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. O
estilo faz o homem e a mulher |
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. Não
dá para não fazer |
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. O
segredo é não desligar nunca |
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. O
corpo aquecido pela alegria |
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. Debaixo
daqueles lençóis... |
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. Sirva-se
à vontade |
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. Doses
de incerteza |
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. Alguns
funcionam |
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. A
miragem hormonal |
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. A
boa noite dos jovens |
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. Cremes
que esticam |
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. Pequenos
cortes, grandes mudanças |
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. Quando
a cabeleira começa a minguar |
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. Sorriso
saudável, aparência jovial |
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. O
guia da saúde |
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. Os
novos horizontes da ciência |
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. Está
nas suas mãos |
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. Bradley
Trevor Greive |
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O corpo aquecido
pela alegria
O bom
humor e as emoções positivas fortalecem o organismo
e ajudam a chegar à velhice com o ânimo da mocidade
Ter alegria
de viver é um bom caminho para envelhecer bem. Até parece
conversa de guru de auto-ajuda, mas não é. A importância
do bom humor e dos sentimentos positivos está documentada cientificamente.
Um dos trabalhos mais recentes a respeito do assunto foi conduzido por
pesquisadores da Universidade Yale, nos Estados Unidos. Seus resultados
mostram que nossas expectativas em relação à velhice
determinam o modo como envelheceremos. A pesquisa envolveu 660 homens
e mulheres com mais de 50 anos. Todos haviam sido entrevistados 23 anos
antes. Entre uma dezena de questões, a eles foi perguntado: "À
medida que os senhores ficam mais velhos, a vida fica melhor, pior ou
igual ao que imaginavam quando eram jovens?". Ao comparar os depoimentos
do passado com os óbitos registrados no grupo, os pesquisadores
perceberam que aquelas pessoas com uma visão mais otimista da velhice
tendiam a viver, em média, sete anos e meio a mais que os pessimistas.
A conclusão é que o impacto do otimismo sobre a longevidade
equivale aos benefícios de não fumar e manter o colesterol
e a pressão arterial em patamares saudáveis.
Os primeiros
estudos sobre a importância do bom humor para a saúde datam
do fim da década de 70. Um dos marcos dessa nova frente de investigação
da medicina foi o lançamento, em 1979, do livro A Anatomia de
uma Doença. Nele, o editor americano Norman Cousins relata
como conseguiu, graças ao prazer de viver, superar uma afecção
gravíssima. Quinze anos antes, ele havia recebido o diagnóstico
de que era vítima de uma doença degenerativa que ataca a
coluna vertebral. Os médicos lhe deram poucos meses de vida. Depois
de passar um tempo no hospital, já com o corpo quase todo paralisado,
Cousins se deu alta, contratou uma enfermeira e se mudou para um hotel.
Todas as tardes, ele recebia visita de amigos. Eles conversavam, jogavam
cartas e assistiam a comédias na televisão. Cousins percebeu
que, depois de cada um desses momentos agradáveis, ele dormia melhor,
comia com mais apetite e ganhava ânimo para a fisioterapia. Cousins
conseguiu uma sobrevida espantosa. Morreu aos 75 anos, em 1990.
As emoções
positivas inibem a produção de dois hormônios que,
em excesso, são extremamente danosos à saúde
o estradiol e a adrenalina. Essas substâncias baixam as guardas
das defesas do organismo, propiciando o aparecimento de infecções
e dificultando o tratamento de uma série de doenças, inclusive
a recuperação de infartos. Em grandes quantidades, elas
também elevam a pressão arterial, facilitando a manifestação
de problemas cardiovasculares. A negatividade, por sua vez, justamente
por estimular a produção de estradiol e adrenalina, tem
o impacto de uma bomba atômica sobre o organismo. Os sentimentos
positivos, enfim, têm um efeito multiplicador, ao facilitar o relacionamento
entre as pessoas. Já está provado que uma convivência
tranqüila com parentes e amigos e um casamento feliz fazem um bem
danado à saúde. "A alegria dilata e aquece o organismo",
diziam os médicos do século XVI. "Já a tristeza contrai
e esfria o corpo." Os doutores do século XXI assinam embaixo.
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