O Brasil
do banco
A seleção
teve em seus suplentes
uma reserva de ouro
AFP

Os
reservas comemoram o gol que levou a seleção brasileira à final, no
jogo contra a Turquia |
O
Brasil chegou ao Mundial com apenas dez jogadores definidos
no time principal, em vez de onze. Isso fez dos demais atletas eventuais
titulares no time de Felipão. E foi como eles se sentiram, pois
entraram em campo com uma freqüência inusitada. Do primeiro
jogo, contra a Turquia, até a final, contra a Alemanha, passaram
pelos gramados da Coréia e do Japão todos os nossos jogadores
da linha.
Já
no primeiro jogo, entrou Denilson no lugar de Ronaldinho Gaúcho,
Luizão no de Ronaldo, e Juninho foi trocado por Vampeta. Contra
a Costa Rica, para poupar Roberto Carlos, Roque Júnior e Ronaldinho,
foram escalados Júnior, Edmílson e Edílson.
No segundo
jogo contra a Turquia, saiu um meia cansado, Kléberson, e entrou
um defensor, Belletti. Foi assim, desse jeito pouco ortodoxo, que o Brasil
bateu um recorde em Copas do Mundo. Foi a seleção brasileira
que mais jogadores aproveitou durante o torneio.
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