Carta ao leitor: Um guia para a escolha certa

Mercado: Em três anos, os preços desabaram

Convergência: De cabeça para baixo

TVs: Em cartaz, a alta definição

Projetores, home theaters e DVD: Aprendizes de cinema

Celulares: O faz-tudo digital

Áudio portátil: Quem vai para o trono?

Media player: O home theater de bolso

Computadores: Enfim, acessíveis

HDs & pen drives: Cada vez menores e melhores

Webcam: Estilo
Big Brother


Wireless: Elas devoram os fios

Impressoras: Velozes e precisas

Monitores: Peça um monitor e leve uma TV

Câmeras & filmadoras: Amadoras eram as avós

GPS: A orientação que vem do céu

Games: Como ter uma vida dupla na web

Fitness: Em busca da corrida perfeita

Automóvel: O carro mais moderno do mundo

Eletrodomésticos: Uma sopa de bits
   
 

CARTA AO LEITOR
Um guia para a escolha certa


A maior utilidade de um guia de equipamentos eletrônicos é criar referências para que o leitor possa tirar o maior proveito, com custo razoável, de um universo de produtos em permanente expansão – tanto em volume como em complexidade. Esta edição funciona como um GPS das prateleiras. Em sua quarta versão, Natal Digital ampliou o número de equipamentos apresentados, com lançamentos que estão ou estarão nos mercados brasileiro e mundial até o fim de 2006. Alguns itens chegam no início de 2007. Em vez de apresentar uma galeria de TVs, câmeras, celulares, computadores e aparelhos que reproduzem música digital, optou-se por uma revista que reúne informação sobre lançamentos com orientações para quem precisa decidir o que e como comprar. Esse novo mundo digital, verdadeira cornucópia de siglas, exige que se entregue ao leitor e ao consumidor em geral um pacote completo de informações.

Como pilar da edição, nota-se em praticamente todas as páginas a idéia de que os aparelhos eletrônicos em geral – e não apenas os celulares – incorporam um número cada vez maior de funções. Em parte, essa versatilidade é resultado da inclusão de pequenas unidades de discos rígidos (HDs) de memória em muitos equipamentos. Com esses dispositivos, as TVs, por exemplo, passam a gravar trechos da programação, sem a necessidade de outro aparelho. Tornam-se quase híbridos de DVDs. A capacidade de armazenamento de dados avançou tanto que criou uma nova categoria de produto. É o caso dos Media Players. Eles surgiram no mercado na esteira do MP3, mas, com crescente acréscimo de memória, especializaram-se na reprodução de vídeos. Hoje, são quase uma espécie de home theaters portáteis. Para estabelecer a compreensão imediata sobre a disponibilidade de cada produto no Brasil, adotou-se a informação de valores sem conversão de moeda. Os equipamentos que ainda não chegaram às lojas do país têm seus preços expressos em dólares.