Carta ao leitor

A grandiosa
Olimpíada da China


Por dentro da
Vila Olímpica


Nossos atletas
em Pequim


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   Jade Barbosa
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   Jadel Gregório
   Robert Scheidt
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Almanaque dos recordes

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Guia dos Jogos na TV

As dez Olimpíadas
de VEJA
     
 

As dez Olimpíadas de VEJA

As reportagens e edições especiais que a revista
dedicou aos Jogos desde o seu lançamento, em 1968


Amilton Viera
CIDADE DO MÉXICO, 1968 – No ano em que VEJA foi lançada, o atleta do salto triplo Nélson Prudêncio foi o melhor do mundo por 25 minutos – bateu um recorde superado em seguida pelo soviético Viktor Saneev


AP

MUNIQUE, 1972 – O ataque de terroristas palestinos à vila olímpica, que matou onze israelenses, ocupou as sete páginas de VEJA dedicadas aos Jogos. A revista narrou as 23 horas dramáticas de negociação entre a polícia e os terroristas, acompanhadas com horror por todo o mundo



AP
MONTREAL, 1976 – A edição anunciava o nascimento de uma lenda no esporte mundial: Nadia Comaneci. Enquanto o mundo aplaudia a ginasta romena de 14 anos, mais de vinte nações africanas abandonavam os Jogos, em represália à participação da Nova Zelândia – que jogara um torneio de rúgbi na África do Sul do apartheid


Carlos Struwe
MOSCOU, 1980 – A grandiosa Olimpíada promovida pelos soviéticos e seus esforços para apagar as marcas do boicote de 59 países em protesto à invasão do Afeganistão pela URSS, no ano anterior, foram descritos em detalhes nessa edição de VEJA. Estão lá: os quase 3 bilhões de dólares gastos para receber "o maior influxo de estrangeiros desde a invasão napoleônica", a maciça vigilância policial, a separação entre nativos e turistas em Moscou e o silêncio das autoridades sobre o acidente que deixou a ginasta russa Elena Mukhina, promessa nas competições, tetraplégica


Orlando Brito
LOS ANGELES, 1984 – O brasiliense Joaquim Carvalho Cruz, de 21 anos, quebrou o recorde olímpico na prova de 800 metros e trouxe a única medalha de ouro do Brasil naquele ano


Nellie Solitrenick
SEUL, 1988 – A capa de VEJA, com o canadense Ben Johnson, "o homem mais veloz do mundo", foi superada por um exame antidoping: dois dias depois de o atleta ter quebrado o recorde nos 100 metros rasos, revelou-se que ele competira movido a esteróides


BARCELONA, 1992 – A vitória por 3 sets a 0 na final contra a Holanda fez com que o vôlei brasileiro ganhasse o primeiro ouro em esportes coletivos da história do Brasil. E rendeu à jovem equipe – com idade entre 19 e 28 anos
– o título de Geração de Ouro. VEJA destacou o papel decisivo do atacante Marcelo Negrão, o caçula do time, com sua "cortada de 200 quilômetros
por hora"


Reuters
ATLANTA, 1996 – A histórica final feminina do vôlei de praia disputada por duas duplas brasileiras fez a alegria nacional. Na edição de 31 de julho,
VEJA dizia: "Sandra e Jacqueline contra Mônica e Adriana foi uma partida que deu à torcida brasileira o raro privilégio de saborear 24 horas antes uma vitória olímpica"


SYDNEY, 2000 – VEJA acertou boa parte das previsões publicadas em seu guia olímpico: o nadador australiano Ian Thorpe (ou Thorpedo) foi a grande sensação de Sydney, e a ginasta romena Maria Olaru levou o ouro para casa. Para os brasileiros, essa foi a Olimpíada dos notívagos: as catorze horas de diferença em relação ao fuso horário de Sydney fizeram muita gente ficar acordada de madrugada


Robert Harding World Imagery/Getty Images
ATENAS, 2004 – Nessa Olimpíada, VEJA recordou a importância do esporte na Antiguidade: o calendário contava os anos pelos Jogos, o mundo helênico declarava trégua em suas guerras e as competições atraíam filósofos, poetas e artistas. Naquele ano, apesar da derrota da equipe de ginástica artística e do ataque ao corredor Vanderlei Cordeiro, a delegação brasileira conquistou sua melhor colocação olímpica, foi a 16ª no ranking