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. O
estilo faz o homem e a mulher |
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. Não
dá para não fazer |
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. O
segredo é não desligar nunca |
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. O
corpo aquecido pela alegria |
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. Debaixo
daqueles lençóis... |
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. Sirva-se
à vontade |
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. Doses
de incerteza |
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. Alguns
funcionam |
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. A
miragem hormonal |
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. A
boa noite dos jovens |
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. Cremes
que esticam |
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. Pequenos
cortes, grandes mudanças |
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. Quando
a cabeleira começa a minguar |
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. Sorriso
saudável, aparência jovial |
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. O
guia da saúde |
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. Os
novos horizontes da ciência |
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. Está
nas suas mãos |
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. Bradley
Trevor Greive |
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A miragem hormonal
Doses
extras de hormônios ajudam a manter
o vigor e o equilíbrio do metabolismo? Depende do caso
O corpo
humano é regido por uma afinada orquestra hormonal. Nessa orquestra
não há solista principal. Para garantir o bom funcionamento
do organismo, as mais de três dúzias de hormônios têm
de trabalhar em perfeita sintonia. Só assim é possível
manter algumas das funções essenciais à vida. Os
hormônios regulam o crescimento, o sono, a libido, a queima de gordura,
a densidade óssea, a firmeza da pele, o nível de stress,
as sensações de calor e frio, a fome e a saciedade
só para citar algumas das centenas de suas funções.
Substâncias poderosíssimas, eles cumprem sua missão
em quantidades ínfimas. Não são necessários
mais do que 50 trilionésimos de grama de estrógeno por mililitro
de sangue para garantir às mulheres as formas arredondadas, os
traços delicados, a voz aguda. Enfim, todas as características
femininas. É isso mesmo: 0,00000000005 grama basta para fazer com
que as mulheres sejam mulheres. Se os hormônios entram em descompasso,
se faltam ou se sobram, o organismo se ressente. Esse desequilíbrio
pode desencadear uma série de doenças, como o híper
ou o hipotireoidismo. É normal que, com o avançar da idade,
a produção de alguns hormônios entre em declínio.
Como forma de conter essas baixas e reverter alguns dos males associados
à queda hormonal, a saída pode ser a reposição
hormonal. Há, no entanto, reposições que devem ser
feitas e outras que são absolutamente dispensáveis e muito
arriscadas.
Primeiro,
as mulheres. Com a chegada da menopausa, há uma queda drástica
na síntese dos hormônios sexuais femininos, os estrógenos
e a progesterona. De cada dez mulheres nessa fase da vida, oito relatam
sintomas físicos extremamente desagradáveis. A principal
queixa são as ondas de calor que vêm e vão. Mas há
também as vítimas de insônia, ressecamento vaginal,
diminuição da libido, pele e cabelos ásperos, irritabilidade
e depressão. Além disso, sem contar com a proteção
hormonal, as mulheres ficam mais sujeitas a doenças cardiovasculares
e osteoporose, entre outros males. A terapia de reposição
hormonal para mulheres na menopausa começou a ser utilizada em
larga escala em meados da década de 60. No início, o tratamento
era feito apenas à base de estrógeno. Devido a um aumento
nos casos de câncer de útero entre as mulheres submetidas
à terapia, o estrógeno foi combinado à progesterona.
Atualmente, a terapia hormonal pode ser feita com três tipos de
estrógeno, usados isoladamente, ou a partir da combinação
deles com outros quatro tipos de progesterona.
Em julho
deste ano soou o alarme. O Instituto Nacional de Saúde dos Estados
Unidos determinou a interrupção do maior estudo já
feito sobre reposição hormonal. As mulheres submetidas ao
tratamento com comprimidos de Premelle estavam mais sujeitas a infarto,
derrame e câncer de mama. Instalou-se o pânico. Mas ele não
se justifica. O estudo americano é restrito a um tipo de reposição
hormonal, com apenas uma combinação de hormônios,
em dosagens específicas e uma única forma de administração.
Preocupadas, muitas mulheres foram em busca de tratamentos alternativos
para a reposição hormonal. Os mais procurados foram as cápsulas
de estrógenos derivados da soja, as isoflavonas. Recentemente a
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia divulgou um parecer
sobre o uso das isoflavonas na reposição hormonal. Diz o
documento que o consumo de soja é um aliado da saúde, mas
as cápsulas de isoflavonas não têm efeito nenhum na
reposição hormonal. Em excesso, alertam os médicos
brasileiros, esses compostos podem comprometer o sistema imunológico
e levar ao hipotireoidismo, doença em que a glândula tireóide
produz hormônios em quantidade abaixo do normal.
Por muito
tempo, acreditou-se que apenas o sexo feminino sofria os males da gangorra
hormonal. Alguns anos atrás começou-se a falar em andropausa,
a "menopausa" dos homens. A partir dos 40 anos, a produção
de testosterona, o principal hormônio masculino, pode entrar em
queda. O declínio é lento e gradual. Tanto que a maioria
dos homens jamais precisará repor a testosterona perdida. Só
de 15% a 20% deles sofrem os efeitos dessa baixa diminuição
ou perda total da libido, dificuldade de ereção, perda de
massa muscular, acúmulo de tecido adiposo na barriga, aumento dos
riscos de doenças cardiovasculares, desânimo e cansaço
constantes. Nos últimos anos, muitos homens começaram a
recorrer às doses extras de testosterona na esperança de
reverter o processo de envelhecimento. Consumido sem necessidade, no entanto,
o hormônio oferece perigos, como o câncer de próstata.
Há
ainda dois outros hormônios que recentemente entraram para o cardápio
de quem procura esticar a juventude. São eles o GH, o hormônio
do crescimento, e o DHEA, um pró-hormônio uma das
matérias-primas para a produção dos hormônios
sexuais. No passado, doses extras só eram recomendadas para as
vítimas de deficiência na produção dessas substâncias.
Depois, sem o aval da ciência, elas passaram a ser consumidas também
por praticantes de musculação pesada. Agora, o GH e o DHEA
fazem parte do dia-a-dia de homens e mulheres infelizes com a barriga
saliente, os pés-de-galinha ao redor dos olhos ou os cabelos quebradiços.
Lançar-se nessa aventura hormonal é um perigo. Em excesso,
ambas as substâncias podem causar uma série de efeitos colaterais.
Cuidado, portanto: muitas vezes, a promessa de um milagre é apenas
miragem.
| Montagem sobre fotos de Pedro Rubens |
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Montagem sobre foto de Eduardo Costa
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