Quem eu
era na escola
O
tempo passou, mas os tipos no
colégio continuam os mesmos.
Veja como eram alguns famosos:
Renato Chaui
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JOANA PRADO
(dançarina)
A MUSA
"Geralmente
estava na companhia de outras seis colegas, todas loiras. O grupo
chamava a atenção da ala masculina da escola. Todas
nós tínhamos um paquera especial, mas eu estava mais
preocupada em brincar. Nunca fui uma excelente aluna. Adorava educação
física e participava do time de handebol."
Mario Rodrigues
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GASTÃO MOREIRA
(apresentador de TV)
DA TURMA DO FUNDÃO
"No
2º colegial, fui convidado a me retirar da escola por indisciplina.
Eu era da turma do fundão e lembro que havia uma professora
de matemática, chamada Albanese, que não enxergava
direito. Eu aproveitava para fazer bagunça. Sempre que era
mandado para a diretoria, saía revoltado da classe, batendo
a porta."
Fernando Martinho
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NEY LATORRACA
(ator)
O BAGUNCEIRO
"Eu
era um demônio. Nem dormia para ficar imaginando o que ia
aprontar no dia seguinte. Havia um professor de desenho, chamado
Paulo, que era espírita. Como não tirava notas muito
boas, não tive dúvida: passei a ter ataques na sala,
como se estivesse recebendo uma entidade, e dizia: "O cavalo (eu)
tem de ter nota". E assim conseguia a nota de que precisava."
LEILA
(jogadora
de vôlei)
A
REBELDE
"Estudei
num colégio de freiras em Brasília e era muito contestadora.
Aos 14 anos, eu tinha um professor de física que não
conseguia fazer a gente entender a matéria. Liderei um movimento
pela saída dele. Chegamos a promover um dia de greve. O professor
foi demitido. Acho que até hoje ele deve me xingar!"
Edison Vara
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LUIS FERNANDO VERISSIMO
(escritor)
O REPETENTE
"Era
do tipo quieto e distraído, bem-comportado, mas péssimo
aluno. Passei um ano inteiro fugindo das aulas de latim. O professor
me conheceu pessoalmente apenas no exame de fim de ano. Só
sabia meu nome pelo livro de chamada. Repeti, claro."
Claudio Rossi
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GIANNE ALBERTONI
(modelo)
A CHORONA
"Eu
era a típica bajuladora, mas não daquele tipo que
entrega amigos que estão bagunçando. Eu me sentava
na primeira carteira, colada aos professores, prestando atenção
no que eles falavam. Quando ia mal na prova, choramingava e dizia
que eles é que não haviam explicado direito. Sempre
conseguia uns pontinhos a mais na nota."
Editado
por Marcos de Andrade Silva e Rubiana Peixoto
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