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Veja 40 anos
As mulheres da capa
Além das 22 reportagens de capa que
tratam da emancipação feminina, VEJA
publicou outras 123 também relacionadas às mulheres
(o número sobe para 184 se forem incluídas as reportagens
de interesse geral ilustradas com imagens femininas). Eis os temas
que se destacam:
Mulheres artistas: 33
Maior estrela brasileira da TV e do cinema
nos anos 70, Sonia Braga apareceu três vezes na capa. Na segunda
reportagem, de 1978, declarou: "A mulher deve mostrar que pode
fazer o quiser. Pode posar nua, trabalhar, morar onde quiser"
A
mulher na política: 24
Nessa categoria se encontra a recordista
das capas femininas: a ex-ministra Zélia Cardoso de Mello,
que teve seu rosto estampado em sete delas. Em janeiro de 1990,
a revista saudou a chegada de uma mulher ao comando da economia.
Pouco mais de um ano depois, revelou em detalhes o bastidor de sua
demissão
Mulheres marcantes: 22
A ascensão das supermodelos surge
em relevo nesse segmento. Em 1982, VEJA constatava como a geração
de Luiza Brunet estava superando os preconceitos com a profissão.
Em 2002, o sucesso mundial de Gisele Bündchen já não
deixava dúvidas quanto ao status conquistado pelas brasileiras
Sexo:
13
A busca do prazer sexual entrou definitivamente
na agenda da mulher moderna, como se verifica numa capa de maio
de 2001, que identificava suas principais aflições
nessa área
Saúde: 10
A gravidez é o tema mais recorrente:
responde por metade das capas sobre saúde. A mais antiga
delas, publicada em outubro de 1976, dava conta de que as cesáreas
já representavam seis em cada dez partos nas clínicas
particulares do Rio de Janeiro e de São Paulo
Beleza: 9
Desde 1981, VEJA publicou seis capas
que tratavam dos progressos e riscos das cirurgias plásticas.
Em julho de 2004, a revista destacou como muitas mulheres recorriam
a essas operações em grande escala com o sonho de
virar "outra pessoa"
Casamento:
6
Em quatro dessas capas, uma questão
é realçada: como lidar com o desafio de manter acesa
a chama de uma união
Esporte: 5
Num perfil da musa do vôlei Isabel,
datado de setembro de 1982, VEJA captou uma virada comportamental:
as mulheres começavam então a cultuar a forma física
nas academias de ginástica
Ontem e hoje
Como os temas femininos foram tratados nas
páginas de VEJA pela primeira
vez e como são abordados nas matérias atuais
A mulher na política
Ari Gomes/AG/JB
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18/9/1968
"As excelências" Com
a cassação de seus maridos pela ditadura militar,
mulheres como Sarah Kubitschek, esposa do ex-presidente
Juscelino Kubitschek, eram impulsionadas a entrar na política |
19/12/2007
"A Ivete Sangalo do Senado" Esse
perfil da senadora Kátia Abreu (DEM-TO), cuja
atuação foi fundamental para a maior derrota política
do governo Lula a derrubada da CPMF , evidencia
como as mulheres passaram a ter presença marcante no
Congresso Nacional |
Sergio Lima/Folha Imagem
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Beleza
Lutz Ferrando
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27/11/1968
"As medidas da nova mulher" As magras
e de quadris pequenos, como a francesa Claudine Auger
(foto), se impunham como padrão de beleza. As
brasileiras já se valiam de uma prática bem conhecida
para ajustar suas medidas. "No Brasil, fazem-se mais plásticas
que em qualquer outro lugar do mundo", dizia VEJA |
7/5/2008
"Todas querem ser Angelina" O desejo
do momento das mulheres é ter uma boca voluptuosa como a
da atriz Angelina Jolie. Mas a revista aponta como o preenchimento
labial em exagero pode ser desastroso
Sexo
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20/11/1968
"É a explosão erótica
nas livrarias" A matéria noticiava que
os livros sobre sexo estavam em alta e as mulheres
ajudavam a impulsionar o fenômeno. "A procura de
literatura sexual em Belo Horizonte é equilibrada:
tanto compram os homens quanto as mulheres", informava
o texto.
1º/6/2007
"De onde vem o desejo" Depois de
conquistar sua liberdade nesse assunto, a mulher se volta
a questões antes só tratadas abertamente pelos
homens, como a busca do prazer. Nesse VEJA Especial Mulher,
o tema era a falta de desejo: segundo uma pesquisa, quase
10% reclamavam de não ter vontade de fazer sexo
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Saúde
28/1/1970
"Cuidado, é a pílula"
Os anticoncepcionais, cujo surgimento teve papel decisivo na revolução
sexual dos anos 60, estavam sob fogo cerrado: uma corrente de médicos
defendia sua proibição, pelos supostos riscos à
saúde da mulher
30/5/2007
"Elas podem se livrar daqueles dias"
O direito ao uso dos anticoncepcionais não
só se torna um fato, como se dá um passo além:
os Estados Unidos aprovam a primeira pílula também
indicada para a suspensão da menstruação |
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