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"Recordo até hoje o dia em que tomei um porre de steinhäger com chope. Tinha 15 anos e morava com amigas. O porre foi em casa, antes mesmo de sair para a balada. Conclusão: minhas amigas tiveram de me dar banho e remédio, e ninguém saiu naquela noite."
"Uma de minhas aventuras inesquecíveis ocorreu aos 14 anos, quando matei aula para viajar ao litoral. Eu e mais dois amigos pegamos um carro, fomos à praia, entramos no mar, rolamos na areia. Voltamos exatamente no horário de saída da escola. Minha mãe, que sempre ia me buscar, nem desconfiou."
"Sabe o que já fiz? Eu e amigos falsificamos credenciais para entrar no desfile de escolas de samba do Rio de Janeiro. Na noite do desfile, caiu um temporal, a tinta borrou e as credenciais se desmancharam. Mesmo assim, fomos em frente. O cara que tomava conta da entrada percebeu, mas ficou com pena e nos deixou assistir."
"Minha aventura foi vencer um concurso de modelos e ganhar uma viagem à Disney, com direito a acompanhante. Foi minha primeira viagem ao exterior, aos 17 anos. Uma experiência incrível, apesar de eu falar poucas palavras em inglês naquela época."
"A melhor balada da minha vida foi uma festa, no réveillon de 1968, na casa de uma prima, Adelita Scarpa. Foi uma noite com convidados ilustres e que culminou com um banho de piscina, o que trazia um glamour àquela ocasião."
"Nunca me esqueço do dia em que fui ver, pela primeira vez, aos 14 anos, o show de um astro do rock, o Rick Wakeman. Quem me levou para vê-lo foi meu tio Nelson, um quarentão metido a playboy, que aproveitou para azarar as menininhas mais novas."
Editado por Marcos de Andrade Silva e Rubiana Peixoto |
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