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. O
estilo faz o homem e a mulher |
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. Não
dá para não fazer |
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. O
segredo é não desligar nunca |
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. O
corpo aquecido pela alegria |
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. Debaixo
daqueles lençóis... |
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. Sirva-se
à vontade |
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. Doses
de incerteza |
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. Alguns
funcionam |
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. A
miragem hormonal |
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. A
boa noite dos jovens |
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. Cremes
que esticam |
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. Pequenos
cortes, grandes mudanças |
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. Quando
a cabeleira começa a minguar |
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. Sorriso
saudável, aparência jovial |
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. O
guia da saúde |
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. Os
novos horizontes da ciência |
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. Está
nas suas mãos |
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. Bradley
Trevor Greive |
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Não dá
para não fazer
A
prática regular de exercícios físicos é uma
espécie de elixir. Ela nos faz viver por mais
tempo e com mais disposição
Mesmo
depois de tudo o que foi dito e escrito sobre as maravilhas que a ginástica
pode proporcionar, ainda falta ânimo para começar a malhar?
Aí vai uma sugestão: encare a prática regular de
exercícios físicos como quem poupa dinheiro para uma aposentadoria
tranqüila. Pessoas que se exercitam vivem mais e melhor. Depois de
acompanharem durante 25 anos 17 000 estudantes recém-saídos
da faculdade, pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos,
chegaram a uma conta tão simples quanto dois mais dois. Cada hora
dedicada à atividade física rende duas horas a mais de vida.
O sedentarismo está relacionado a 37% das mortes por câncer,
a 54% dos óbitos por doenças cardiovasculares e a 50% dos
derrames fatais. Vale a pena levantar-se do sofá, espantar a preguiça
e começar a se mexer, não vale?
A importância
da ginástica para a saúde começou a ser esmiuçada
no fim da década de 60, pelo médico americano Kenneth Cooper.
No livro Aerobics, de 1968, ele lançou a teoria de que a
chave para manter o organismo em bom estado, especialmente o coração
e os pulmões, eram os exercícios aeróbicos. Com o
lema de que "mais é melhor", o doutor Cooper preconizava uma rotina
de atividade física que se iniciava com corridas de 1,6 quilômetro
em doze minutos, cinco vezes por semana. Progressivamente, o ritmo deveria
aumentar até alcançar a marca dos 2,8 quilômetros,
percorridos nos mesmos doze minutos. Era, sem dúvida, um exagero.
Com as descobertas proporcionadas pela fisiologia do esporte, muita coisa
mudou de lá para cá. Percebeu-se que o excesso de atividade
física pode fazer muito mal à saúde. Os danos mais
comuns são as lesões musculares, articulares e nos tendões.
O próprio Cooper reviu seus conceitos e tornou-se um arauto da
ginástica com moderação. As desabaladas carreiras
foram substituídas por caminhadas diárias de 3 quilômetros
em meia hora. Com essa rotina, é possível reduzir em até
40% a incidência de várias doenças crônicas.
Cai o risco de infarto, derrame, diabetes, osteoporose, artrite e até
depressão.
Até
pouco tempo atrás, acreditava-se que a musculação
não tinha importância nenhuma para a manutenção
de uma boa saúde. Servia apenas para tornear formas. Esse equívoco
foi desfeito. Estudos recentes mostram que puxar ferro é tão
benéfico quanto caminhar ou nadar desde que, é claro,
com a devida orientação de instrutores especializados. Trabalhar
os músculos das pernas, por exemplo, faz bem ao coração.
Com as pernas fortalecidas, o retorno do sangue ao coração
é mais eficiente. A musculação também protege
os ossos e as articulações. A contração muscular
estimula as células produtoras de ossos a trabalhar com mais vigor
e intensifica a fixação de cálcio no esqueleto, o
que ajuda a prevenir a osteoporose, doença em que há uma
perda progressiva de massa óssea. O aumento de músculos
diminui o atrito entre as articulações, o que baixa o risco
de artrose. Como são os músculos que sustentam o esqueleto,
quando estão enrijecidos eles mantêm a postura certa. Não
é à toa que os exercícios de musculação
são indicados para muitos casos de dores nas costas. A musculação
intensifica ainda a eliminação de glicose pelo organismo.
O excesso de glicose no sangue é o que caracteriza o diabetes.
Tem mais. Quem imagina que musculação não emagrece
está redondamente enganado. Uma pesquisa americana mostra que,
duas horas depois do término de um treinamento com peso, o organismo
continua a queimar calorias.
O que se
recomenda atualmente, em nome da boa saúde, é uma rotina
de exercícios físicos que agregue atividades aeróbicas,
musculação e alongamento. Essa é a forma mais indicada
de melhorar e manter o fôlego, a força, a flexibilidade e
a coordenação motora. À medida que o tempo passa,
a importância disso tudo vai saltando mais e mais aos olhos. São
essas características que permitem que uma pessoa de idade conserve
a sua independência na execução de atividades corriqueiras.
O jovem malhador de hoje, enfim, é o senhor sacudido de amanhã.
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