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. O
estilo faz o homem e a mulher |
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. Não
dá para não fazer |
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. O
segredo é não desligar nunca |
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. O
corpo aquecido pela alegria |
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. Debaixo
daqueles lençóis... |
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. Sirva-se
à vontade |
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. Doses
de incerteza |
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. Alguns
funcionam |
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. A
miragem hormonal |
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. A
boa noite dos jovens |
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. Cremes
que esticam |
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. Pequenos
cortes, grandes mudanças |
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. Quando
a cabeleira começa a minguar |
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. Sorriso
saudável, aparência jovial |
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. O
guia da saúde |
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. Os
novos horizontes da ciência |
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. Está
nas suas mãos |
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. Bradley
Trevor Greive |
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A boa noite dos jovens
O sono
noturno não serve apenas para repor
as energias gastas de dia. Dormir bem evita
doenças e até rejuvenesce
Gal Oppido
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Uma antiga
canção infantil dizia:
Seis
horas de sono para o trabalhador
Sete
horas para o professor
Oito
horas para o bobalhão
E
para o ricaço que não vale um tostão.
Houve um
tempo em que dormir era sinônimo de desperdício de tempo,
coisa de gente preguiçosa, um hábito quase indecente. Mas,
se fosse somente coisa de indolentes, o sono seria um tremendo equívoco
(talvez o maior) do processo evolutivo. Pessoas saudáveis passam
um terço de sua existência dormindo, e são cada vez
mais claras as evidências de que o sono noturno não serve
apenas para repor as energias gastas durante o dia. Ele mantém
fortes as defesas do organismo, protege o cérebro e, de quebra,
ainda remoça.
Dormir
é essencial. Mas não qualquer sono. O sono proveitoso é
aquele do qual despertamos bem-dispostos, não importa o número
de horas. Das cinco etapas em que ele pode ser dividido, as mais importantes
são a terceira e a quarta, as do sono profundo. Nelas, a pressão
sanguínea cai, os batimentos cardíacos diminuem, os músculos
se relaxam e a hipófise, uma glândula localizada na base
do crânio, passa a produzir GH, o hormônio do crescimento.
A deficiência de GH está associada aos sintomas mais comuns
da velhice. Conforme o tempo passa, a quantidade de sono profundo tende
a diminuir. O descanso noturno de um adolescente tem 80% a mais de fases
3 e 4 do que o de uma pessoa de 50 anos. A idade também interfere
na secreção de GH. A partir dos 35 anos, a produção
do hormônio, entre os homens, é 75% menor do que na juventude.
Dormimos menos porque envelhecemos ou envelhecemos porque dormimos menos?
A questão ainda é uma incógnita para a ciência.
O que se
tem por certo é que uma sucessão de noites maldormidas leva
ao envelhecimento precoce. Além de acarretar uma queda na produção
de GH, o sono precário diminui a secreção de outros
hormônios. Responsável pela sensação de saciedade,
a leptina é uma das substâncias fabricadas durante uma boa
noite de sono. É por falta dela que, quando dormem mal, as pessoas
em geral ficam mais vorazes no dia seguinte. A falta de descanso noturno
também desequilibra a produção de cortisol, o hormônio
do stress. Nesses casos, ela se mantém em alta durante todo o dia.
E excesso de cortisol inibe o sistema imunológico, eleva a pressão
arterial e os níveis do colesterol ruim. Já está
provado também que a privação de sono atrapalha a
conexão entre os neurônios, o que compromete o aprendizado
e a memória. É durante o sono que o cérebro organiza
e assimila os dados selecionados como essenciais. As informações
desnecessárias são apagadas. O cérebro de um insone
fica atrapalhado. Por último, há de se lembrar que uma noite
em claro equivale a uma pequena embriaguez. E, como toda bebedeira, afeta
os reflexos e a coordenação motora.
Falar é
fácil. No mundo estressante de hoje, está cada vez mais
difícil ter uma boa noite de repouso. No Brasil, três em
cada dez adultos sofrem de insônia. Muita gente recorre às
drogas indutoras do sono. Os medicamentos mais modernos preservam todas
as fases dele, inclusive as mais profundas. Convém, no entanto,
não abusar. O uso ininterrupto de remédios por mais de três
semanas pode ter conseqüências nefastas. O organismo se acostuma
às drogas e elas deixam de funcionar. Resultado: insônia
provocada por remédios. Se o único caminho for tomar medicamentos,
é preciso contar com a supervisão de um especialista e,
juntamente com ele, estabelecer um limite de tempo para o tratamento.
O médico também pode ajudar o paciente a adotar uma rotina
que permita que ele consiga dormir sem drogas indutoras.
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