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30 de junho de 2002
Reservas

nestaedição
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Índice

A glória dos pentacampeões
Corações em campo
A imagem do sucesso
O país do futebol
Oriente loiro
Palpiteiros profissionais
Quarenta e quatro anos de glória
O esporte mais democrático
Talento à venda
Os juízes: trapalhadas sem fim
O penta em números
Os avanços da bola

Perfis
A vitória de Big Phil
Ronaldo
Rivaldo
Ronaldinho Gaúcho
Roberto Carlos
Gilberto Silva
Cafu
Kléberson
Juninho Paulista
Denilson
Marcos, o verdadeiro Kahn
O trio de ferro
Kaká
O Brasil do banco

Papel de parede: pôster da seleção pentacampeã
 


 

O Brasil do banco

A seleção teve em seus suplentes
uma reserva de ouro

AFP

Os reservas comemoram o gol que levou a seleção brasileira à final, no jogo contra a Turquia

O Brasil chegou ao Mundial com apenas dez jogadores definidos no time principal, em vez de onze. Isso fez dos demais atletas eventuais titulares no time de Felipão. E foi como eles se sentiram, pois entraram em campo com uma freqüência inusitada. Do primeiro jogo, contra a Turquia, até a final, contra a Alemanha, passaram pelos gramados da Coréia e do Japão todos os nossos jogadores da linha.

Já no primeiro jogo, entrou Denilson no lugar de Ronaldinho Gaúcho, Luizão no de Ronaldo, e Juninho foi trocado por Vampeta. Contra a Costa Rica, para poupar Roberto Carlos, Roque Júnior e Ronaldinho, foram escalados Júnior, Edmílson e Edílson.

No segundo jogo contra a Turquia, saiu um meia cansado, Kléberson, e entrou um defensor, Belletti. Foi assim, desse jeito pouco ortodoxo, que o Brasil bateu um recorde em Copas do Mundo. Foi a seleção brasileira que mais jogadores aproveitou durante o torneio.

 
 
   
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