O
que mudou no esporte
As novas técnicas e materiais que modificaram para sempre
as modalidades olímpicas
SALTO
INOVADOR
John Gichigi/AllSport
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Em vez de saltar de frente, o americano Richard Fosbury pulou de
costas. Passou primeiro a cabeça e, depois, os pés
sobre a barra. O feito rendeu-lhe a medalha de ouro nos Jogos do
México, em 1968. E revolucionou a técnica da modalidade.
A
EVOLUÇÃO DA BOLA

Silvestre P.Silva/Ag.FolhasRicardo
Breda, Divulgação/Adidas, Frederic Jean
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As
primeiras pelotas eram de
couro curtido. Elas evoluíram
até os materiais sintéticos,
capazes de
evitar alterações de
peso, medida e
formato durante a
partida.
LEVES
E RAPIDAS
AllSport
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Com uma bicicleta de fibra de carbono projetada pela Lotus, a mítica
montadora de carros esportivos, o inglês Christopher Boardman
venceu a prova de perseguição individual nos Jogos
de Barcelona, em 1992. O modelo era mais leve e tinha uma aerodinâmica
que reduzia em 15% a resistência do ar.
REVOLUÇÃO
NA PISTA
Mike Powell/AllSport
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Os atletas largavam em pé, mas o americano Thomas Burke resolveu
inovar nos Jogos de Atenas, em 1896. Agachou-se e disparou como
um foguete para vencer os 100 metros. Todos o imitaram a partir
desse momento.
PISO
VELOZ
As
primeiras pistas dos Jogos da era moderna eram cobertas de pó
de carvão. Os pisos foram evoluindo e, a partir de Atlanta,
em 1996, começou a ser utilizado um tapete de borracha que
absorve pouco impacto e ajuda a impulsionar o atleta.
CATAPULTAS
HUMANAS
Rick Stewart/AllSport
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As primeiras varas do salto em altura eram feitas de bambu e não
vergavam. Em 1964, nos Jogos de Tóquio, utilizou-se pela
primeira vez a flexível fibra de vidro, que funciona como
uma catapulta. Nove recordes foram batidos na ocasião, por
nove saltadores diferentes.
ROUPA
DE TUBARÃO
Marcos Mendes/AE
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A Speedo desenvolveu para os Jogos de Sydney o "fast skin", um maiô
que imita a pele deslizante dos tubarões. Ele adere ao corpo
e diminui em 3% o atrito na água.
Infográfico Wander Mendes
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| As
espadas ganharam uma mola na ponta. Quando pressionada, a mola
aciona um circuito que contabiliza os golpes |
ESPADA
ELETRÔNICA
A
contagem dos pontos na esgrima era feita apenas com base na observação
visual. Nas
Olimpíadas de Berlim, em 1936, começou a ser utilizado
um sistema elétrico de marcação.
Divulgação/Clube
de Regatas Tiete
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TÉCNICA DA BORBOLETA
Nos
Jogos de Berlim, em 1936, a nadadora paulista Maria Lenk apresentou
ao mundo uma nova técnica. Os braços abertos movimentando-se
acima da superfície da água lembravam o bater de asas
de uma borboleta e assim seria batizado o novo estilo. Lenk
não passou das semifinais, mas sua técnica, copiada
e aprimorada, tornou-se universal.

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