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Veja 40 anos
Palavras femininas
VEJA publicou 197 Amarelas com mulheres. Elas
foram responsáveis pelas duas entrevistas mais comentadas
da história da revista e também pela 4ª
colocada no ranking:
Claudio Rossi
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A primeira mulher a aparecer nas Amarelas
foi a sul-africana Lowtije Barnard. Na entrevista, publicada
em junho de 1969, ela denunciava o comportamento machista de seu
marido, o médico Christiaan Barnard, pioneiro dos transplantes
de coração
A apresentadora Hebe Camargo
foi a mulher que mais vezes ocupou o espaço das Amarelas.
Foram quatro entrevistas: em 1973, 1987, 1994 e 2005
O que elas disseram
Camille Paglia
escritora americana
"O feminismo verdadeiro acontecerá quando removermos
as barreiras políticas e legais à promoção
da mulher, ao seu avanço mas não espere que
os homens mudem."
Dezembro de 1992
Catherine Deneuve
atriz francesa
"Não sou contra o casamento, mas não aceito
que alguém se case apenas porque espera um filho."
agosto de 1984
Antonio Milena
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Hebe Camargo
apresentadora
"Não sinto o peso do tempo, não me sinto
uma mulher velha. Diria até que sou uma velhinha sem vergonha."
outubro de 2005
Marília Pêra
atriz
"No Brasil, ser estrela é ter um
nome, ser uma boa atriz dramática e uma mulher doméstica,
casadíssima. Eu estou fora desse esquema."
fevereiro de 1971
Condoleezza Rice
secretária de estado americana
"Quando os pais da pátria diziam Nós,
o povo, não incluíam pessoas como eu. Muitos
dos meus antepassados foram escravos."
maio de 2005
Margaret Thatcher
ex-primeira-ministra inglesa
"Governos não produzem riqueza, quem faz isso
são as indústrias e os serviços. É o
povo, com sua própria capacidade de iniciativa, que cria
empresas."
março de 1994
Roseana Sarney
política
"Quando aparece uma doença, penso: isso surgiu
para que eu adquira mais força. Quando consigo sair de uma
complicação, eu me sinto uma supermulher."
setembro de 2005
Madonna
cantora americana
"Sou censurada porque procuro mostrar a verdade, e a
verdade incomoda. Faço o que quero e vou continuar
a fazer."
novembro de 1992
Madre Teresa de Calcutá
(1910-1997)
"A beleza não está na pobreza, mas na coragem
de ainda sorrir e ter esperanças apesar de tudo."
julho de 1979
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