Os
maiores
vexames
Trombadas,
erros grosseiros e ídolos cassados por doping entraram para
a história dos Jogos Olímpicos tanto quanto seus momentos
gloriosos.
Pedro Martinelli
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DOPING
DE BEN JOHNSON EM
SEUL (1988)
O
mundo espantou-se quando o canadense Ben Johnson cruzou a linha
de chegada dos 100 metros cravando a marca de 9s79, novo recorde
mundial. No exame de doping, constatou-se que o campeão usava
esteróides anabólicos. Johnson teve o recorde e a
medalha cassados.
PATRIOTADA
SOVIÉTICA EM MOSCOU (1980)
Recordista
mundial do salto triplo desde 1975, João Carlos de Oliveira,
o João do Pulo, era o favorito ao ouro em Moscou. Os juízes
soviéticos anularam nove das doze tentativas do brasileiro,
que ficou apenas com o bronze. Dois soviéticos ficaram com
o ouro e a prata.
ERRO
NOS 3 000 METROS EM
LOS ANGELES (1932)
Na
final dos 3 000 metros com obstáculos, o fiscal não
marcou a primeira passagem dos atletas. Em vez de correrem os 3
000 metros, eles tiveram de encarar uma volta a mais na pista, totalizando
3 400 metros. O descuido custou o recorde olímpico ao vencedor
da corrida, o finlandês Volmari Iso-Hollo
Reuter
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TROMBADA DE
DIDA E ALDAIR EM
ATLANTA (1996)
O
goleiro Dida e o zagueiro Aldair trombaram e a bola sobrou para
o atacante Ito fazer o gol da vitória do Japão contra
o Brasil por 1 a 0. Foi a primeira derrota do escrete para a seleção
asiática.
INGLÊS CORRE SOZINHO EM
LONDRES (1908)
Na reta de chegada dos 400 metros, a organização paralisa
a prova para desclassificar o americano John Carpenter, acusado
de obstruir a passagem do inglês Wyndham Halswelle. Revoltados
com a decisão, os dois outros americanos presentes na prova
se recusam a prosseguir. Wyndham termina cruzando sozinho a linha
de chegada.
SERGEI
BUBKA ELIMINADO
EM BARCELONA (1992)
O
ucraniano Sergei Bubka já tinha batido o recorde mundial
do salto com vara trinta vezes, mas fracassou nas três tentativas
de superar a marca de 5,70 metros, um índice miserável
para um atleta de seu porte. Acabou ficando sem medalha.
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