal de Parkinson são tremores nas mãos, lentidão dos movimentos e rigidez muscular. No início, os sintomas tendem a se manifestar de maneira branda. Com o tempo, eles podem agravar-se a tal ponto que o paciente fica praticamente paralítico. O mal de Parkinson não tem cura, e sua causa é desconhecida. As cirurgias têm resultados transitórios, e os vários medicamentos disponíveis melhoram os sintomas, mas podem causar efeitos colaterais severos. Além disso, a maioria dos remédios perde a eficácia ao longo do tempo.

 

OBESIDADE

Obesidade é tendência genética combinada a fatores externos, como sedentarismo e glutonice. É fator de risco para uma série de males: distúrbios cardiovasculares, hipertensão, diabetes, colesterol alto e depressão, entre outros. Um obeso vive, em média, de quatro a seis anos menos do que uma pessoa de peso normal. A obesidade é um problema de todas as idades. Mas tende a ser mais comum a partir dos 40 anos, quando o ritmo do metabolismo diminui e a queima de calorias pelo organismo perde a eficiência da mocidade. Dos 30 aos 60 anos, fica-se, em média, 4 quilos mais gordo a cada década. A receita para manter a linha é uma só: o gasto de energia tem de ser maior do que o seu consumo. Ou seja, coma menos e mexa-se mais.

 

OSTEOPOROSE

A osteoporose é uma doença predominantemente feminina. Atinge sobretudo mulheres na pós-menopausa. Com a baixa na produção dos hormônios estrógenos, elas ficam sem um dos principais combustíveis para a formação dos ossos. A osteoporose não tem cura, mas pode ser evitada. A receita é simples: tomar diariamente quinze minutos de sol (de preferência, antes das 10 da manhã e depois das 4 horas da tarde), consumir cálcio – leite e seus derivados, peixe, frango e vegetais verdes – e fazer ginástica (as melhores modalidades são as de impacto, como musculação e caminhada). Recomenda-se que entre 30 e 40 anos seja feito um exame de densitometria óssea, para servir de base para comparações futuras. Depois da menopausa, ele deve ser anual. A novidade para o tratamento da doença é um medicamento à base de um hormônio sintético, o PTH 1-34. Previsto para chegar ao mercado brasileiro até o fim do ano, é o primeiro remédio que, além de evitar a perda óssea, promove a construção de ossos.

 

SURDEZ

Com a idade, a audição tende a diminuir, principalmente depois dos 60 anos. No jargão médico, o fenômeno é conhecido pelo nome de presbiacusia. O problema caracteriza-se principalmente pelo comprometimento da audição dos sons agudos, que pode vir acompanhado de zumbidos. Essa deficiência causada pela idade pode ser agravada por fatores como hereditariedade, diabetes, híper ou hipotireoidismo e exposição constante a ambientes barulhentos. O exame auditivo deve fazer parte do check-up anual de todas as pessoas com mais de 50 anos.

 
   
     
   
     
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