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Guia rápido
da cidadania
Há
centenas de entidades filantrópicas na lista telefônica.
É fácil selecionar uma delas. Existem também
muitas creches e asilos que vão aceitar de bom grado sua
candidatura a voluntário. Às vezes, nem é preciso
procurar. Muitas instituições têm gente que
passa o dia pedindo contribuições pelo telefone. A
ajuda torna-se um ato mais complicado quando o doador quer não
apenas depositar o dinheiro numa conta corrente mas também
checar o bom emprego dos recursos doados. Em muitos casos, corre
o risco de descobrir que os valores foram parar no bolso de uma
daquelas entidades "pilantrópicas", cujo nome já diz
tudo. Em geral, a entidade ajudada é séria, mas pode
acontecer de empregar os recursos de forma a produzir desperdício.
A grande maioria das instituições trabalha de maneira
ética e com responsabilidade. Elas são as primeiras
a defender que você investigue bem onde vai parar o auxílio
recebido. Para ajudar, VEJA preparou este pequeno guia com três
regras úteis. Com elas, antes de contribuir, o doador pode
verificar se está realmente ajudando uma entidade idônea
e pode também ter certeza de que fez uma boa ação
para alguém que merece.
As
3 regras de ouro para valorizar sua ajuda

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