Homens contam tudo
Luana Piovani, musa da nova era
Patrícia Gomes, senadora de brilho próprio
Eliana Tranchesi, a senhora Daslu
A plástica no dia seguinte
Sem vaidade? Experimente uma maquiagem
Mães que são a cara das filhas
Sozinhas, resolvidas, mas esperando
Homem bom é homem bonito
Entrevista: sexo com todas as letras
Orgasmo, à venda nas livrarias
A ex e a atual: amizade possível
O guia da separação
O hobby de fazer compras
Parece butique, mas é closet
As receitas das chefs magras
Perder peso, só com sacrifício
Manual do bem-vestir no trabalho
Pretinho básico, o melhor amigo da mulher
Diário de um regime
 
 
     
 

Mulheres da nova era

 

Fotos Pedro Rubens

EMOÇÕES
Pedro Rubens flagra Heloísa Périssé, Lizia vai à Daslu e Tatiana recebe Isabela: corações, mentes e aquelas gordurinhas extras

Fazer esta edição especial de VEJA Mulher foi uma jornada repleta de emoções condizentes com o tema. Nesse período, repórteres e editores acompanharam o cotidiano, as aspirações, as relações familiares, as aventuras profissionais, os corações, as mentes e também aquelas malditas dobrinhas extras na cintura de dezenas de mulheres, famosas e comuns. Testemunharam confidências, reclamações, celebrações, risadas, lágrimas (inclusive de um homem). Um namoro foi rompido, muitos quilos foram perdidos e outros recuperados, assunto sobre o qual a atriz Heloísa Périssé tem um bocado de coisas a dizer, todas elas hilárias. Uma gravidez começou – a da empresária Fátima Lomba, entrevistada para a reportagem sobre mulheres que passam grande parte da vida sem um companheiro fixo. Outra gravidez chegou a termo – a da repórter Tatiana Schibuola, que conheceu pela primeira vez as alegrias sublimes (e as noites maldormidas) da maternidade numa luminosa manhã de 25 de julho. Enquanto a pequena e bela Isabela crescia na barriga da mamãe, Tatiana trabalhava – e até tirava uma vantagenzinha extra do encantamento universal com as grávidas. "Todas as entrevistadas me viam e falavam: 'Que bonitinha! Coitadinha!' E aí se abriam comigo", conta.

O namoro rompido foi o da estrela Luana Piovani. O romance com o ator Marcos Palmeira chegou ao fim, e por iniciativa dele. Como qualquer mortal, ela sofreu, chorou e admitiu: "Levei o maior pé..." Luana é uma das três mulheres cujos perfis abrem esta edição. Em comum, ela, a senadora Patrícia Saboya Gomes e a empresária Eliana Tranchesi, dona da mitológica Daslu, têm o fato de que desafiaram estereótipos e contrariaram expectativas, firmando-se como personalidades que assumem o controle do próprio destino. Esta, talvez, a melhor definição do que é ser, hoje, uma mulher afinada com a era pós-moderna e pós-feminista, em que as conquistas básicas da igualdade entre os sexos já foram assimiladas e um mundo de possibilidades se desdobra. Para traçar o perfil de Eliana Tranchesi, a editora Lizia Bydlowski, que escreve de forma tão elegante quanto se veste, fez o que muitas mulheres adorariam fazer: passou algumas tardes imersa nos labirintos da Daslu. A editora Thaís Oyama falou com Patrícia Saboya Gomes sobre política, destino e traição. A maior surpresa, porém, partiu do ministro Ciro Gomes, que ficou com lágrimas nos olhos ao dar um comovido depoimento sobre a ex. Já ao entrevistar a médica e terapeuta sexual Jaqueline Brendler, Thaís viu-se cercada por um tipo de reação bem diferente. Reunidas num restaurante de Porto Alegre, elas tiveram uma conversa bastante direta sobre sexo, enquanto os garçons faziam malabarismos à sua volta para não perder nem uma sílaba do que aquelas clientes tão bonitas quanto objetivas falavam.