Carta ao leitor

A América em
busca do ouro


Os cenários cariocas
da competição


Vinte e dois atletas
em que o Brasil aposta


O que ver, onde e quando: o dia-a-dia
das disputas


Os favoritos em diversas modalidades

Façanhas históricas brasileiras
     
 

OUTRAS MODALIDADES
OS FAVORITOS DE CADA ESPORTE

 

BADMINTON
Ano de entrada no Pan: 1995.
Ranking: 1º Canadá; 2º EUA; 3º Jamaica. O Brasil não tem medalhas.
Favoritos: Canadá e EUA.
Medalhas em disputa: 20 (5/5/10).
Perspectiva do Brasil: pode pintar medalha em duplas masculinas.
Curiosidade: esporte jogado com raquetes e peteca.


Ray Stubblebine/Reuters

BEISEBOL
Ano de entrada no Pan: 1951.
Ranking: 1º Cuba; 2º EUA; 3º República Dominicana. O Brasil não tem medalhas.
Favoritos: Cuba e EUA.
Medalhas em disputa: 3 (1/1/1).
Perspectiva do Brasil: medalha é improvável.
Curiosidade: Cuba faturou o ouro em onze das catorze edições dos Jogos nessa modalidade exclusivamente masculina.

BOLICHE
Ano de entrada no Pan: 1991.
Ranking: 1º EUA; 2º México; 3º Canadá. O Brasil não tem medalhas.
Favoritos: EUA, México e Canadá.
Medalhas em disputa: 12 (4/4/4).
Perspectiva do Brasil: Rodrigo Hermes é esperança da inédita medalha.
Curiosidade: os EUA conquistaram treze dos vinte ouros disputados na história do Pan.

CANOAGEM
Ano de entrada no Pan: 1987.
Ranking: 1º Cuba; 2º EUA; 3º Canadá; 5º Brasil (1 ouro).
Favoritos: Argentina, Canadá e EUA.
Medalhas em disputa: 36 (12/12/12).
Perspectiva do Brasil: superar o desempenho no Pan de 2003: 1 ouro, 3 pratas e 1 bronze.
Curiosidade: o único ouro do Brasil na modalidade foi conseguido nos Jogos de Santo Domingo.

CARATÊ
Ano de entrada no Pan: 1995.
Ranking: 1º EUA; 2º Cuba; 3º Venezuela; 4º Brasil (3 ouros).
Favoritos: EUA, República Dominicana e Venezuela.
Categorias: 9 (divididas pelo peso dos atletas).
Medalhas em disputa: 36 (9/9/18).
Perspectiva do Brasil: chance de pódio nas nove categorias.
Curiosidade: é uma arte marcial que preza velocidade e técnica, além de honra e lealdade.

ESGRIMA
Ano de entrada no Pan: 1951.
Ranking: 1º Cuba; 2º EUA; 3º Argentina; 7º Brasil (1 ouro).
Favoritos: EUA, Canadá, Cuba e Venezuela.
Categorias: espada, florete e sabre.
Medalhas em disputa: 36 (10/10/16).
Perspectiva do Brasil: Renzo Agresta, no sabre, e João Souza, no florete, são candidatos a subir ao pódio.
Curiosidade: Arthur Cramer, presidente da Confederação Brasileira de Esgrima, é o dono do único ouro do Brasil nos Jogos, em 1967.

HIPISMO
Ano de entrada no Pan: 1951.
Ranking: 1º EUA; 2º Canadá; 3º México; 5º Brasil (5 ouros).
Favoritos: Canadá e EUA.
Categorias: adestramento, CCE e saltos.
Medalhas em disputa: 18 (6/6/6).
Perspectiva do Brasil: devem vir medalhas nos saltos e no CCE.
Curiosidade: homens e mulheres competem juntos em todas as categorias.

HÓQUEI SOBRE GRAMA
Ano de entrada no Pan: 1967.
Ranking: 1º Argentina; 2º Canadá; 3º EUA. O Brasil não tem medalhas.
Favorito: Argentina (nas duas categorias).
Medalhas em disputa: 6 (2/2/2).
Perspectiva do Brasil: sem chance de medalhas.
Curiosidade: é o esporte de taco e bola mais antigo do mundo.

LEVANTAMENTO DE PESO
Ano de entrada no Pan: 1951.
Ranking: 1º Cuba; 2º EUA; 3º Canadá; 15º Brasil (4 pratas).
Favoritos: Colômbia, Cuba e EUA.
Categorias: 15 (divididas pelo peso dos atletas).
Medalhas em disputa: 45 (15/15/15).
Perspectiva do Brasil: qualquer medalha é lucro.
Curiosidade: há dois estilos olímpicos. No arranco, o atleta põe o peso sobre a cabeça em movimento único. No arremesso, suspende o peso na altura dos ombros e, em seguida, sobre a cabeça.

LUTA
Ano de entrada no Pan: 1951.
Ranking: 1º EUA; 2º Cuba; 3º Canadá; 10º Brasil (3 pratas).
Favoritos: Cuba e EUA.
Categorias: 18 (divididas pelo peso dos atletas).
Medalhas em disputa: 72 (18/18/36).
Perspectiva do Brasil: maiores chances de medalha com Antoine Jaoude (­96 kg), na categoria livre; Marcelo Zulu (­84 kg), na greco-romana; Rosângela Conceição (­72 kg).
Curiosidade: dois dos três estilos são exclusivamente masculinos: luta livre e greco-romana. Até o Pan de 2003, a luta feminina era incluída na categoria luta livre. As únicas três medalhas do Brasil nos Jogos vieram da luta livre masculina.

PATINAÇÃO
Ano de entrada no Pan: 1979.
Ranking: 1º EUA; 2º Argentina; 3º Colômbia; 5º Brasil (1 ouro).
Favoritos: Argentina e EUA.
Categorias: patinação artística e patinação de velocidade.
Medalhas em disputa: 18 (6/6/6).
Perspectiva do Brasil: campeão em Santo Domingo, Marcel Stürmer pode faturar o ouro novamente na patinação artística.
Curiosidade: na patinação artística, os juízes avaliam a graça e a leveza das figuras. Na patinação de velocidade, os atletas disputam três provas de diferentes distâncias e leva o ouro quem soma mais pontos. O Brasil nunca conquistou medalhas na patinação de velocidade.

PENTATLO MODERNO
Ano de entrada no Pan: 1951.
Ranking: 1º EUA; 2º Brasil (2 ouros); 3º México.
Favorito: EUA.
Medalhas em disputa: 6 (2/2/2).
Perspectiva do Brasil: maior chance de medalha na disputa feminina.
Curiosidade: considerado o mais completo dos esportes, o pentatlo moderno reúne cinco modalidades: tiro, esgrima, natação, hipismo (saltos) e atletismo. Todas as provas são disputadas no mesmo dia e os pontos somados nas quatro primeiras definem a ordem de largada na última, uma corrida de 3 000 metros. O vencedor da corrida leva o ouro.

PÓLO AQUÁTICO
Ano de entrada no Pan: 1951 (masculino) e 1999 (feminino).
Ranking: 1º EUA; 2º Argentina; 3º Cuba; 4º Brasil (1 ouro).
Favoritos: EUA e Canadá.
Medalhas em disputa: 6 (2/2/2).
Perspectiva do Brasil: boas chances de conquistar o bronze nas duas categorias (masculina e feminina).
Curiosidade: os jogadores não podem tocar os pés no piso nem a mão na borda da piscina.

SALTOS ORNAMENTAIS
Ano de entrada no Pan: 1951.
Ranking: 1º EUA; 2º Canadá; 3º México; 5º Brasil (2 pratas).
Favoritos: Canadá, EUA e México.
Categorias: plataforma, plataforma sincronizada, trampolim e trampolim sincronizado.
Medalhas em disputa: 24 (8/8/8).
Perspectiva do Brasil: cesar Castro e Juliana Veloso são esperança de medalhas.
Curiosidade: os juízes levam em conta o estilo e o grau de dificuldade do salto. Nas provas de duplas, a sincronia entre os parceiros é fundamental.

SOFTBOL
Ano de entrada no Pan: 1979.
Ranking: 1º Canadá; 2º EUA; 3º Porto Rico. O Brasil não tem medalhas.
Favorito: EUA.
Medalhas em disputa: 3 (1/1/1).
Perspectiva do Brasil: pode pintar o bronze.
Curiosidade: versão soft (mais leve) do beisebol. A bola é maior, o campo é menor e há menos tempo de jogo (sete entradas, contra nove do beisebol). No Pan do Rio só haverá disputa feminina, pois o Brasil (país-sede) não tem equipe masculina.

SQUASH
Ano de entrada no Pan: 1995.
Ranking: 1º Canadá; 2º EUA; 3º Brasil (2 pratas).
Favoritos: Canadá e EUA.
Medalhas em disputa: 16 (4/4/8).
Perspectiva do Brasil: boas chances de subir ao pódio nos torneios masculinos (individual e por equipes).
Curiosidade: os atletas podem atirar a bola na parede frontal ou usar as demais paredes antes de acertar a área em frente.

TAE KWON DO
Ano de entrada no Pan: 1987.
Ranking: 1º México; 2º EUA; 3º Cuba; 8º Brasil (1 ouro).
Favoritos: Cuba e México.
Categorias: 8 (divididas pelo peso dos atletas).
Medalhas em disputa: 32 (8/8/16).
Perspectiva do Brasil: vai brigar por medalhas nas oito categorias.
Curiosidade: os chutes podem atingir qualquer ponto acima da cintura; os socos, apenas o peito do oponente.

TÊNIS
Ano de entrada no Pan: 1951.
Ranking: 1º EUA; 2º México; 3º Brasil (13 ouros).
Favoritos: Brasil e EUA.
Medalhas em disputa: 12 (4/4/4).
Perspectiva do Brasil: boas chances de medalhas nos torneios individuais (masculino e feminino).
Curiosidade: então com 18 anos, Gustavo Kuerten disputou dois jogos no Pan de Mar del Plata, em 1995, perdendo na primeira rodada em simples e duplas. Dois anos depois, Guga conquistou o primeiro de seus três títulos em Roland Garros.

TÊNIS DE MESA
Ano de entrada no Pan: 1983.
Ranking: 1º EUA; 2º Brasil (10 ouros); 3º Canadá.
Favoritos: Brasil e EUA.
Medalhas em disputa: 16 (4/4/8).
Perspectiva do Brasil: boas chances de medalhas de ouro nos dois torneios masculinos (simples e equipes).
Curiosidade: das 25 medalhas do Brasil nos Pan, 21 saíram em torneios masculinos. No mais, foram 2 bronzes das mulheres e outros 2 nas duplas mistas.

TIRO ESPORTIVO
Ano de entrada no Pan: 1951.
Ranking: 1º EUA; 2º Cuba; 3º Argentina; 8º Brasil (2 ouros).
Favoritos: Cuba e EUA.
Categorias: pistola, carabina e tiro ao prato.
Medalhas em disputa: 45 (15/15/15).
Perspectiva do Brasil: deve conquistar de duas a quatro medalhas. Dificilmente virá o ouro.
Curiosidade: em pistola e carabina, busca-se acertar um alvo dividido em círculos concêntricos, cada um valendo pontuação diferente. No tiro ao prato (skeet e fossa), o objetivo é quebrar o alvo. A categoria alvo móvel não foi incluída no Pan 2007.

TIRO COM ARCO
Ano de entrada no Pan: 1979.
Ranking: 1º EUA; 2º Canadá; 3º Cuba; 8º Brasil (4 bronzes).
Favorito: EUA.
Medalhas em disputa: 12 (4/4/4)
Perspectiva do Brasil: chances mínimas de medalha.
Curiosidade: a hegemonia americana é ampla na modalidade. Os atletas dos EUA ganharam 48 das 52 medalhas de ouro até hoje.

TRIATLO
Ano de entrada no Pan: 1995
Ranking: 1º EUA; 2º Canadá; 3º Brasil (1 ouro)
Favoritos: Brasil, Canadá e EUA
Medalhas em disputa: 6 (2/2/2)
Perspectiva do Brasil: Mariana Ohata é candidata ao ouro. Também pode vir medalha entre os homens.
Curiosidade: o percurso no Pan é de 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida. Brasil, Canadá e EUA estão entre as principais forças do mundo.